Solicitei uma corrida do Uber em Porto Alegre, e na conversa com o motorista, depois de falar que estava na cidade para um evento ligado a vendas online, a pergunta dele, em seguida foi: 

- E essa Black Friday, funciona mesmo ou é tudo fraude? 

Na mesma semana, conversando com um amigo no WhatsApp, entramos no assunto e ele me fez, praticamente, a mesma pergunta. 

- Black Friday no Brasil, funciona? 

Preciso confessar que me incomodo bastante com essa expressão “Black Fraude”, desde quando comecei a trabalhar com E-commerce entre 2012 e 2013, e tivemos algumas grandes lojas que praticaram algumas irregularidades nas alterações de preços para oferecer maiores descontos. Desde então esse ‘apelido’ passou a ser usado por consumidores, principalmente os mais conectados as compras online. 

Mas eu já era vendedor e inclusive também fazia o papel de comprador para alguns fornecedores. Toda a negociação passava por mim, então desde o faturamento da nota do fornecedor, considerando os impostos como ICMS e IPI. Até o faturamento da nota fiscal para o consumidor final, que se somam a mais tributações. 

Ou seja, no fim das contas, não sobrava muita coisa daquela negociação toda.  

E quando sobrava! 

Evento, após evento, aumentando as vendas no online e observando os movimentos que aconteciam na Black Friday, fui aprendendo algumas estratégias de vendas e também entendi que, dificilmente poderíamos oferecer promoções e ofertas com mais de 20% ou 30%. A loja passaria a ter um prazo de validade, e em 2 ou 3 meses, fecharíamos toda a operação de vendas e ainda ficaríamos devendo não só impostos mas também salários para todos os colaboradores da empresa. 

Em paralelo a isso, as grandes varejistas anunciavam descontos de até 70% nos banners da home do site e nas propagandas que estavam por todas as partes... 

Como eu poderia oferecer descontos consideráveis na Black Friday? 

Lembro-me que em um desses eventos, nós simplesmente decidimos não oferecer descontos. Trabalhávamos na época apenas nos canais de marketplace, e tínhamos também o ponto físico. Decidimos então não aplicar qualquer desconto, confesso que fiquei triste com o sentimento de não oferecer benefícios na data, mas a partir daí tudo começou a fazer mais sentido. 

Comecei a olhar a Black Friday com outros olhos, para pequenas empresas a Black Friday era mais um evento para fomentar o varejo, onde o consumidor compra por impulso, enquanto consequentemente você terá melhores resultados, independente de participar dos eventos com descontos incríveis. A sacada foi liquidar estoques parados daquele ano, ou seja, oferecer os produtos a preço de custo que considerávamos nossa Curva C.  

Ou seja, o desconto na verdade era a queima da minha margem de lucro. 

Já para as grandes empresas do varejo, o cenário muda, pois elas têm o poder de negociação muito maior, e com isso, podem oferecer tais descontos e acelerar ainda mais as vendas. Ou seja, além de liquidar os estoques do ano, em um volume muito maior que as pequenas lojas, essas varejistas também negociam suas compras desde o inicio do ano pensando no evento. 

Demorei um pouco para aprender como isso de fato funcionava e tudo foi se encaixando conforme estávamos crescendo. 

Resumidamente, estou compartilhando um pouco dessa experiência como vendedor para que você, consumidor tenha uma outra visão sobre a Black Friday no Brasil. 

- Porque ‘lá fora’ funciona? 

Pois é, ‘lá fora’, a Black Friday é um evento puxado pelo próprio governo para acelerar a economia, então existem incentivos fiscais e tributários para que as empresas realmente ofereçam bons preços sem queimarem suas margens de lucro. 

Aqui no Brasil, esse movimento começou por iniciativa dos próprios lojistas, sem qualquer incentivo do governo. Apesar de tudo, a data vem ganhando mais aderência, e a cada ano que passa, está maior. Com isso o governo também passou a observar esses eventos de outra forma, entendendo que se incentivado, tem grande influência sobre a economia do País. 

No entanto, em 2019 foi lançado a Semana do Brasil, onde alguns varejistas negociaram com o governo isenções fiscais para oferecer produtos com menores preços, o evento que aconteceu em setembro é um piloto e talvez faça total sentido se estender para a Black Friday nos próximos anos. 

Quem vive do varejo sabe o quanto é importante oferecer benefícios reais aos consumidores, e sabe como é incrível o poder de vendas na Black Friday. A poucos dias do evento que acontece esse ano no dia 29/11, eu espero que depois dessa leitura você veja a data com outros olhos e aproveite para comprar, pois teremos boas ofertas de grandes empresas e com certeza teremos queimas de estoque de lojas menores. 

Nada de Black Fraude, o evento é para você, consumidor. Aproveite! 

Sobre o autor

  Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.

Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET. maior Hub de integração com marketplaces na América Latina.

Quando falamos de e-commerce no Brasil, falamos de mais de 10 milhões de consumidores que aderiram a essa forma de comércio, somando 42,8% dos pedidos online no país. Em um mercado tão disputado e complexo, conhecer uma plataforma ideal de marketplace é fundamental para expandir a clientela e atender a demanda dos mesmos em seu negócio.

Mulher em frente ao notebook fazendo vendas pelo Madeira Madeira Marketplace

Nesse contexto, apresentamos para você a MadeiraMadeira, a maior loja online de produtos para casa do Brasil.

A MadeiraMadeira é um marketplace focado em soluções em tecnologia para casas, buscando renovar tudo da forma mais prática possível.

Criada em outubro de 2009, a empresa começou com uma receita de R$ 12 mil reais no seu primeiro mês de atividade, tudo isso enquanto ainda possuíam 4 funcionários (2 estagiários). Com um investimento de R$ 300 mil reais, a primeira sede foi montada em um escritório de 60 m².

Seguida de um faturamento de 775 milhões, a empresa atualmente é atuante no seguimento de responsabilidade social, acreditando que, assim como tecnologia, se trata de um segmento essencial para melhorar o mundo em que vivemos. Movidos por causas, eles são investidores do Centro de Pesquisa do Hospital Pequeno Príncipe cujo objetivo é criar meios de diagnóstico de doenças logo nos primeiros dias de vida e, também, se tornaram parceiros da ASID (Ação Social para Igualdade das Diferenças) buscando uma sociedade inclusiva para pessoas com deficiência.

Sumário
  1. O que vender na MadeiraMadeira Marketplace
  2. Diferencial da MadeiraMadeira
  3. Conclusão

O que vender na MadeiraMadeira Marketplace

Com mais de 500 colaboradores e 50 mil pedidos por mês, a MadeiraMadeira oferece diversos produtos para reformas as quais o comerciante pode anunciar, incluindo:

Entre outros departamentos disponíveis para anúncio., com valor fixo de taxa de comissão MadeiraMadeira de 20% (atualizado em 2025).

Se o seu foco é alguns dos segmentos listados acima, a MadeiraMadeira é fundamental para se começar um e-commerce ou expandir ainda mais a visibilidade dos seus produtos.

Diferencial da MadeiraMadeira

Como alguns de seus principais diferenciais, a MadeiraMadeira conta com mais de 500 colaboradores e cerca de 300 mil produtos ativos, garantindo um crescimento de 87% nos últimos 4 anos de atividade. Com isso, a empresa se encontra na primeira colocação no ranking das lojas online mais acessadas do Brasil na categoria Home & Decor, segundo pesquisa realizada pela NetQuest e vinculada ao site E-commerce Brasil.

Passo a passo para vender na MadeiraMadeira

Antes de mais nada, é importante lembrar que é obrigatório ter um CNPJ para vender na MadeiraMadeira. Na plataforma é possível se cadastrar como indústria/importador ou como varejista de marketplace, dando a oportunidade de aderir ao sistema deles ou apenas vender produtos para a própria empresa.

Não há taxas para criar a loja e nem limite de produtos para serem adicionados.

Os passos são:

1) Faça seu cadastro: https://www.madeiramadeira.com.br/venda-na-madeiramadeira

2) Adicione as informações da loja, responsável e dados de pagamento

3) Adicione seus produtos 

4) Configure o frete

E tudo certo. Pode começar a vender.

Conclusão

A MadeiraMadeira é a plataforma ideal para ingressar de vez no e-commerce, alavancando seu negócio e adaptando-o as demandas tecnológicas da clientela. Sua temática focada em produtos voltados para casa e seu reconhecimento nacional no segmento, tornam sua relevância ainda maior entre os marketplaces.

E caso você já venda nesse marketplace e tenha encontrado nosso artigo para aperfeiçoar sua estratégia, saiba que o ANYMARKET já tem integração com a MadeiraMadeira.  O que está esperando para vender na plataforma mais acessada do Brasil na categoria Home & Decor?

Quer saber mais sobre a MadeiraMadeira? Converse com um dos nossos especialistas para saber mais sobre esse marketplace.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, nos próximos 20 anos a população acima de 60 anos chegará a 89 milhões, o que corresponderá a 39,2% da população. Atualmente essa população vem procurando adaptar-se as mudanças da tecnologia, e seus hábitos de consumo acompanham essa constante. Houve um aumento significativo no uso de Smartphones para compras online e o uso de aplicativos corresponde ao canal com maior decisão de escolha. 

Levando em consideração seus hábitos de consumo e escolha, podemos encontrar uma boa oportunidade para captar esses consumidores e trazê-los ao varejo online. A maior parte desses consumidores busca por preços mais competitivos e a facilidade de comprar sem precisar sair de casa. Locais com muitas filas, lojas muito cheias, escadas e degraus tornam-se pontos de atenção na decisão de compra. 

Essa população está passando por um processo de transição entre a decisão de compra física e compra online. Juntamente desse processo são levantados entraves que ainda permeiam e dificultam a aceitação do varejo online como canal de compra. 

Muitos deles ainda não têm muita clareza de quais sites são confiáveis. A segurança da informação, o compartilhamento de dados bancários é um fator determinante na decisão de compra. Programas de fidelidade e programas de pontuações possuem um papel diferencial que incrementam esse processo. 

Portanto, tendo em vista esse processo de transição, como trabalhar essas necessidades e captar essa parcela de público para o varejo online? 

Sumário
  1. Como atender esse público no varejo online

Como atender esse público no varejo online

O objetivo é encontrar soluções para atender esse público. É preciso investir na experiência e usabilidade dos sites e principalmente tornar conhecida as ferramentas que garantem um respaldo e confiabilidade maior no momento da compra. 

A Ebit é uma opção que entrega valor ao lojista e respaldo ao consumidor, ela mede a reputação das lojas virtuais avaliando se são confiáveis. Através de certificações que atestam a reputação dos sites e a disponibilização de selos de credibilidade, que podem ser inseridos na loja virtual, essa ferramenta facilita o processo de decisão dos clientes. Além de fornecer informações de hábitos de consumo e perfis de clientes aos lojistas. 

Temos que entender a importância do Reclame Aqui e é fundamental que ele seja incluído na estratégia do negócio. Todas as informações disponibilizadas são utilizadas pelos clientes como fator de decisão de compra. Atualmente a plataforma possui também premiações com categorias de melhor atendimento no Brasil. 

Portanto, acompanhar a tendência do mercado e utilizar-se de ferramentas que garantam uma boa experiência do usuário, trazendo segurança, transparência e confiabilidade são fundamentais para a sobrevivência no varejo online. Quais serão suas estratégias para atender esses consumidores? 

Sobre a autora

Renata Borges é formada em Administração e Pós Graduada em Gestão da Comunicação Empresarial pela UniCesumar. Faz parte da equipe do ANYMARKET, atuando como Analista de Aderência.

Novembro talvez seja o melhor mês do ano para o varejo e isso inclui com certeza os grandes players do mercado que atuam como canais de marketplaces. 

Em contrapartida, pode ser o último mês do ano para os lojistas que estão entrando nesses canais de vendas para expor seus produtos nas vitrines mais visitadas do país. 

É perceptível o censo de urgência dos Sellers quando chega o último trimestre do ano, todos querem finalizar processos, concluir integrações, subir 100% do catálogo e otimizar os anúncios para aproveitar as melhores datas do comércio online.  

Mas quando chega no mês de novembro, muitos desses canais entram em freezing (congelando), e paralisam as novas publicações de produtos no catálogo, por exemplo. Ou seja, as lojas não conseguem subir novos anúncios para aproveitar a Black Friday por exemplo, com isso muitos lojistas acabam deixando passar boas oportunidades de aproveitar ainda mais a data tão esperada pelos consumidores no ano. 

Mas nem tudo está perdido! 

Apesar de alguns canais adotarem essas medidas, que visam segurança nas transações e estabilidade dos portais, existem hoje algumas dezenas de canais de marketplace disponíveis para que você possa aproveitar e explorar o potencial de vendas. 

Por exemplo, o próprio Mercado Livre, considerado o maior marketplace do Brasil, com um volume de visitas/mês que chega a ser quase 3x maior que os demais grandes canais de vendas, não tem uma limitação para subida de novos produtos na plataforma. 

Os demais marketplace oferecem sempre um calendário com as datas de trava de catálogo e de alterações no preço de venda, assim, você pode priorizar quais você poderá subir seu catálogo e preparar as ofertas. Observando quais são os de maior prioridade conforme essas informações. 

É importante, se você está no seu primeiro ano no comércio eletrônico e atua nos canais de marketplace, que antes de aproveitar as grandes oportunidades dessa data, estude e entenda como é o comportamento do consumidor na data, como você deve trabalhar nas próximas oportunidades de datas sazonais do varejo e quais são as estratégias utilizadas pelas grandes empresas que já atuam nesse mercado a mais tempo. 

Estude a concorrência, e faça melhor! 

Se eu pudesse te dar um conselho, seria exatamente esse, procure aprender com os grandes lojistas. Fique atento aos cases de sucesso, mas também de insucesso. Afinal, se você não se preparar em um evento como a Black Friday, com uma boa estrutura por traz da sua operação, a probabilidade de você "capotar" sua empresa é grande, já que, nessas datas do ano, o poder de consumo aumenta consideravelmente e consequentemente também se somam ao volume de pedidos, distribuição e aos atendimentos de SAC e pós venda em geral. Trabalho dobrado ou triplicado, que requer muita atenção e controle, apesar da ocasião. 

O ano não está perdido. Chegou a hora de você, lojista, faturar mais para se planejar ainda melhor em 2020. Aproveite! 

Sobre o autor

Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET. maior Hub de integração com marketplaces da América Latina.

"A tendência é efetivamente do consumidor omnichannel", afirma Gleidys Salvanha, diretora do Google Brasil

Com a Black Friday se aproximando, grandes estudos estão surgindo sobre o comportamento do consumidor. Uma delas é a pesquisa realizada pela Provokers para o Google, que consultou 1.500 pessoas de todo o Brasil para descobrir as três tendências de consumo para a Black Friday de 2019.

Vamos ver o que mais 2019 vai trazer para as suas vendas:

Sumário
  1. É a vez da Black Friday omnichannel
  2. Todos amam aplicativos
  3. A corrida pela experiência continua

É a vez da Black Friday omnichannel

A compra multicanal chegou à Black Friday com força em 2019. Segundo a pesquisa, essa modalidade representará 25% do total de compras deste ano. Em 2018, apenas 7% das compras foram feitas em multicanal.

"Estamos bem surpresos e felizes com esse dado. Já falamos sobre o equilíbrio entre o online e o offline, e a tendência é efetivamente do consumidor omnichannel", afirma Gleidys Salvanha, diretora de negócios para varejo do Google Brasil.

Outro dado interessante é que apenas 27% dos consumidores decidem comprar na hora em que estão na loja. Por outro lado, 74% dos consumidores chegam à loja com uma ideia do que procuram ou até mesmo com intenção de comprar em determinado lugar.

Outra tendência da omicanalidade é comprar online e retirar na loja física. Mesmo para aqueles que realizam a compra pela internet, as lojas físicas ficam cada vez mais importantes.

Durante a Black Friday, 39% dos brasileiros consideram essa opção como muito importante na decisão de compra. A pesquisa mostra ainda que 24% dos consumidores espera usar esse recurso em 2019.

Para o consumidor, essa modalidade elimina o custo de frete e o tempo de entrega, um dos grandes problemas no período de compras da Black Friday.

Para os vendedores, é uma chance de vender outros produtos e serviços. “As empresas já perceberam que o consumidor compra em diversos canais e estão se preparando para atendê-lo”, diz Salvanha.

Uma das iniciativas do Google para expandir a multicanalidade de uma loja é mostrar o estoque das lojas físicas em uma pesquisa feita pelo Google shopping, canal de compras do buscador.

Quando um varejista faz a integração de seus estoques das lojas físicas com os sistemas do Google, pode até oferecer promoções mais assertivas para os consumidores, sobre um produto que está em uma loja próxima.

Além disso, a expansão da Black Friday no meio físico pode impulsionar o crescimento do feriado. O comércio eletrônico no Brasil ainda é responsável por uma fatia muito pequena das vendas totais, de menos de 5%. Então, com uma chegada mais forte da Black Friday no meio físico, o potencial de crescimento é ainda maior.

Todos amam aplicativos

Você sabia que o Brasil é um dos países que mais usa aplicativos de vendas? A Provokers concluiu que 57% dos consumidores brasileiros já compram por apps de marketplaces.

A pesquisa mostra que 36% do público pretende usar esse canal durante a Black Friday.

E você? Já vende em algum marketplace que vende por aplicativo? Esse pode ser um detalhe de peso na escolha dos seus canais de venda!

A corrida pela experiência continua

A experiência de compra é um assunto falado durante o ano inteiro, e na Black Friday não poderia ser diferente. A pesquisa aponta que 54% dos respondentes decidem a compra com base na confiança e nível do serviço prestado.

Pois é, o nome da loja influencia mais do que a confiança na marca do produto. Sobre isso, apenas 13% decidem com base no quanto podem confiar no produto.

E a experiência da entrega? Achou que ficaria de fora? A Provokers divulgou que 10% dos entrevistados escolhem a compra pela opção de ter o frete grátis. Quanto ao tempo de entrega, 4% dos consumidores compram com base nessa espera.

Os benefícios no pagamento também ganham relevância para a Black Friday de 2019, assim como os cupons de descontos. Em relação à forma de pagamento, 11% decidem fechar a compra pela possibilidade de parcelá-la.

Apesar do crescente interesse por cashback, apenas 23% dos consumidores online diz saber o que é isso, e 60% deles de fato mostra conhecimento.

Conclusão

Em 2019, o consumidor busca por praticidade! O público quer comprar sem sair de casa, porém buscar para não precisar esperar ou lidar com o frete. De preferência, por meio de um app de um marketplace de nome, que passe verdadeira confiança!

Com todas essas oportunidades de encantar o consumidor e vender muito na Black Friday, conte com uma plataforma de integração que traga robustez e estabilidade para suas vendas.

Continue de olho do Blog do ANY para mais artigos sobre a Black Friday que vem aí!

 

 

Com as novas transformações do varejo online e as inúmeras oportunidades que vêm surgindo no decorrer dos últimos anos, uma estratégia que se destaca ainda mais e passou a ser aplicada principalmente a partir de 2019 é o chamado O2O.

Sumário
  1. O2O (Online-to-Offline) 
  2. A influência do consumidor no O2O
  3. Empresas que estão investindo no O2O

O2O (Online-to-Offline) 

Brevemente, o O2O é a estratégia baseada em levar uma experiência de compras no mundo online (digital) para o mundo offline (físico). Como assim? 

Para ilustrar e facilitar o entendimento, O2O é a principal estratégia aplicada no Magazine Luiza atualmente, ou seja, o Magalu quer proporcionar uma experiência de compras em suas lojas físicas assim como já é conhecido no mundo online.

A possibilidade de utilizar, por exemplo, o Pick-up In Store (retirada em lojas) faz parte desse processo O2O aplicado nas grandes marcas do varejo físico e online. 

Mas é apenas uma ilustração, pois o O2O é muito mais que comprar online e retirar na loja física mais próxima do seu endereço! 

A influência do consumidor no O2O

O perfil do consumidor, principalmente falando de Brasil, ainda é muito diversificado, ou seja, muito provavelmente você conheça pessoas que ainda não confiam no varejo online.

Essas pessoas não são consumidores acostumados a comprar online, ou até mesmo têm preferência por ir até uma loja física para negociar com um vendedor e retirar o produto no ato da compra, passando por todos os setores da loja, pegando uma fila no caixa e aguardando uma pessoa ir até o depósito e buscar o seu produto. 

Mas você também sabe que a geração Y, ou mais conhecida como "Millennials", é uma geração conectada. Eles adoram consumir produtos online e desbravar o mundo digital, fazendo compras no Brasil, na China ou outros países, e não gostam de perder tempo em se deslocar até uma loja. Só querem ter uma nova experiência de compras e receber os produtos em casa sem precisar ir até um ponto físico ou pegar filas. 

As gerações influenciam diretamente nas oportunidades para atender todos os públicos e criar uma boa experiência de compras. Temos que pensar no público conectado, e também naqueles que podem ter que avaliar o serviço, trocar produtos e conversar com um especialista na loja física.

Para ilustrar mais um pouco, peguei um quadro de figurinhas que pode ajudar a entender ainda melhor a base de uma estratégia O2O: 

Canvas do modelo de negócios O2O

E não estamos falando apenas de produtos, mas também de serviços que podem ser oferecidos complementando uma compra de produto. Um exemplo é a venda de um Ar Condicionado junto ao serviço de instalação do equipamento. Ou até mesmo, apenas a venda de um serviço, mas que você não precisa esperar uma pessoa ir até sua casa ou você se deslocar a uma loja para orçar o serviço, mas fazendo a compra online de um serviço offline

Empresas que estão investindo no O2O

E na onda do O2O, a B2W ainda tem a iniciativa em desenvolvimento e anunciada em 2018, o drop off loja, onde o serviço B2W Entrega disponibilizará um novo modelo de coleta de pedidos para os sellers do B2W Marketplace, que poderão postar seus produtos nas Lojas Americanas. 

Ficou claro agora, o que é uma estratégia O2O (Onnline-to-Offline)? 

Para fechar o tema, sem falar de varejo, tem um App bastante conhecido, mas que se pensarmos bem, também oferece uma experiência O2O: O Tinder

Positivas ou negativas, o Tinder oferece interações digitais em que o usuário pode marcar encontros pessoalmente e conhecendo pessoas que estão cadastradas no aplicativo e buscam experiências físicas. 

As empresas estão observando as transformações e a adaptação à essas mudanças ganham força, muitas vezes mudam o rumo dos negócios, que antes eram pensados apenas em vendas, para experiências de compras. E o melhor, oferecem inovação e são bem recebidas pelos consumidores. 

 


Sobre o Autor

Leandro Ratz, é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET

Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de Marketplace para grandes marcas. Atualmente está no Anymarket, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.

Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização
em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.

A projeção da consultoria GFK estima que, em 2019, o faturamento da Black Friday deve crescer 4%. A data ganhou nos últimos anos uma forte aceitação do comércio de rua e shoppings, e em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao comércio eletrônico.

intenção de compra na Black Friday
Fonte: Google/Provokers

Para você que vende em marketplaces, esse será um ano de competir com o varejo de rua na hora de bater recordes de faturamento na Black Friday. Diante disso, o que fazer? Calma, a gente te ajuda!

Sumário
  1. 1 - Dê tempo ao consumidor
  2. 2 - Permita a retirada na loja
  3. 3 - Escolha anunciar produtos que vão girar o estoque

1 - Dê tempo ao consumidor

Uma pesquisa do Google mostra que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

"A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda", afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Quem trabalha com vendas está acostumado a usar a estratégia da urgência, e claro que ela funciona bem em vários contextos, mas nessa Black Friday a história é diferente. O consumidor está atento ao próprio bolso, está pensando mais, e por isso gosta de ter alguns dias a mais para pensar antes de finalizar a compra.

Essa também é uma grande vantagem do e-commerce e marketplaces em relação ao varejo de rua. É muito mais cômodo escolher em casa, com calma, do que sair na pressão de comprar tudo o que precisa sem deixar de pesquisar entre as lojas da cidade.

Por isso, aproveite as estratégias dos marketplaces que estendem o período de promoções. Alguns vão da quinta até a segunda, outros anunciam a Black Friday por uma semana inteira!

2 - Permita a retirada na loja

De acordo com a pesquisa, além do crescimento de interesse por comprar em lojas físicas, uma outra questão que explica as intenções do consumidor é o aumento do interesse pela opção de comprar na internet e retirar na loja.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção "retirar na loja" é muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday, e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

O motivo? Economia de frete. Com a reviravolta dos Correios neste ano, o consumidor que já é receoso com frete está cada vez mais inclinado a sair de casa e buscar o produto na loja assim que puder.

Os marketplaces sabem disso, e estão acelerando a expansão dessa opção. Estude essa possibilidade para as suas vendas na Black Friday!

3 - Escolha anunciar produtos que vão girar o estoque

Ainda na pesquisa feita pelo Google, as categorias mais esperadas pelos consumidores em 2019 foram mapeadas.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, estão:

Além das queridinhas, o Google observou um interesse maior em categorias um tanto... inesperadas. O consumidor está cada vez mais considerando a compra de consultas médicas, esfihas, gasolina, passagens e até imóveis na Black Friday. Tem espaço para todo mundo!

O mais importante é que você se lembre de não queimar seus produtos principais, seu carro-chefe. Anuncie o que está travando seu estoque!

Conclusão

Essa será uma Black Friday bem diferente dos últimos anos. O consumidor está cada vez mais entendendo o varejo físico e o e-commerce como uma coisa só, algo realmente misto em que ele pode aproveitar as vantagens de ambos.

A mente aberta não fica só nessa questão de "onde" comprar, mas também sobre "o que" comprar. Foi-se o tempo em que Black Friday era simbolizada por uma muvuca de pessoas em shoppings com televisões sobre os ombros. Hoje, cada um acompanha os preços pelos celulares e desktops, esperando aquela promoção para um novo smartphone, um novo tênis de corrida e, quem sabe, um lanchinho barato para mais tarde.

E você? Já está se adaptando aos novos hábitos de compra?

 


O e-commerce já é a preferência de 10 milhões de consumidores brasileiros, somando 42,8% dos pedidos online no país. Se você pretende expandir sua operação em marketplaces conquistando estes novos clientes que tem a loja nas mãos, você precisa saber como vender na Wish. 

Muitas pessoas querem saber se a loja Wish é confiável. Vamos falar sobre isso! 

Sumário
  1. O que é Wish: entenda o marketplace
  2. O que vender na Wish
  3. Diferencial da Wish
  4. Como funciona o MSRP para precificação na Wish
  5. Passo a passo para vender na Wish

O que é Wish: entenda o marketplace

Wish é um marketplace otimizado para compras pelo celular. A empresa nasceu mobile e mais de 90% das vendas são feitas pelo aplicativo. Em 2018, Wish foi o aplicativo de compra mais baixado do mundo.

O marketplace tem um algoritmo próprio criado por seu CEO, que saiu do Google em 2009 e passou seis meses em casa escrevendo um código que pudesse prever os interesses dos consumidores com base no seu comportamento de navegação. O sistema foi batizado de ContextLogic, que até hoje é o nome legal da empresa.

Criada em 2010, com sede em San Francisco, na Califórnia, a Wish está hoje entre as 6 maiores empresas de e-commerce do mundo, contando com mais de 500 milhões de usuários.

Além de ser uma das maiores anunciantes do Facebook, a Wish assinou um contrato de US$ 30 milhões para patrocinar o Lakers por três anos e já teve até o Neymar em uma das suas campanhas.

O Brasil já é um dos maiores mercados da plataforma e a Wish é confiável. Segundo o Google Fashion Trends 2018, o Wish é o sexto aplicativo mais usado no Brasil quando se fala em Varejo de Moda.

vender no wish com anymarket

Um dos diferenciais do aplicativo Wish é a pesquisa de produtos baseada em imagens. Com um feed interativo e fácil de usar, um usuário acaba olhando mais de 600 produtos antes de fazer a compra. De acordo com as preferências e buscas, é criado um feed personalizado para cada consumidor. Além disso, os jogos e promoções tornam a experiência da compra ainda mais divertida. 

O que vender na Wish

Com mais de 150K+ comerciantes ativos e 2 milhões de ordens diárias, a Wish oferece diversas categorias que o comerciante pode anunciar, incluindo:

Em relação ao público, 60% dos clientes da Wish têm menos de 30 anos. Logo, se o objetivo é vender para um público jovem, esse marketplace é uma oportunidade de aumentar a visibilidade e faturamento.

Leia também: Editar fotos para loja virtual em marketplaces de forma automática: isso é possível!

Diferencial da Wish

O diferencial desta plataforma deve estar no preço e imagens dos produtos. Por ser um marketplace focado em imagens, o feed é bem semelhante ao do Instagram.

Portanto, vale a pena usar da criatividade para apresentar os itens que serão vendidos. A dica é mostrar como o produto será utilizado, ao invés de somente uma foto do objeto estático.

Além disso, existe uma preocupação em ofertar preços acessíveis. Afinal, qual o cliente que não gosta de uma barganha? A Wish destaca muito o MSRP - Manufacturer’s Suggested Retail Price, uma ferramenta com o intuito de mostrar o desconto para que o cliente se se sinta fazendo um bom negócio.

Como funciona o MSRP para precificação na Wish

O MSRP funciona informando porcentagens de desconto com base no preço sugerido para produtos. Por exemplo, se o valor sugerido para um produto é de R$200 e o seller comercializa por R$100, o sistema informa ao cliente que ele está adquirindo o produto com 50% de desconto. Uma das vantagens é que o seller pode explorar seu outlet e vender produtos de coleções passadas.

O que é o Wish Express

Como um dos principais desafios da empresa hoje é a questão logística, sellers que fizerem parte do programa Wish Express e se comprometem a entregar as ordens em um prazo máximo de até 10 dias tem uma série de benefícios. Entre eles, 10x mais exposição em seus produtos.

Passo a passo para vender na Wish

Antes de mais nada, é importante lembrar que é obrigatório ter um CNPJ para vender no marketplace Wish.

Não há taxas para criar a loja e nem limite de produtos para serem adicionados.

Os passos são:

1) Crie sua loja gratuitamente em: merchant.wish.com

2) Adicione as informações da loja, responsável e dados de pagamento

3) Faça parte do programa Wish Express

3) Adicione seus produtos 

4) Configure o frete

Conclusão sobre vender na Wish

O marketplace Wish é uma ótima plataforma para quem deseja alavancar as vendas, principalmente para quem tem interesse em aproveitar as vantagens do e-commerce.

