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Categoria: Vendas

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Black Friday: estratégias de venda nos marketplaces

Com a aproximação da Black Friday, a preparação dos e-commerces para o evento se intensifica. A sexta-feira de promoções acontece, neste ano, no dia 25 de novembro e promete movimentar lojas e consumidores, em um gigantesco potencial de vendas.

Nos marketplaces, o tráfego de consumidores em busca de produtos em oferta é altíssimo durante a Black Friday e os sellers têm grandes chances de impulsionar suas vendas e chegar a novos clientes.

Para aproveitar a data, é preciso planejar-se com antecedência e ter clareza de quais estratégias pretende empregar. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que podem ajudar no planejamento para o evento. Confira!

O principal atrativo é o preço baixo

Black Friday é sobre preços baixos: é isso que os consumidores esperam e buscam nesta data. Para participar do evento, você precisa pensar em como conseguir um preço competitivo para chamar a atenção de quem pretende aproveitar a sexta-feira para fazer compras.

Vale lembrar que é importante chegar a um valor adequado e bem pensado, de acordo com suas estratégias de precificação, para não ter problemas e não acabar no prejuízo. Além disso, cuidado com as falsas promoções! Faça ofertas com descontos reais – o consumidor vai saber se a sua promoção não for verdadeira e isso não será positivo para a sua imagem.

Entrar ou não na buy box?

Ter seu anúncio na buy box do marketplace pode alavancar suas vendas em grande escala, especialmente durante a Black Friday. Para conseguir o destaque, é preciso ficar de olho nos requisitos específicos de cada marketplace e, no geral, oferecer o preço mais baixo entre seus concorrentes.

Porém, tentar ou não o destaque do seu anúncio na buy box não é a única estratégia possível; é uma escolha. Pensando nos seus objetivos de venda, estoque e sistema de logística, talvez faça mais sentido para seu e-commerce não aparecer na buy box em um primeiro momento. Faça essa escolha de forma consciente, pondo na balança o preço final, os custos e suas condições operacionais para decidir o que vai funcionar melhor para sua loja.

Selecione produtos para trabalhar

Black Friday não significa necessariamente baixar o preço de todos os seus produtos. Selecione os produtos que entrarão na promoção e que terão a venda trabalhada no evento. Você pode escolher seus itens mais vendidos ou produtos que têm baixo giro para impulsionar a venda – tudo vai depender dos seus objetivos. De qualquer forma, certifique-se de que o mix selecionado tenha boa disponibilidade em estoque para não acabar vendendo o que não tem.

Considere ampliar a equipe durante o evento

A consequência mais provável da combinação preço baixo + Black Friday + venda online é a alta nas vendas. Mas, vender muito não é tudo o que importa: é preciso conseguir entregar tudo o que foi pedido, cumprindo os prazos prometidos.

Para dar conta do aumento da demanda, uma boa estratégia pode ser ampliar a equipe de trabalho na Black Friday – tanto para o atendimento aos clientes durante o período de promoções quanto para as ações operacionais que se seguem.

Prepare-se com antecedência

Seja qual for a estratégia escolhida, é preciso que ela esteja definida com clareza e com antecedência. O ideal é estabelecer suas estratégias pelo menos uma semana antes do dia de promoções, quando as vendas já começam a aumentar.

Além disso, alguns marketplaces congelam a alteração de preços com a proximidade do evento. Portanto, é fundamental verificar as regras da plataforma e estar preparado para não ser pego desprevenido.

Quer saber como preparar melhor o seu e-commerce para a Black Friday dentro dos marketplaces? Baixe já o nosso e-book gratuito!

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Picking: 5 dicas infalíveis para reduzir custos e aumentar a eficiência

Acesse o texto publicado originalmente no E-commerce Brasil.

Na logística, utilizamos o termo “picking” ou “order picking” para descrever o processo de separação e preparação de pedidos para expedição de forma ordenada.

Ocorre que a palavra “processo” tem um local de evidência em nossas organizações ultimamente, e particularmente acho muito importante atentarmos para a necessidade de existirem processos. No entanto, creio que seja mais adequado lembrarmos sempre que o fim é mais importante que o meio. O fim, no nosso caso, é o processo de separação.

Olhando para esse cenário, penso que o fim do picking seja “garantir a entrega do produto correto no prazo determinado ao cliente”, e isso deve nortear qualquer decisão ou investimento nesse processo.

Entender esse objetivo de forma clara nos leva a outro aspecto: entender o picking como fator chave de competitividade no e-commerce. Todos sabemos que o preço é um fator crítico para a escolha final do cliente, e você deve se perguntar: “Qual influência do picking nisso? ”.

A resposta é simples, porém reveladora para alguns: sabemos que o custo de operação é um dos componentes de formação de preço de venda, mas a chave está em atentar para a realidade que o custo de operação é o componente mais controlável, pois diz respeito à sua eficiência, ao seu processo, não do preço estabelecido pelo fornecedor, ou pelas regras fiscais impostas pelo governo.

Uma vez entendida essa realidade, devo me perguntar:

“Eu sei quanto custa minha separação hoje”?

“Consigo mapear pontos de melhoria para reduzir esforço e ter mais resultado?“

“Minha equipe de separação entende o impacto do seu trabalho para a organização e o cliente final? ”

Parar para pensar nisso e responder essas questões te colocará à frente de muitos; com menor custo e maior eficiência, você pode focar no resultado, ou seja, onde realmente interessa.

Quero te ajudar expondo cinco dicas que apliquei em minhas experiências, nas quais consegui reduzir equipes de 20 separadores de estoque para quatro, inclusive separando mais pedidos que antes.

1) Organização, o começo de tudo

Uma boa separação depende de foco e baixo retrabalho. Em média, o esforço na separação é divido em 10% com documentação e contagem, 10% procurando produtos, 20% coletando e 60% em movimentações no estoque. Então, é extremamente importante garantir que o ambiente seja limpo, que os documentos, relatórios, sinalizadores sejam claros, que exista um fluxo, uma estratégia definida de picking, que existam poucas distrações e, principalmente, que a disposição dos produtos no estoque contribua para a boa performance.

2) A entrada é tão importante quanto a saída

Ao pensar em picking, sempre lembramos da saída dos produtos. Por conta disso, negligenciamos a conferência na entrada, mas pense: “Se eu receber um produto errado, ou se armazenar produtos com caixas parecidas em locais trocados, isso aumenta minhas chances de errar no envio ao cliente?”

Devo então garantir que o produto só entre no estoque real inclusive fisicamente após uma conferência cega, confrontando os códigos de barras, se possível, e já com um relatório de armazenamento de cada produto no local correto.

3) Conhecer a Curva ABC de SKU

É provável que 20% dos seus produtos correspondam a 80% de suas movimentações, então é muito importante saber quais são esses produtos e definir toda estratégia de armazenamento respeitando isso. Regra básica:
“Se gira mais, deve estar mais perto e mais visível”.

4) Um bom sistema de informação é necessário

À medida que a movimentação aumenta, também crescem as variáveis a considerar para garantir sucesso na operação de picking.

Um bom sistema ERP permite trabalhar essas variáveis de forma dinâmica e deve te ajudar na gestão de compra: comprar a quantidade certa no tempo certo, indicar a curva ABC para direcionar as compras, armazenamento e separação, emitir relatórios de priorização de separação e listagem de separação de produtos com ordem de separação do endereço de estoque. Exemplo: A1, B4, F5, gerenciamento do tempo de separação e rastreabilidade de separadores de pedidos.

5) Gestão à vista

Lembre-se: se consigo medir, consigo melhorar! Partindo disso, é muito importante acompanhar em tempo real os indicadores para medir se a estratégia está adequada e inclusive publicar em TVs e smartphones para engajar a equipe e até criar estratégias de remuneração variável pela produtividade.

Outra função valiosa é ser notificado em caso de qualquer inconsistência em qualquer lugar onde você esteja. Isso te dará o real controle da sua operação e aumenta muito a velocidade de reação.

Enfim, fazemos tudo isso para garantir a entrega do produto correto no prazo determinado ao cliente, e se atentarmos para essas dicas podemos fazer isso cada vez melhor, impactando positivamente nossa reputação, redução de custos e aumento de eficiência.

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Como aumentar o tíquete médio do seu e-commerce

Ampliar o número de pedidos não é a única forma de fazer a sua loja virtual ter um desempenho melhor. Aumentar o tíquete médio do seu e-commerce é uma alternativa valiosa para ver crescer o faturamento, incentivando que um mesmo cliente faça pedidos de maior valor.

Antes de planejar ou aplicar qualquer estratégia, você precisa saber que resultado quer alcançar. O primeiro passo para aumentar o tíquete médio é conhecer o valor do tíquete médio atual e definir que valor você espera atingir.

