Uma virada de chave, o “novo normal”, transformação digital, pode chamar como quiser, mas o ano de 2020, será um marco histórico para o E-commerce brasileiro, e esse artigo é justamente sobre esse grande marco na história do digital no Brasil e toda a trajetória para chegarmos onde chegamos hoje, ainda dinâmico e acelerado, também vale lembrar as expectativas a partir deste marco.

Sumário
  1. Uma breve retrospectiva do e-commerce no Brasil:
  2. E então chegamos em 2020!
  3. Começa a história do novo e-commerce brasileiro

Uma breve retrospectiva do e-commerce no Brasil:

Em 2005 segundo dados do Ebit, o E-commerce transacionava cerca de R$ 1 bilhão/ano, e desde 2001, já tinha um crescimento considerável, porém, dentro da normalidade, já que ano a ano, até então em 2005, o crescimento era em torno de 0,2 a 0,3 bilhões ao ano.

Nos 5 anos seguintes entre 2005 e 2010, o E-commerce já estava em um ritmo mais acelerado de crescimento. Registrou em 2010 R$ 6,7 Bilhões, com crescimento em percentual, comparado ao ano anterior (2009) por exemplo, de aproximadamente 40%.

De 2010 a 2015, o faturamento do comércio eletrônico triplicava indo para R$ +18 Bilhões e desde então vem crescendo até o ano de 2019.

Só a nível de comparação, de 2018 a 2019 o crescimento registrado em percentual foi de 12%, sendo o mesmo de 2019 para o ano atual de 2020, também com crescimento de 12%.

E então chegamos em 2020!

Muito provavelmente teríamos mais um ano de crescimento no e-commerce, e vínhamos notando uma aceleração de alguns fatores mais específicos, por exemplo o M-commerce, as compras via dispositivos móveis já havia ultrapassado os 50% das compras online, também estávamos falando muito sobre o Omnichannel, onde as empresas estavam transformando suas operações físicas em multicanais.

Além disso, as grandes indústrias, também já se movimentavam, mesmo que lentamente, para atender o consumidor final, e aderirem ao modelo D2C (Direct-to-consumer).

Esses eram alguns movimentos que já estavam acontecendo, mas de certa forma, sem uma grande expressividade, O M-Commerce cada vez mais popular com a facilidade de compras por smartphones e outros dispositivos móveis, o Omnichannel ainda saindo do papel para a realidade e o D2C que ainda gerava desconfianças e um certo preconceito pela competição com os varejistas que ainda havia de ser encarada.

Pois bem, até aqui vimos que o E-commerce estava em crescimento e que algumas iniciativas pontuais estavam ajudando nesse processo, que estava acontecendo naturalmente dentro das projeções e expectativas do setor.

O que não estava nas projeções e também entre os fatores que estavam influenciando a digitalização, foi a pandemia do coronavírus (COVID-19). Esse fator veio como um balde de água fria, inicialmente, que entre os meses de Fevereiro e Março de 2020, derrubou as ações do varejo, fechou grandes empresas do comércio físico, impactando diretamente na economia brasileira e assustando também as empresas do E-commerce, que, naquele momento não saberiam prever se seria bom ou ruim mas só se sabia que, a partir de então, a rotina não seria mais a mesma e todas aquelas projeção que vinham sendo trazidas desde 2001, poderiam não fazer mais sentido, já que, o esperado para 2020, seria grandemente impactado, seja positivamente ou negativamente.

Inicialmente um caos!

A mídia só trazia notícias negativas e talvez não daria para ser diferente, porém, aquele movimento trouxe pânico e muitas incertezas aos empresários, empreendedores e trabalhadores.

Com o fechamento do comércio físico e o isolamento social, deixando a maior parte da população dentro de casa, o digital ganhou o foco central e não diferente, o E-commerce brasileiro passou a ser visto como a “salvação” das grandes varejistas e de certa forma a “válvula de escape” para as PMEs.

Era o momento em que o E-commerce deixava de ser uma opção de vendas, para ser necessidade de sobrevivência das empresas!

Começa a história do novo e-commerce brasileiro

A partir de Abril de 2020, a história sobre o novo E-commerce brasileiro começa a ser reescrita, agora no centro das atenções e com um crescimento fora do comum.

Foi então, quando começaram a se questionar quem havia feito a transformação digital das empresas, se eram de fato os grandes nomes por trás das grandes organizações ou se seria a pandemia. Os dois!

A pandemia acelerou todos os processos de digitalização das empresas, sejam elas apenas do mundo físico, onde passaram a trabalhar de forma remota, online, via aplicativos e com ajuda das redes sociais, onde todos estavam conectados naquele momento, então as empresas que ainda não estavam conectadas, se viram sem opções e logo tomaram decisões importante a fim de estarem presentem também no Digital.

O e-commerce explodiu!

Não posso generalizar, afinal, nem todas as categorias ou empresas inseridas no E-commerce tiveram êxito, mas pude acompanhar o crescimento de +1.500 empresas que tinham alguma presença digital, principalmente as inseridas nos canais de marketplace.

Com o fechamento do segundo trimestre de 2020, o Ebit que sempre teve uma influência e participação muito grande nos resultados do E-commerce brasileiro, não demorou para trazer os números. E confirmando o que já estava sendo esperado, trouxe o resultado exponencial das operações digitais, com um faturamento de R$ +38 Bilhões no E-commerce brasileiro, apenas dentro dos seis primeiros meses do ano. Um crescimento, se comparado aos seis primeiros meses também de 2019, em percentual de aproximadamente 47%.

O crescimento não deve parar por aí, e com certeza veremos isso nos próximos fechamentos do Ebit sobre o segundo semestre de 2020!

Sem criar grandes expectativas, o movimento do mercado, nos traz com segurança que, com esse novo E-commerce brasileiro, temos agora +7 milhões de novos e-consumidores (consumidor digital), que estarão aptos a comprarem pela segunda vez ou mais vezes nos próximos meses, e que, teremos um novo público conectado aguardando datas como a Black Friday e Natal, por exemplo.

Ou seja, oportunidades não vão faltar para as empresas que tomaram a decisão de se digitalizar, seja antes ou durante esse grande marco do E-commerce no Brasil.

Não podemos prever o futuro com certeza, mas sem dúvidas, 2020 foi um ano de transformação real no mindset de muitos CEO’s, diretores e gestores de organizações que antes, não priorizavam o comércio eletrônico, ou não tinham uma visão mais aberta sobre os consumidores digitais.

Além das inúmeras evoluções em tecnologia, logística, atendimento, experiência do cliente e outras frentes que se somam a esse grande resultado que tivemos durante e agora, com o pós-pandemia.

Estejam preparados para o novo E-commerce brasileiro, uma nova realidade, totalmente digitalizada, com um publico mais dinâmico, exigente e pronto para consumir sem preconceitos e medos. Onde empresas estarão cada vez mais presentes no digital, próximas do consumidor e atentas as mudanças que esse mercado proporciona, frente as inúmeras oportunidades que surgem no dia a dia das operações online.

Sobre o autor

Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET. maior Hub de integração com marketplaces da América Latina.

Multi CDs significa múltiplos centros de distribuição, ou seja, o lojista possui vários centros de distribuição de seus produtos por todo o Brasil, em que se não for tratado, afeta diretamente no custo do frete. Por exemplo: se tenho um produto que pode sair de SP, mas também pode sair de BA; no momento em que eu realizar uma cotação de frete onde o comprador é do nordeste, faz mais sentido em termos de lucratividade e custo, o lojista enviar o produto dele da BA e não de SP.  

No ANYMARKET utilizamos o nome 'Local de Estoque' para se referir a Centros de Distribuição (CD).  

Sendo assim, é possível cadastrar vários locais de estoque no ANYMARKET, fazendo com que também seja possível que um produto/sku esteja em mais de um local de estoque.  

Sumário
  1. Cadastro de Local de Estoque 
  2. Cadastro de Estoque 
  3. Regras de Logística 
  4. Pontos de Atenção:  
  5. Exemplo prático de cenário:  

Cadastro de Local de Estoque 

Para cadastrar um local de estoque, basta ir em Estoque > Local de Estoque e clicar no botão 'Novo'.  

 

Multi CDs

É necessário informar:  

Tendo mais de um local de estoque cadastrado no sistema, torna possível que um sku esteja em mais de um local de estoque.  

Para realizar a adição de um estoque de um produto já cadastrado em outro estoque, basta acessar Estoque > Listagem de Estoque e clicar no botão 'Novo'.   

Cadastro de Estoque 


 

 

 

Com a possibilidade dos produtos saírem de locais de estoque diferentes, existem alguns pontos que precisam ser respondidos com o cenário de multi cds:   

  1. Qual informação de estoque será encaminhada para os marketplaces se tenho o mesmo sku em vários locais de estoque, cada um com sua quantidade de estoque?  
  2. Qual informação de crossdocking será encaminhada para os marketplaces se tenho o mesmo sku em vários locais de estoque, cada um com sua informação de crossdocking? 
  3. Quando um pedido de um sku que está em mais de um local de estoque, de qual local de estoque ele será decrementado?  
  4. Quando acontecer uma cotação de frete, de qual local de estoque que será cotado?  

 

Respostas:  

 

  1. Qual informação de estoque será encaminhada para osmarketplacesse tenho o mesmo sku em vários locais de estoque, cada um com sua quantidade de estoque?  

 

R: Existe um parâmetro em Configurações > Parâmetro para indicar se o lojista deseja encaminhar a somatória das quantidades ou a menor quantidade ou a maior quantidade entre os locais de estoque.  

 

Obs.: Esse parâmetro é ignorado em caso de o lojista estiver utilizando regra de logística ativa com condição de Prioridade no sistema. Nesse caso, a quantidade de estoque encaminhada para os marketplaces será do local de estoque que estiver priorizado no momento, ou seja, ativo e não zerado conforme ordem definida na regra.  

 

  1. Qual informação decrossdockingserá encaminhada para os marketplaces se tenho o mesmo sku em vários locais de estoque, cada um com sua informação de crossdocking? 

 

R: É encaminhado o maior crossdocking entre os locais de estoque ativos do sku em questão.  

 

Obs.: Em caso de o lojista utilizar regra de logística ativa com condição de Prioridade no sistema, o crossdocking encaminhado será pro local de estoque que estiver priorizado no momento, ou seja, ativo e não zerado conforme ordem definida na regra.  

 

  1. Quando um pedido de umskuque está em mais de um local de estoque, de qual local de estoque ele será decrementado?  

 

R: Do estoque que possuir maior pontuação no sistema. Existe uma estrutura de pontuação para tomar essa decisão e regras de logística onde é possível priorizar um local de estoque conforme determinadas condições. 

 

Pontuação:  

 

  1. Quando acontecer uma cotação de frete, de qual local de estoque que será cotado?

 

R: Novamente, do estoque que possuir maior pontuação no sistema. Existe uma estrutura de pontuação para tomar essa decisão e regras de logística onde é possível priorizar um local de estoque conforme determinadas condições.
  

Com a estrutura de regras de logística, é possível influenciar na prioridade dos locais de estoque disponíveis.  

Regras de Logística 

Existe dois tipos de regra de logística disponível no sistema para cadastro hoje:  

 

Para cadastrar uma regra de logística, basta acessar Estoque > Regras de Logística e clicar em 'Novo'.  


 

Com a condição de 'Prioridade', é necessário definir a ordem dos locais de estoque:  

 

Com a condição de 'Estado', é necessário indicar de quais Estados um determinado local de estoque atende com prioridade:  

 


 

Obs.: Ainda é possível realizar filtros de skus, categorias e marcas, caso deseje. 

 

  

Pontos de Atenção:  

  1. Não é possível existir duas regras de logísticas ativas ao mesmo tempo e que sejam de condições diferentes, ou seja, não é possível ter uma regra de logística ativa de Estado e uma regra de logística ativa de Prioridade ao mesmo tempo, pois elas são conflitantes;  
  2. Não é possível existir duas regras de logísticas ativas ao mesmo tempo e da mesma condição, porém, uma com filtros e outra sem filtros, pois seria necessário a escolha de somente uma regra pra ser levada em consideração;  
  3. Caso haja mais de uma regra de logística com a condição de Estoque e com o mesmo Estado em mais de uma regra, a regra de logística ativa com data de cadastro mais antiga terá prioridade.

Com as regras de logística cadastradas e ativas no sistema, precisamos entender a regra de pontuação.   

Pontuação 

Regra de pontuação para cotação e decremento de estoque para Multi CD's:  

  1. Os estoques que possuem o sku que está sendo cotado frete ou que está no pedido importado, estão ativos? Se não, não estão aptos e recebem pontuação 0;  
  2. Se sim, verificamos: esses estoques que estão ativos estão com quantidade de estoque? Se não, não estão aptos e recebem pontuação 0;  
  3. Se sim, então recebe pontuação 1; 
  4. Existe regra de logística cadastrada e ativa para tais estoques? Se não, então continua a pontuação anterior; 
  5. Se sim, existe mais de uma regra com o mesmo Estado (condição de Estado)? Se sim, então considera a regra mais antiga cadastrada para a pontuação;  
  6. Se não, se existe somente uma regra cadastrada e ativa, então adiciona 3 pontos nos estoques que possuem regra de logística para aumentar suas pontuações; 
  7. Realiza-se a soma das pontuações  
  8. Realiza-se a ordenação dos estoques conforme suas pontuações  
  9. Existem empate de pontuação? Se não, ok 
  10. Se sim, desempata pela quantidade de estoque maior disponível 
  11. Ainda existe empate na quantidade maior de estoque disponível? Se não, ok  
  12. Se sim, então desempatamos pela data de movimentação de estoque mais antiga.  