Comerciantes que vendem para um público jovem e estão procurando um novo canal de vendas podem encontrar bons resultados ao vender no marketplace Wish, principalmente se souberem trabalhar com anúncios visuais.

Você já vende em marketplaces e quer aperfeiçoar sua estratégia? Ter uma operação integrada através de um hub é essencial para alavancar as vendas por esses canais. Quer saber mais? Clique no banner abaixo:

falar com o anymarket para melhorar a loja virtual

Encontrar o marketplace certo para sua indústria não é uma tarefa fácil, certo? Existem inúmeras opções e cada uma trabalha com um público específico. Por isso, uma escolha equivocada nessa hora pode determinar o sucesso ou fracasso de suas vendas online.

Só é possível ter anúncios otimizados, estar no topo das páginas de pesquisa e aumentar suas vendas se o meio em que o consumidor encontra seus produtos esteja bem alinhado com o público que você quer atingir.

Para te ajudar na busca da melhor vitrine para seus produtos vamos falar sobre algumas opções disponíveis e quais as vantagens que cada uma trás para seus produtos.

Sumário

Os marketplaces no Brasil

Atualmente, o maior marketplace do Brasil é o Mercado Livre, com mais de 60 milhões de produtos em seu site.

Mercado Livre

 Um dos seus diferenciais é que ele é o que chamamos de marketplace puro, isso porque diferente da maioria ele não anuncia propriamente nenhum produto, apenas vendedores cadastrados na plataforma.

O que é permitido vender no Mercado Livre?

A variedade de produtos permitidos nesse marketplace é muito grande, praticamente infinito.

Um ponto positivo do ML também é a facilidade em cadastrar um produto – basicamente você precisa criar uma conta e cadastrar o item que deseja vender, esse processo não leva mais que 5 minutos.

Por ser o maior marketplace da América Latina, o Mercado Livre é um dos sites que possui mais visitas na internet, por isso foram criadas diversas soluções que facilitam a experiência do usuário e tornam a jornada de compra mais simples e prazerosa.

Magazine Luiza

Esse marketplace é pioneiro em vendas online no Brasil. Conhecido por ser uma empresa moderna e organizada, Magazine Luiza pode ser considerado o primeiro comércio eletrônico do mundo.

Seu comércio online possui as melhores comissões do mercado e seu foco principal é a venda de móveis e eletrônicos, mas mesmo assim é possível anunciar outros tipos de produtos.

Se você possui uma indústria com foco no segmento de limpeza, petshop, beleza, uma boa alternativa é se cadastrar na Magazine Luiza – que há pouco tempo lançou uma nova integração chamada Mercado, onde é possível vender esses diferentes tipos de produtos.

Grupo Netshoes

Esse grupo engloba os marketplaces Netshoes e Zattini. Presentes no Brasil, Argentina e México, com mais de 20 milhões de clientes. Netshoes é considerado o maior marketplace da América Latina com foco em produtos esportivos. Zattini possui foco em produtos de moda e beleza.

Sua loja virtual possui integração com lojas físicas (Omnichannel), possibilitando o consumidor comprar no online e realizar a retirada em loja física.

O marketplace também possui diversas ferramentas que melhoram a experiência do usuário, como por exemplo o provador virtual – você coloca sua altura, peso e idade e o site calcula qual seria o tamanho ideal de determinada roupa para você.

O marketplace para sua indústria

Acabamos de falar do principais marketplaces no Brasil. Eles são muito grandes, possuem um público enorme e com certeza uma boa alternativa para muitas indústrias.

Mas não são os únicos, existe uma infinidade de marketplaces que também podem ser vantajosos para suas vendas online.

Com a internet, todo tipo de produto consegue achar sua linha de consumidor e por isso a cada dia são criados novos marketplaces para suprir necessidade de um mercado pulsante e crescente.

Aqui temos uma lista de todos os marketplaces integrados ao ANYMARKET.

Conclusão

Encontrar os melhores canais para vender seus produtos de sua indústria não é uma tarefa fácil. É preciso estar focado e ter muito bem definido qual o público que você pretende atingir.

 Por isso, vários marketplaces acabam por diversificar sua gama de produtos, tornando mais abrangente o leque de opções para indústrias venderem.

Caso você venda online ou está se planejando para começar, não deixe de conhecer o ANYMARKET, o hub de integração que amplia suas vendas com total segurança e estabilidade

 


Confira também: Marketplace Shein

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