Fullcommerce para indústria: estratégia para vender mais ?>

Fullcommerce para indústria: estratégia para vender mais

A colaboradora Nôga Simões teve seu artigo “Fullcommerce para indústria: estratégia para vender mais” publicado no E-Commerce Brasil!

O texto esclarece a importância do fullcommerce e seus benefícios para a indústria, visando expandir o alcance de consumidores gastando menos. Você entenderá o que é fullcommerce, como pode ser implementado e os 7 maiores benefícios para indústrias.

Confira abaixo o artigo na íntegra:

Particularmente, em tempos de crise e aumento da concorrência, as indústrias se concentram em como maximizar seu orçamento disponível. As formas mais eficazes de alcançar consumidores com um orçamento menor se dá por meio de estratégias de construção do mercado.

Neste ínterim de construção do mercado, a possibilidade das indústrias venderem para o consumidor final no âmbito online é uma tendência a qual vem reinventando as regras do segmento.

A teoria da construção do mercado ou market-making, presente no livro Reconnecting marketings to markets de 2010, aponta que os mercados são fenômenos plásticos e resultam de um processo contínuo, o qual varia de acordo com o tempo, o contexto a que estão submetidos e a sociedade e ocorrem a partir da interação de diversos agentes que, por meio de novas práticas, buscam estabilizar as trocas.

Surge com isso, o fullcommerce como uma oportunidade estratégica para as indústrias nas operações de vendas online e como forma de reinvenção do setor.

Mas, o que é fullcommerce?

O processo de fullcommerce consiste na terceirização do processo de vendas online.

O fornecedor deste serviço se responsabiliza pela gestão ponta a ponta das vendas online, desde o planejamento até a análise dos resultados das vendas via e-commerce e marketplaces. A indústria, por sua vez, se responsabiliza somente pelo envio dos produtos ao CD (centro de distribuição) ou direto ao consumidor final.

O insight do serviço de fullcommerce para a indústria é o de que o achatamento da cadeia é uma tendência, sendo que podemos visualizar exemplos reais no nosso cotidiano: Uber, Ali Express, Airbnb.

Contudo, verifica-se um problema, que é o risco de morte nesse processo de transição para a indústria. O fullcommerce, desse modo, surge como um muro para proteger essa transposição.

E por que é importante para a cadeia produtiva a indústria estar nos canais online?

Pois, permite que a indústria trabalhe com produtos cauda longa, uma vez que os representantes, em geral, compram em maior quantidade os produtos head de mercado, ou seja, os de maior saída.

Neste sentido, observa-se a quebra de estoque da rede varejista resultante desse processo. Ademais, verifica-se uma oportunidade de a indústria regular o preço de referência.

No entanto, é um processo muitas vezes desafiador para as indústrias mudarem o seu foco de venda, bem como passar do físico ao online.

Pois em geral, verifica-se que estas vendem para distribuidores e lojistas (venda B2B) e passar a vender diretamente ao consumidor (B2C) envolve a aplicação de novas práticas de mercado, como:

▪ Atendimento ao consumidor (SAC);

▪ Cadastro de produtos estratégicos para o consumidor;

▪ Envio de produtos em pequenas quantidades;

▪ Entregas pontuais ao consumidor;

▪ Produção de anúncios e promoções;

▪ Logística reversa etc.

Neste ínterim, o fullcommerce traz grandes benefícios para a indústria, os quais são:

  • Responsabiliza-se por todos os processos do comércio eletrônico;
  • A indústria mantém o foco no mercado e modelo atual;
  • Reduz necessidade de altos investimentos iniciais em equipe, tecnologia, consultorias;
  • Entra no mercado de maneira mais profissional;
  • Acesso imediato aos maiores marketplaces do Brasil;
  • Transforma custos fixos em custos variáveis;
  • Mantém a boa reputação da indústria no âmbito online.

Assim, é uma ideia valiosa para as indústrias tracionarem as vendas e aumentarem a competitividade. Como diria Albert Einstein: “a mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *