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Com as novas transformações do varejo online e as inúmeras oportunidades que vêm surgindo no decorrer dos últimos anos, uma estratégia que se destaca ainda mais e passou a ser aplicada principalmente a partir de 2019 é o chamado O2O.

Sumário
  1. O2O (Online-to-Offline) 
  2. A influência do consumidor no O2O
  3. Empresas que estão investindo no O2O

O2O (Online-to-Offline) 

Brevemente, o O2O é a estratégia baseada em levar uma experiência de compras no mundo online (digital) para o mundo offline (físico). Como assim? 

Para ilustrar e facilitar o entendimento, O2O é a principal estratégia aplicada no Magazine Luiza atualmente, ou seja, o Magalu quer proporcionar uma experiência de compras em suas lojas físicas assim como já é conhecido no mundo online.

A possibilidade de utilizar, por exemplo, o Pick-up In Store (retirada em lojas) faz parte desse processo O2O aplicado nas grandes marcas do varejo físico e online. 

Mas é apenas uma ilustração, pois o O2O é muito mais que comprar online e retirar na loja física mais próxima do seu endereço! 

A influência do consumidor no O2O

O perfil do consumidor, principalmente falando de Brasil, ainda é muito diversificado, ou seja, muito provavelmente você conheça pessoas que ainda não confiam no varejo online.

Essas pessoas não são consumidores acostumados a comprar online, ou até mesmo têm preferência por ir até uma loja física para negociar com um vendedor e retirar o produto no ato da compra, passando por todos os setores da loja, pegando uma fila no caixa e aguardando uma pessoa ir até o depósito e buscar o seu produto. 

Mas você também sabe que a geração Y, ou mais conhecida como "Millennials", é uma geração conectada. Eles adoram consumir produtos online e desbravar o mundo digital, fazendo compras no Brasil, na China ou outros países, e não gostam de perder tempo em se deslocar até uma loja. Só querem ter uma nova experiência de compras e receber os produtos em casa sem precisar ir até um ponto físico ou pegar filas. 

As gerações influenciam diretamente nas oportunidades para atender todos os públicos e criar uma boa experiência de compras. Temos que pensar no público conectado, e também naqueles que podem ter que avaliar o serviço, trocar produtos e conversar com um especialista na loja física.

Para ilustrar mais um pouco, peguei um quadro de figurinhas que pode ajudar a entender ainda melhor a base de uma estratégia O2O: 

Canvas do modelo de negócios O2O

E não estamos falando apenas de produtos, mas também de serviços que podem ser oferecidos complementando uma compra de produto. Um exemplo é a venda de um Ar Condicionado junto ao serviço de instalação do equipamento. Ou até mesmo, apenas a venda de um serviço, mas que você não precisa esperar uma pessoa ir até sua casa ou você se deslocar a uma loja para orçar o serviço, mas fazendo a compra online de um serviço offline

Empresas que estão investindo no O2O

E na onda do O2O, a B2W ainda tem a iniciativa em desenvolvimento e anunciada em 2018, o drop off loja, onde o serviço B2W Entrega disponibilizará um novo modelo de coleta de pedidos para os sellers do B2W Marketplace, que poderão postar seus produtos nas Lojas Americanas. 

Ficou claro agora, o que é uma estratégia O2O (Onnline-to-Offline)? 

Para fechar o tema, sem falar de varejo, tem um App bastante conhecido, mas que se pensarmos bem, também oferece uma experiência O2O: O Tinder

Positivas ou negativas, o Tinder oferece interações digitais em que o usuário pode marcar encontros pessoalmente e conhecendo pessoas que estão cadastradas no aplicativo e buscam experiências físicas. 

As empresas estão observando as transformações e a adaptação à essas mudanças ganham força, muitas vezes mudam o rumo dos negócios, que antes eram pensados apenas em vendas, para experiências de compras. E o melhor, oferecem inovação e são bem recebidas pelos consumidores. 

 


Sobre o Autor

Leandro Ratz, é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET

Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de Marketplace para grandes marcas. Atualmente está no Anymarket, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.

Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização
em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.

A projeção da consultoria GFK estima que, em 2019, o faturamento da Black Friday deve crescer 4%. A data ganhou nos últimos anos uma forte aceitação do comércio de rua e shoppings, e em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao comércio eletrônico.

intenção de compra na Black Friday
Fonte: Google/Provokers

Para você que vende em marketplaces, esse será um ano de competir com o varejo de rua na hora de bater recordes de faturamento na Black Friday. Diante disso, o que fazer? Calma, a gente te ajuda!

Sumário
  1. 1 - Dê tempo ao consumidor
  2. 2 - Permita a retirada na loja
  3. 3 - Escolha anunciar produtos que vão girar o estoque

1 - Dê tempo ao consumidor

Uma pesquisa do Google mostra que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

"A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda", afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Quem trabalha com vendas está acostumado a usar a estratégia da urgência, e claro que ela funciona bem em vários contextos, mas nessa Black Friday a história é diferente. O consumidor está atento ao próprio bolso, está pensando mais, e por isso gosta de ter alguns dias a mais para pensar antes de finalizar a compra.

Essa também é uma grande vantagem do e-commerce e marketplaces em relação ao varejo de rua. É muito mais cômodo escolher em casa, com calma, do que sair na pressão de comprar tudo o que precisa sem deixar de pesquisar entre as lojas da cidade.

Por isso, aproveite as estratégias dos marketplaces que estendem o período de promoções. Alguns vão da quinta até a segunda, outros anunciam a Black Friday por uma semana inteira!

2 - Permita a retirada na loja

De acordo com a pesquisa, além do crescimento de interesse por comprar em lojas físicas, uma outra questão que explica as intenções do consumidor é o aumento do interesse pela opção de comprar na internet e retirar na loja.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção "retirar na loja" é muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday, e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

O motivo? Economia de frete. Com a reviravolta dos Correios neste ano, o consumidor que já é receoso com frete está cada vez mais inclinado a sair de casa e buscar o produto na loja assim que puder.

Os marketplaces sabem disso, e estão acelerando a expansão dessa opção. Estude essa possibilidade para as suas vendas na Black Friday!

3 - Escolha anunciar produtos que vão girar o estoque

Ainda na pesquisa feita pelo Google, as categorias mais esperadas pelos consumidores em 2019 foram mapeadas.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, estão:

Além das queridinhas, o Google observou um interesse maior em categorias um tanto... inesperadas. O consumidor está cada vez mais considerando a compra de consultas médicas, esfihas, gasolina, passagens e até imóveis na Black Friday. Tem espaço para todo mundo!

O mais importante é que você se lembre de não queimar seus produtos principais, seu carro-chefe. Anuncie o que está travando seu estoque!

Conclusão

Essa será uma Black Friday bem diferente dos últimos anos. O consumidor está cada vez mais entendendo o varejo físico e o e-commerce como uma coisa só, algo realmente misto em que ele pode aproveitar as vantagens de ambos.

A mente aberta não fica só nessa questão de "onde" comprar, mas também sobre "o que" comprar. Foi-se o tempo em que Black Friday era simbolizada por uma muvuca de pessoas em shoppings com televisões sobre os ombros. Hoje, cada um acompanha os preços pelos celulares e desktops, esperando aquela promoção para um novo smartphone, um novo tênis de corrida e, quem sabe, um lanchinho barato para mais tarde.

E você? Já está se adaptando aos novos hábitos de compra?

 


O e-commerce já é a preferência de 10 milhões de consumidores brasileiros, somando 42,8% dos pedidos online no país. Se você pretende expandir sua operação em marketplaces conquistando estes novos clientes que tem a loja nas mãos, você precisa saber como vender na Wish. 

Muitas pessoas querem saber se a loja Wish é confiável. Vamos falar sobre isso! 

Sumário
  1. O que é Wish: entenda o marketplace
  2. O que vender na Wish
  3. Diferencial da Wish
  4. Como funciona o MSRP para precificação na Wish
  5. Passo a passo para vender na Wish

O que é Wish: entenda o marketplace

Wish é um marketplace otimizado para compras pelo celular. A empresa nasceu mobile e mais de 90% das vendas são feitas pelo aplicativo. Em 2018, Wish foi o aplicativo de compra mais baixado do mundo.

O marketplace tem um algoritmo próprio criado por seu CEO, que saiu do Google em 2009 e passou seis meses em casa escrevendo um código que pudesse prever os interesses dos consumidores com base no seu comportamento de navegação. O sistema foi batizado de ContextLogic, que até hoje é o nome legal da empresa.

Criada em 2010, com sede em San Francisco, na Califórnia, a Wish está hoje entre as 6 maiores empresas de e-commerce do mundo, contando com mais de 500 milhões de usuários.

Além de ser uma das maiores anunciantes do Facebook, a Wish assinou um contrato de US$ 30 milhões para patrocinar o Lakers por três anos e já teve até o Neymar em uma das suas campanhas.

O Brasil já é um dos maiores mercados da plataforma e a Wish é confiável. Segundo o Google Fashion Trends 2018, o Wish é o sexto aplicativo mais usado no Brasil quando se fala em Varejo de Moda.

vender no wish com anymarket

Um dos diferenciais do aplicativo Wish é a pesquisa de produtos baseada em imagens. Com um feed interativo e fácil de usar, um usuário acaba olhando mais de 600 produtos antes de fazer a compra. De acordo com as preferências e buscas, é criado um feed personalizado para cada consumidor. Além disso, os jogos e promoções tornam a experiência da compra ainda mais divertida. 

O que vender na Wish

Com mais de 150K+ comerciantes ativos e 2 milhões de ordens diárias, a Wish oferece diversas categorias que o comerciante pode anunciar, incluindo:

Em relação ao público, 60% dos clientes da Wish têm menos de 30 anos. Logo, se o objetivo é vender para um público jovem, esse marketplace é uma oportunidade de aumentar a visibilidade e faturamento.