Para calcular o seu tíquete médio atual, basta dividir o valor total de vendas em um período pelo número total de pedidos feitos no mesmo período. Por exemplo, uma loja que vendeu R$ 50 mil em 30 dias e recebeu um total de 500 pedidos, tem um tíquete médio de R$ 100.

Sabendo qual é o seu tíquete médio, você pode fazer uma projeção de um novo valor, definindo um objetivo realizável. Pegando o exemplo anterior, a loja pode ter como meta elevar o tíquete médio em 50%, chegando aos R$ 150.

Uma meta clara estabelecida ajuda também a pensar em que estratégias são mais apropriadas para o seu caso e quais as melhores maneiras de configurá-las.

Frete grátis

Ninguém gosta de pagar frete. Oferecendo frete grátis em pedidos acima de um determinado valor, você incentiva que o consumidor compre mais produtos para conseguir ganhar a entrega. Assim, estabeleça o valor de oferta de frete grátis com base na sua meta de tíquete médio.

Cupom de desconto

Outra ótima forma de incentivo para que o consumidor faça um pedido de valor mais próximo à meta de tíquete médio é trabalhar com a oferta de cupons de desconto. Na hora de estabelecer o valor mínimo de compras para validar o cupom, lembre-se de considerar tanto a sua meta quanto o desconto oferecido para chegar no valor ideal para você.

Produtos relacionados

Utilizar o recurso de produtos relacionados também pode contribuir para o aumento do tíquete médio. Esse recurso exibe quais produtos na sua loja podem ser de interesse para um consumidor, de acordo com as páginas que ele visitou ou produtos que colocou no carrinho.

Uma boa dica para aproveitar esse recurso é colocando-o na página do carrinho, antes da conclusão da compra. Assim, o consumidor pode aproveitar o momento para adicionar um novo produto ao carrinho.

Kits de produtos

Kits de produtos podem ser muito atrativos para o consumidor. Experimente combinar produtos relacionados ou incluir seus itens mais vendidos com produtos de maior valor. Os kits são incentivos para que o consumidor gaste mais em uma única compra, então aproveite para aproximar o valor dos kits ao da sua meta de tíquete médio.

Vale lembrar que qualquer ação escolhida deve ser planejada com todo o cuidado, levando em conta e calculando todos os pontos e valores envolvidos para que você não acabe com prejuízos ou gerando uma demanda que não é capaz de atender.

Além disso, é importante não se esquecer de anunciar essas ofertas e mostrar ao consumidor que ele tem essas possibilidades. Faça isso não apenas no próprio site, mas também através dos outros canais de comunicação do seu e-commerce.

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Tendências no e-commerce: 1, 2, 3 passou!

Acesse o texto publicado originalmente no E-commerce Brasil.

As tendências que daqui a pouco já não são. Que o diga os roteiristas de Ficção Científica de Hollywood. Pensa bem, se imagine escrevendo um filme de ficção científica… o que colocaria que teria de tão diferente do que existe hoje em 100 anos?

Carros voadores? Robôs fazendo tarefas domésticas? Casas controladas pela internet. Computadores sendo comandados por pensamento… ops, tudo isso já existe ou está em teste quase pronto pra ser lançado.

“A ficção imagina futuros que muitas vezes estão mais próximos do que pensamos. Com a velocidade do desenvolvimento tecnológico, fica cada vez mais difícil imaginar como será daqui 50 ou 100 anos. Os escritores de ficção científica agora precisam se esforçar muito se quiserem nos impressionar com alguma possibilidade distante. Tudo o que sempre imaginamos já é ou está se tornando real.” – Alberto Brandão colunista deCiência e tecnologiaCultura e arte

Ok, mas o que isso tem a ver com o seu negócio de e-commerce?

Simples, em nenhum outro ramo as tendências chegam tão rápido. O que era previsto para o próximo ano, acontece no primeiro trimestre.

Não é raro estarmos comprando um serviço de e-commerce em que o vendedor oferece a você e diz, de peito cheio “esse é nosso diferencial” e você coça a testa e diz, “ué, mas acabei de ver esse mesmo recurso no seu concorrente. ”

Nem podemos colocar a culpa no vendedor. Nesse mundo de e-commerce, o acompanhamento das mudanças acontece na velocidade da luz! Plim! Passou!