Leia também: Editar fotos para loja virtual em marketplaces de forma automática: isso é possível!

Diferencial da Wish

O diferencial desta plataforma deve estar no preço e imagens dos produtos. Por ser um marketplace focado em imagens, o feed é bem semelhante ao do Instagram.

Portanto, vale a pena usar da criatividade para apresentar os itens que serão vendidos. A dica é mostrar como o produto será utilizado, ao invés de somente uma foto do objeto estático.

Além disso, existe uma preocupação em ofertar preços acessíveis. Afinal, qual o cliente que não gosta de uma barganha? A Wish destaca muito o MSRP - Manufacturer’s Suggested Retail Price, uma ferramenta com o intuito de mostrar o desconto para que o cliente se se sinta fazendo um bom negócio.

Como funciona o MSRP para precificação na Wish

O MSRP funciona informando porcentagens de desconto com base no preço sugerido para produtos. Por exemplo, se o valor sugerido para um produto é de R$200 e o seller comercializa por R$100, o sistema informa ao cliente que ele está adquirindo o produto com 50% de desconto. Uma das vantagens é que o seller pode explorar seu outlet e vender produtos de coleções passadas.

O que é o Wish Express

Como um dos principais desafios da empresa hoje é a questão logística, sellers que fizerem parte do programa Wish Express e se comprometem a entregar as ordens em um prazo máximo de até 10 dias tem uma série de benefícios. Entre eles, 10x mais exposição em seus produtos.

Passo a passo para vender na Wish

Antes de mais nada, é importante lembrar que é obrigatório ter um CNPJ para vender no marketplace Wish.

Não há taxas para criar a loja e nem limite de produtos para serem adicionados.

Os passos são:

1) Crie sua loja gratuitamente em: merchant.wish.com

2) Adicione as informações da loja, responsável e dados de pagamento

3) Faça parte do programa Wish Express

3) Adicione seus produtos 

4) Configure o frete

Conclusão sobre vender na Wish

O marketplace Wish é uma ótima plataforma para quem deseja alavancar as vendas, principalmente para quem tem interesse em aproveitar as vantagens do e-commerce.

Comerciantes que vendem para um público jovem e estão procurando um novo canal de vendas podem encontrar bons resultados ao vender no marketplace Wish, principalmente se souberem trabalhar com anúncios visuais.

Você já vende em marketplaces e quer aperfeiçoar sua estratégia? Ter uma operação integrada através de um hub é essencial para alavancar as vendas por esses canais. Quer saber mais? Clique no banner abaixo:

falar com o anymarket para melhorar a loja virtual

Encontrar o marketplace certo para sua indústria não é uma tarefa fácil, certo? Existem inúmeras opções e cada uma trabalha com um público específico. Por isso, uma escolha equivocada nessa hora pode determinar o sucesso ou fracasso de suas vendas online.

Só é possível ter anúncios otimizados, estar no topo das páginas de pesquisa e aumentar suas vendas se o meio em que o consumidor encontra seus produtos esteja bem alinhado com o público que você quer atingir.

Para te ajudar na busca da melhor vitrine para seus produtos vamos falar sobre algumas opções disponíveis e quais as vantagens que cada uma trás para seus produtos.

Sumário

Os marketplaces no Brasil

Atualmente, o maior marketplace do Brasil é o Mercado Livre, com mais de 60 milhões de produtos em seu site.

Mercado Livre

 Um dos seus diferenciais é que ele é o que chamamos de marketplace puro, isso porque diferente da maioria ele não anuncia propriamente nenhum produto, apenas vendedores cadastrados na plataforma.

O que é permitido vender no Mercado Livre?

A variedade de produtos permitidos nesse marketplace é muito grande, praticamente infinito.

Um ponto positivo do ML também é a facilidade em cadastrar um produto – basicamente você precisa criar uma conta e cadastrar o item que deseja vender, esse processo não leva mais que 5 minutos.

Por ser o maior marketplace da América Latina, o Mercado Livre é um dos sites que possui mais visitas na internet, por isso foram criadas diversas soluções que facilitam a experiência do usuário e tornam a jornada de compra mais simples e prazerosa.

Magazine Luiza

Esse marketplace é pioneiro em vendas online no Brasil. Conhecido por ser uma empresa moderna e organizada, Magazine Luiza pode ser considerado o primeiro comércio eletrônico do mundo.

Seu comércio online possui as melhores comissões do mercado e seu foco principal é a venda de móveis e eletrônicos, mas mesmo assim é possível anunciar outros tipos de produtos.

Se você possui uma indústria com foco no segmento de limpeza, petshop, beleza, uma boa alternativa é se cadastrar na Magazine Luiza – que há pouco tempo lançou uma nova integração chamada Mercado, onde é possível vender esses diferentes tipos de produtos.

Grupo Netshoes

Esse grupo engloba os marketplaces Netshoes e Zattini. Presentes no Brasil, Argentina e México, com mais de 20 milhões de clientes. Netshoes é considerado o maior marketplace da América Latina com foco em produtos esportivos. Zattini possui foco em produtos de moda e beleza.

Sua loja virtual possui integração com lojas físicas (Omnichannel), possibilitando o consumidor comprar no online e realizar a retirada em loja física.

O marketplace também possui diversas ferramentas que melhoram a experiência do usuário, como por exemplo o provador virtual – você coloca sua altura, peso e idade e o site calcula qual seria o tamanho ideal de determinada roupa para você.

O marketplace para sua indústria

Acabamos de falar do principais marketplaces no Brasil. Eles são muito grandes, possuem um público enorme e com certeza uma boa alternativa para muitas indústrias.

Mas não são os únicos, existe uma infinidade de marketplaces que também podem ser vantajosos para suas vendas online.

Com a internet, todo tipo de produto consegue achar sua linha de consumidor e por isso a cada dia são criados novos marketplaces para suprir necessidade de um mercado pulsante e crescente.

Aqui temos uma lista de todos os marketplaces integrados ao ANYMARKET.

Conclusão

Encontrar os melhores canais para vender seus produtos de sua indústria não é uma tarefa fácil. É preciso estar focado e ter muito bem definido qual o público que você pretende atingir.

 Por isso, vários marketplaces acabam por diversificar sua gama de produtos, tornando mais abrangente o leque de opções para indústrias venderem.

Caso você venda online ou está se planejando para começar, não deixe de conhecer o ANYMARKET, o hub de integração que amplia suas vendas com total segurança e estabilidade

 


Confira também: Marketplace Shein

A área de sucesso do cliente é um modelo novo de trabalho em muitas empresas e corporações, geralmente é mais utilizada em startups de tecnologia que oferecem algum tipo de serviço SaaS e tem o público corporativo como cliente, o chamado B2B (Business to Business).

Com ações que geralmente são baseadas em retenção de clientes (Churn) e na venda de novos produtos ou serviços de um ecossistema relacionado ao produto ou aditivos no contrato atual no caso de serviços (Upsell). Mas a área de Customer Success tem muito mais a oferecer, além de trabalhar essas duas responsabilidades da área.  

Sumário

Materializar Resultados

Apesar da dificuldade em materializar o resultado de algumas ações indiretas e mostrar números que comprovem esses resultados, além de apenas cancelamentos de contratos ou o aumento de receita por aditivos. O CS é também uma área de apoio interno e externo dentro das empresas. 

Ter um profissional de relacionamento e com certo nível de conhecimento dentro de uma reunião entre executivos e times de TI ou operacionais é fundamental para alinhamento de expectativa entre as partes e um constante acompanhamento a partir daquela reunião. 

Essa prática leva a uma melhor comunicação entre as partes o que facilita alcançar os objetivos que deveriam ser solucionados na reunião. Por isso, o profissional direciona direta e indiretamente uma melhor relação entre as diferentes equipes.

Um perfil muito próximo de um gerente de projetos, porém com um feeling comercial, comunicativo, proativo e capacitado para solucionar problemas, até mesmo auxiliando áreas internas como o suporte/SAC ao cliente. 

O Customer Success

Basicamente, o Customer Success é a área responsável por agregar valor ao serviço prestado ou na utilização de um produto comercializado pela empresa que geralmente requer manutenção ou atualizações constantes. 

Na DB1, grupo de empresas de tecnologia ligadas ao desenvolvimento de sistemas e softwares, sediada em Maringá, no Paraná, a cultura do Customer Success é ponto chave para oferecer uma experiência única aos clientes, seja de qualquer serviço oferecido.

“Além de um time de suporte especializado, o CS de cada unidade tem a responsabilidade de trazer para dentro da empresa demandas de clientes a missão de acompanha-las para então fazer a real entrega de valor, executando as tarefas e envelopando as entregas concluídas aos clientes e parceiros”. Confirma: Leandro Ratz, responsável pelo sucesso do cliente no ANYMARKET, startup ligada ao grupo. 

O resultado pode ser muito mais que apenas reter clientes dentro da empresa ou vender novos serviços, a área pode ser responsável por ações disruptivas dentro das organizações, fidelizar os clientes, dividir e compartilhar conhecimento com as áreas internas e agregar valor para novos contratos e serviços que vão aumentar a receita de vendas e faturamento mensal da empresa. 

Sobre o Autor

Leandro Ratz, é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET

Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de Marketplace para grandes marcas. Atualmente está no Anymarket, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.

Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização
em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.

 


 

Sabemos que todo e-commerce precisa aumentar as vendas para atingir seus objetivos de crescimento. Contudo, aqui no Brasil, é muito comum que profissionais de marketing busquem aumentar as vendas focando esforços apenas na aquisição de novos clientes, esquecendo a importância da retenção.

Muitas vezes sem saber, ao deixar a retenção de lado, perdem chances de aumentar as vendas.

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Por falarmos em retenção, você sabia que o email marketing pode ser um grande aliado para aumentar seu nível de recompra?

Sim, o email marketing é o canal mais poderoso para reter clientes no e-commerce! Por mais antigo que seja, o e-mail é ainda a forma mais eficaz de você atingir um grande volume de pessoas com a mensagem certa, personalizada, e na hora certa.

Usando uma boa ferramenta de email marketing e a estratégia adequada, o e-mail se torna um canal imbatível para aumentar o seu nível de recompra.


Bem como dissemos antes, o fato é que a maioria das empresas simplesmente não adota estratégias focadas em retenção, e talvez isso ocorra por puro desconhecimento dos resultados que podem ser atingidos.

Você já parou para pensar sobre isso? Quantos negócios você poderia ter gerado se investisse em ações de retenção?

Se ainda está em dúvida, veja alguns motivos para focar em retenção de clientes no e-commerce:

Sumário
  1. Por que reter clientes?

Por que reter clientes?

Dito isso, separamos abaixo 3 dicas para você iniciar hoje mesmo uma estratégia de retenção usando email marketing. Aplicando estas 3 dicas, você estará incentivando a recompra em seu e-commerce.

Vamos lá!

Como reter clientes

1. Entenda o seu nível atual de recompra

Tudo em marketing digital precisa ser mensurado. O que não é medido, não pode ser gerenciado, por isso começamos analisando algumas métricas para saber onde estamos no que se refere à retenção.

Existem 2 métricas importantes para medir:

Taxa de Recompra

Indica o percentual de clientes recorrentes em relação ao total de clientes de um período.

Fórmula:

Quantidade de clientes recorrentes  X 100

Total de clientes

Ticket Médio de Recompra: Ticket Médio, em R$, dos clientes recorrentes em determinado período

Fórmula:

Receita total (R$) dos clientes recorrentes  X 100

Quantidade de clientes recorrentes

Você precisa obter estes números mensalmente. Para iniciar, sugerimos que obtenha cada uma destas métricas acima para os últimos 12 meses do seu negócio, usando um simples software de planilhas como o Excel para fazer cálculos e registrar dados.

2. Use o email marketing com foco em retenção

A maioria dos e-commerces brasileiros, de um modo ou outro, envia email marketing.

Se você deseja aumentar a retenção de maneira consistente, precisa ter atenção a alguns pontos fundamentais.

Um dos maiores problemas no que se refere a email marketing é não fazer nenhum planejamento. Sim, muitas empresas decidem o que incluir na campanha de e-mail um dia antes do envio (ou até no mesmo dia!), sem nenhum critério claro para escolher o tema da campanha, a linha de assunto, os destinatários, e muito menos os produtos que estarão no conteúdo.

Sem planejamento, o que vemos na prática é: uma frequência irregular, variando muito os dias da semana e os horários de envio e, muitas vezes, um volume de campanhas muito baixo para gerar boa presença da marca na cabeça do consumidor.

Por isso, recomendamos que você crie o hábito de planejar suas campanhas no horizonte mensal, definindo 5 pontos para cada campanha:

Quando você fizer o Planejamento Mensal, pense que irá definir apenas os 5 pontos acima, antes do mês iniciar, para todo o mês seguinte. O ideal é montar este planejamento até o dia 25 do mês, para o mês seguinte inteiro.

Você não precisará, nesse momento, escolher os produtos de cada campanha. Deixe isso para ser feito mais próximo do envio, até 4 ou 5 dias antes, sem problemas.

Fazendo este Planejamento Mensal e cumprindo os envios nas datas e horários planejados, você já estará a frente da maioria dos e-commerces brasileiros.

E sim, o simples ato de ter envios em dias e horários fixos, já é uma estratégia de retenção! Se você cumprir este planejamento, com 3 campanhas semanais, por exemplo, já é um ótimo começo.

É importante ressaltar que no planejamento não deve haver apenas campanhas promocionais. Considere incluir de 2 a 4 campanhas mensais com conteúdo útil para sua audiência.

Outra alternativa, caso não queira enviar campanhas apenas com conteúdo, é incluir conteúdo educativo nas campanhas promocionais, junto aos produtos.

Lembre-se que é importante ajudar sua audiência, não apenas com seus produtos, mas também com dicas práticas que ajudem pessoas a realizarem seus objetivos!

Se você ainda não possui uma solução que segmente automaticamente seus clientes pelo comportamento de compra, é possível iniciar fazendo o trabalho pelo Excel, usando sua plataforma de e-commerce ou ERP como fonte de dados.

Recomendamos que você busque, uma vez a cada 15 dias, os dados abaixo para cada cliente seu que finalizou pedido e pagou nos últimos 15 dias:

Tendo estas informações em uma planilha, basta importá-las no seu software de email marketing, e assim você poderá criar alguns segmentos interessantes, como por exemplo:

Comprou Whey Protein 90 dias atrás

Não fez pedido nos últimos 6 meses

Não fez pedido nos últimos 12 meses

Uma vez que seus clientes começam a ficar agrupados em segmentos com base nesses dados, ficará muito fácil enviar a eles uma campanha direcionada, oferecendo alternativas para repor o estoque que deve estar acabando, ou então oferecendo uma vantagem para que ele volte a comprar de você se estiver há muito tempo sem nenhuma compra.

Uma automação de marketing simples que ajuda a fidelizar o cliente é a de Feliz Aniversário. Sim, se você possui a data de nascimento dos seus clientes, uma ótima estratégia é enviar uma campanha automática, no dia do aniversário, parabenizando pela data e, se possível, oferecendo algo como presente.

Acredite: essa ação é muito poderosa! Quem não gosta de se sentir especial no seu aniversário? Você vai se surpreender com o retorno que pode obter com esse tipo de automação

E outra automação a ser habilitada, uma vez que você possua os dados do último pedido em sua solução de email marketing, é recomendar reposição de produto, caso seu cliente esteja dentro da segmentação correspondente.

Além da automação de feliz aniversário, comece habilitando estas outras duas automações:

Reposição de produto: envie uma campanha de reposição de estoque, diariamente, a quem fez pedido de determinado produto há “x” dias e deve estar no momento de recompra.

Aproveite para sugerir produtos relacionados que tenham valor maior, pois essa pode ser uma chance de gerar nova compra com maior valor. Se você possui frete grátis, deixe bem claro nesta campanha!

Isso pode significar um grande aumento no Ticket Médio de Recompra.

Reconquista: envie 1x ao mês uma campanha para quem está há mais de 6, 9 ou 12 meses sem realizar pedidos em sua loja, se possível com uma vantagem que possa estimular a recompra.

3. Mensure os resultados

Aplicando as estratégias sugeridas acima, você deverá medir se isso tudo trouxe o resultado esperado ou não.

Sabendo o Ticket Médio de Recompra após a aplicação das estratégias, compare o mesmo com o Ticket Médio geral da loja, certamente perceberá que os clientes recorrentes estão fazendo pedidos de maior valor.

Estas são as 3 dicas que você pode e deve aplicar já no seu negócio para aumentar seu nível de recompra.

É importante ressaltar, porém, que o potencial de recompra varia muito conforme o segmento do seu negócio. Existem segmentos com alto potencial de recompra, como por exemplo: cosméticos, suplementos alimentares, moda, saúde/bem estar, calçados, petshop, hobbies, etc.

Todos os segmentos citados acima terão naturalmente mais facilidade para obter resultados com estratégias de retenção, pois vendem produtos que acabam depois de algum tempo e normalmente pessoas buscam comprar um igual ou similar.

Se você atua em segmentos com menor nível de recompra, como por exemplo casa/decoração ou ar condicionado, as estratégias de retenção, por melhor que sejam pensadas e aplicadas, trarão um resultado muito inferior.

Conclusão

Dessa forma, fica a dica: avalie bem o seu segmento antes de focar na retenção. Se o seu segmento tem alta taxa de recompra, aposte firme e comece já! Se não possui, vá com calma, faça pequenos testes, e vá evoluindo a medida que perceba melhores resultados.

Para ajudar a definir e implementar toda a estratégia de retenção através de e-mail marketing, existem soluções parceiras do ANYMARKET como a Mailbiz, que oferece tanto a tecnologia necessária como serviços de Consultoria em email marketing para aumento de vendas.

Caso queira saber mais sobre como evoluir seus resultados com e-mail marketing converse com um especialista da Mailbiz clicando aqui .

 


Marketplaces têm sido a alternativa inteligente para inúmeros e-commerces no Brasil e no mundo. Com o surgimento de novas ferramentas e novos espaços para sellers, temos um movimento de crescimento muito forte de indústrias em marketplaces.

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Hoje, o comércio em marketplaces corresponde a 5% do varejo sem o B2B, e com todo esse crescimento surge também espaço para industrias entrarem na jogada. Afinal, uma fatia tão grande de mercado é dificilmente deixada de lado por grandes empresas.

‘’É preciso que indústrias olhem para margens dos marketplaces com muita atenção, já que não é a indústria que vai gerir isso, vai passar para algum distribuidor, e por isso é preciso ter cuidado com a política de preço, conflito de canais, entre outros pontos que existem por trás da venda nos marketplaces.’’

André Santos – Supervisor Comercial da Mercado Envios
Sumário
  1. Indústrias – por que vender em marketplaces?

Indústrias – por que vender em marketplaces?

Adotar essa prática pode trazer vários benefícios para indústrias, indo muito além de receita pela venda diretas ao consumidor.

 É claro, existe um potencial imenso de geração de receita para industrias em marketplace no Brasil, mas mais que isso, a aproximação de um mercado novo e moderno as deixa um passo à frente a modernização estrutural de sua empresa.

O que quero dizer com isso?

Nos dias de hoje, estar presente no meio online é o passo essencial para se manter competitivo no mercado.

 Nos próximos anos o crescimento de receita movimentada nesse meio deve crescer muito, e com isso, cada vez mais consumidores irão preferir consumir através de plataformas online.

 Por isso, para qualquer empresa que deseja se manter atual e competitiva é muito importante entrar nesse mercado, e quanto antes entrar, mais familiarizado e preparado para essas situações estará.

A importância de uma estratégia bem definida

Entender a precificação, gestão de fretes e conciliação entre plataformas são aspectos importantes ao começar a vender online. Muitas coisas acabam sendo parecidas entre o físico e virtual, mas mesmo assim o vendedor não pode deixar passar por despercebido nenhum desses pontos, pois são eles que vão gerar o diferencial da marca e com isso torná-la bem-sucedida.

A indústria depende de volume de produção para ter baixos custos. Esse volume, junto com um giro rápido de estoque não é possível de ser feito por meio de vendas ao varejo, assim, é preciso fazer vendas B2B.

Quando pensamos em quais são os segmentos que mais se enquadram nas vendas em marketplaces vemos indústrias que desenvolvem produtos para o consumidor final, como roupas, móveis, e outros bens de consumo.

Isso é mais um potencial para vendas do que um limitador, uma das vantagens de vender online é grande diversificação de público que pode ser atingida. Como seu produto está disponível na internet, qualquer pessoa com algum tipo de interesse consegue facilmente encontra-lo.

Essa questão está muito associada a ter uma boa presença online, uma marca forte e uma boa equipe por trás de seus anúncios, atendimento e suporte ao cliente.

Mas isso fica para um próximo artigo, certo?

Conclusão

O crescimento de indústrias em marketplace é tendência em todo o mundo, por isso as indústrias devem estar atentas e preparadas para se inserirem nesse mercado. Ainda há tempo e quem estiver consciente desse crescimento com certeza terá vantagens em relação aqueles que não estão se atualizando.

 


Se fosse fácil, todos estariam fazendo... Mas esse artigo não será sobre ser fácil ou difícil atender bem o consumidor online da região nordeste do nosso Brasil.

O objetivo é mostrar a grande oportunidade que existe por traz de uma região ainda com baixo investimento no comércio online, porém com potencial de crescimento acima das demais regiões do nosso país nos próximos anos. 

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Por meio dos números e dados sobre vendas online no Brasil, principalmente para essa região, você poderá gerar vários insights para começar a trabalhar a experiência do cliente nessa região do Brasil, e melhor: começar a investir mais em tecnologia, logística e infra de forma geral para atender cada vez melhor esse público, principalmente no e-commerce. 

O e-commerce teve crescimento de 12% no último semestre conforme mostra os dados do Ebit|Nielsen no último Webshoppers 40º, e já vem registrando um crescimento bastante acelerado ano a ano. Porém, o destaque ainda é a região Sudeste, que detém aproximadamente 57% do consumo online no país. 

Sumário
  1. O crescimento do e-commerce no Nordeste

O crescimento do e-commerce no Nordeste

Gráfico do Webshoppers sobre o volume de vendas online no primeiro semestre

Com uma representatividade alta no e-commerce brasileiro, a região Sudeste registrou um crescimento de 6% em 2018 comparado ao mesmo período de 2017. 

Porém o grande destaque desse último levantamento é a região Nordeste do Brasil. 

O Nordeste registrou em 2018 um faturamento de R$ +7 bilhões, alcançando uma representatividade no comércio online de 13,2% e o maior crescimento comparado a todas as demais regiões do país. Totalizando +27% em crescimento comparado ao mesmo período de 2017. 

Gráfico da Ebit mostrando que o Nordeste é a região que mais cresce em 2018

Analisando números dos anos anteriores, nós podemos concluir que a região Nordeste teve uma alta evolução no desenvolvimento do e-commerce. É um mercado potencial tanto para os grandes varejistas com atuação no digital, quanto para médias e pequenas empresas que atuam no comércio online no Brasil. 

A participação do e-commerce na região Nordeste era de 10,3% em 2016 e subiu para 10,9% no ano seguinte em 2017. Saltando então para 13,2% em 2018

Regiões geográficas e o mapa de compra do e-commerce

Em faturamento, já no 1S19 (1º semestre de 2019), a região já registra R$ 3,3 bilhões em faturamento e um crescimento de 2% nessa primeira metade do ano, em que as vendas no online costumam ser menores comparado a segunda metade do ano, onde temos datas sazonais como o Dia dos Pais, Semana do Brasil, Black Friday e Natal

Conclusão

A região Nordeste do país definitivamente é uma região forte no consumo do Brasil, isso é um incentivo para que empresas de todos os setores, e não apenas do e-commerce, façam investimentos e busquem alcançar cada vez mais esse público. 

É mais evidente ainda quando vemos empresas como o Magazine Luiza investindo em pontos físicos nessas regiões do Brasil, como o Norte e o Nordeste. Com o objetivo de alcançar mais volumes de vendas e otimizar as entregas que ainda é um dos maiores desafios para o e-commerce brasileiro. 

Quem sair na frente, sem dúvida, terá os benefícios de fidelizar a região e ganhar a confiança desse consumidor, além de surfar junto aos números crescentes das vendas do e-commerce nordestino. 

Sobre o autor

Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET.

Com experiência no varejo, e-commerce e marketplace, tem atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.

Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, em São Paulo - possui especialização em Omnichannel para varejo pela VTEX.


O dia do cliente foi criado no ano de 2003 e é comemorado no dia 15 de setembro, visando desenvolver uma relação de fidelidade entre comerciantes e os consumidores. A data proposta pelo especialista em Marketing e Recursos Humanos, João Carlos Rego, se apresenta como uma das maiores oportunidades do mês para os varejistas. 

Geralmente o mês de setembro costuma ser um dos mais fracos para o comércio, já que antecede datas como Black Friday e Natal, onde existe um pico muito grande de compras. O próprio governo está incentivando o consumo nesse mês do ano, lançando o projeto "Semana do Brasil" onde alguns varejistas do país devem oferecer produtos com desconto por ter isenção de impostos como por exemplo: IPI e ICMS. 

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Sumário

 Como você pode aproveitar essa data para alavancar suas vendas online? 

Essa pode ser a sua melhor oportunidade para trabalhar a experiência de compras e fidelizar clientes para os próximos meses onde temos a Black Friday, por exemplo. 

Isso porque, se você oferecer uma excelente experiência de compra ao consumidor no Dia do Cliente, com certeza esse mesmo comprador vai procurar sua empresa para as próximas compras. 

Aproveite para lançar cupons de descontos e vale-compras, incentivando o seu cliente a aproveitar as compras na Black Friday 2019 que acontece em 29 de novembro e também no Natal em 25 de dezembro. Isso poderá te trazer uma recorrência de compras e sem dúvidas esse cliente estará fidelizado a sua marca se você oferecer a ele uma boa experiência, 

Outro ponto bastante importante, além da experiência de compra e da fidelização do cliente nessa data, deve ser a extensão do Dia do Cliente, para a Semana do Cliente. 

Alguns varejistas já adotaram essa estratégia onde, em vez de oferecer ofertas e promoções apenas por um único dia, eles oferecem bons preços durante uma semana inteira. 

 Isso pode fazer toda a diferença. 

Se você trabalha com diversas categorias, use uma categoria por dia, planeje essa ação para oferecer os melhores preços do E-commerce e você verá o resultado ao final da semana. Aqui não tem segredo, se você oferecer o melhor preço da internet e suas ofertas estiverem atreladas a campanhas do Google Shopping por exemplo, sem dúvidas você terá bons resultados. 

Isso também vale para os canais de Marketplace! 

Os grandes varejistas investem muito forte em mídias, por isso essa é uma boa hora para você aproveitar e expor ainda mais seus produtos nas vitrines dos marketplaces. 

Se você trabalha com mais de um canal de vendas, experimente uma precificação personalizada, já que a maioria deles têm diferentes comissões por não oferecer preços diferentes para cada canal. 

Mais uma vez, esses canais também investem no Google, dessa forma, se você tiver o melhor preço entre os seus concorrentes, o seu produto certamente ganha o Buy-Box no canal te trazendo um ótimo resultado em vendas. 

Além desses insights que você pode trabalhar melhor para a o seu negócio online, se você tiver também lojas físicas, aproveite para treinar seu time de vendas, receber muito bem seus clientes e melhor que isso, ofereça na Semana do Consumidor diferenciais que podem levar o seu cliente do online para o físico como, por exemplo, estratégias de Pick-up In Store, onde o cliente faz a compra online e retira o produto em um ponto físico.  

E também o contrário, ofereça a entrega do produto ao consumidor que for até o seu ponto físico. No caso de uma compra para presente, por que você não se encarrega de fazer todo o trabalho de "entrega surpresa" a quem é presenteado? 

A minha dica para você vender mais no Dia do Consumidor ou Semana do Consumidor é: Pense fora da caixa para oferecer uma experiência diferente ao consumidor. 

Conclusão

Aproveitar datas especiais para aumentar as vendas é uma ótima estratégia para sellers. Procure sempre encontrar maneiras de trazer seu cliente para mais perto da sua loja, isso conta muito na hora das vendas.

Espero que você finalize essa leitura com bons insights e aplique no seu negócio, aproveite as datas sazonais do varejo e multiplique suas vendas.


Sobre o autor

Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET

Com experiência no varejo, e-commerce e marketplace, tem atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas. Atualmente está no ANYMARKET e é responsável pelas contas estratégicas na plataforma.

Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, em São Paulo - possui especialização em Omnichannel para varejo pela VTEX.

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