Ou pior: Vrum! Você sente até aquele vento contra e acaba de ser ultrapassado pelo seu concorrente.

Estive presente nos maiores e melhores eventos voltados ao mercado de e-commerce e busquei reunir aqui algumas das tendências vistas nos últimos meses:

1) O online invadindo o off-line (e não o oposto, como acontecia antes)

– Dados de comportamento do ambiente on-line sendo usados no off-line. Como assim? Você já deve ter vivido a experiência em que, comprando algum produto em e-commerce, visualizou logo abaixo do item que você está comprando, a indicação “quem comprou esse produto também se interessou por” e aí aparece uma gama de produtos similares que também te interessam! Agora pense em uma loja de sapatos online.

Lá também acontece, “quem se interessa por esse sapato, também se interessou por esse e esse”. O que uma grande marca de sapatos brasileiras está fazendo é cruzar os dados da loja on-line com a off-line. Eles usam na off essa informação para agregar na venda, a vendedora já traz os sapatos que podem agradar aquela consumidora. Resultado garantido: aumento de vendas e o consumidor tendo uma boa experiência de compra na loja.

– Ainda usando o que acontece no online e passando para o off-line, ouvimos o case de uma grande marca que criou um app para seus vendedores. Com o dispositivo na mão, bastava que o vendedor digitasse o CPF da pessoa e o app mostrava tudo o que ela já tinha comprado online, com isso o vendedor sabia exatamente do que o cliente gostava para oferecer a ele.)

– Mapa de calor de maior tráfego da loja off-line e itens da loja sendo movimentados estrategicamente para girar produtos de interesse do lojista.

– Loja física ganhando comissão de loja online: quando a online não tem o produto e a pessoa vai à loja física mais próxima retirar.

– Atenção, lojas físicas só serão acessadas pela experiência. Quem entregar a melhor experiência é o dono da vez!

2) Conteúdo e atendimento personalizado

– Marketing de conteúdo: o tão falado inbound marketing, desenhado com base em etapas de funil de vendas, tamanho de clientes, etc; ajuda a segmentar a informação para levar ao cliente ou ao prospect o que ele quer ouvir na hora certa. Mas isso já está evoluindo e a tendência é enviar mensagem direcionada para o gosto pessoal de cada usuário.

– Robôs (boots) já estão entrando para o passado. O atendimento pessoal é a tendência. Outra tática já sendo aplicada é a compra direto no chat de conversa (botão comprar).

– “E-commerce é serviço”. Venda e preço são pré-requisitos. O suporte, o atendimento, a retenção dos clientes é o que importa.

3) Inovação

– Célula de Inovação: Os players gigantes estão inserindo uma célula de inovação em sua estrutura para estarem preparados para o que vem pela frente nos próximos anos. De aplicativo para vendedores que se integra com estoque a beacons espalhados pelas lojas. Nem o céu é o limite!

Mas algumas premissas não saem de moda. E no e-commerce, uma para deixar anotada é:

“Não importa a ferramenta que você tem, 80% é planejamento e 20% é execução”. E para isso, não tem ficção científica que resolva!

Aqui um vídeo que já não é novo, mas ainda é tendência e vale a pena assistir. Espero que curtam:

https://www.youtube.com/watch?v=5RWsuwp6P-4

Tem muita informação ligada a esse assunto no link abaixo. Vale a pena conferir!

http://people.marketing/?utm_source=ecbr&utm_medium=email&utm_campaign=hangout_hack1

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Fotografia de produto: como conseguir os melhores resultados para a venda

Uma das maiores chaves para a venda de produtos no e-commerce é a aparência. Como comprar online ainda gera certa desconfiança, é preciso que sua página de produto contenha imagens de alta qualidade, que exibam os detalhes reais de cada item e sejam colocadas em contexto.

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Buy box: o melhor lugar para o seu produto nos marketplaces

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Somente o preço importa? Por que pagamos o dobro em um refrigerante no posto de gasolina?

Recentemente, ao abastecer meu carro, parei na loja de conveniência e comprei um refrigerante pelo dobro do preço que normalmente pago em um supermercado. E fiz uma pergunta simples: Porque pagamos o dobro? Saí da loja olhei para trás e estava escrito “Loja de CONVENIÊNCIA”. Ok, comprei conveniência de ter acesso a um refrigerante enquanto abastecia meu carro. E por que os empresários de e-commerce normalmente somente veem o preço como diferencial?

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