Exemplo prático de cenário:  

 

LOCAIS DE ESTOQUE ATIVOS  SKUS  CUSTO  QUANTIDADE DE ESTOQUE  CROSSDOCKING  REGRA DE LOGÍSTICA - ESTADO 
PR   X  120,00  4  10  PR / RJ 
PR   Y  77,00  10  10  PR / RJ 
PR   Z  170,00  3  12  PR / RJ 
SC  X  135,00  5  5  ES / SC 
SC  Y  70,00  7  7  ES / SC 

 

Na tabela acima temos as seguintes informações:  

 

Considerando que o parâmetro de qual estratégia de quantidade de estoque encaminhar para o marketplace estiver com o valor de 'Encaminhar a somatória das quantidades', então temos:  

 

Para o sku X:  

 

 

Para o sku Y:  

 

 

Supondo que um pedido para entregar no Paraná seja importado para o ANYMARKET com as seguintes informações:  

 

SKUS  QUANTIDADE 
X  2 
Y  3 

 

 

Na tabela acima temos as seguintes informações:  

 

Dessa forma, vamos verificar qual vai ser a logística de acordo com as priorizações configuradas.  

Para o sku X:  

 

Para o sku Y: 

A última sexta-feira de novembro é conhecida mundialmente por sellers e lojistas virtuais, tendo em mente que é uma das datas mais assertivas para realizar vendas. Por isso, contar com um ebook para a Black Friday 2021, que contemple o pré, o durante e o pós da operação é um grande diferencial de mercado.  (mais…)

Um aumento de 12%. Esse número poderia ser sobre qualquer outro assunto, mas ele é exatamente o aumento de novos consumidores que realizam sua primeira compra no e-commerce, desde o começo da pandemia.

Com as lojas físicas fechadas e as pessoas precisando manter o distanciamento social a todo custo, as compras nas lojas virtuais e marketplaces subiram consideravelmente, e alguns segmentos viram crescimento com mais de 100%. É como no caso dos brinquedos, por exemplo, que registrou uma alta de 434% segundo a ABComm e a E-Commerce Brasil, logo no começo da pandemia.

Porém, engana-se quem acredita que o crescimento do e-commerce aconteceu apenas por causa da pandemia. Antes mesmo dela, em 2018, o e-commerce cresceu 12% e faturou R$ 53,2 bilhões segundo a Ebit/Nielsen. Já em 2019, o crescimento foi de 22,7%, faturando R$ 75,1 bilhões, em relação a 2018, segundo o relatório NeoTrust 2ª edição.

Com o alto e acelerado crescimento, o e-commerce passa a ser não apenas uma opção para a época de pandemia, mas principalmente para as empresas que querem crescer expandindo seus negócios para outras regiões, onde seu negócio físico não consegue chegar e o marketplace tem papel fundamental nesse crescimento.

Sumário
  1. ADESÃO AOS MARKETPLACES
  2. O CASE MANIA VIRTUAL

ADESÃO AOS MARKETPLACES

Para se ter ideia de como os marketplaces estão crescendo no Brasil, somente no primeiro semestre de 2019, eles cresceram 13%, o e-commerce, de modo geral cresceu 12%. Já o faturamento, por sua vez, foi de R$ 17, 6 bilhões, enquanto o e-commerce faturou R$ 26, 4 bilhões, segundo a E-Commerce Brasil.

Ainda segundo a E-Commerce, 95% das pessoas que compram online, compram com frequência em markertplaces, o que mostra a força desses canais de venda.

E aqui no ANYMARKET, um dos marketplaces que mais vendem é a Via Varejo, detentora das marcas Ponto Frio e Casas Bahia. E se essas duas empresas têm grande representatividade no comércio físico em todo território nacional, imagina a representatividade dela no mercado online, onde além da possibilidade de vendas para qualquer região, ela conta com um serviço exclusivo de entrega do produto no ponto físico no dia seguinte.

E traçando uma estratégia de venda matadora e sendo uma das lojas que mais vendem na Via Varejo, hoje trazemos um case de sucesso do ANYMARKET + Via Varejo: a Mania Virtual.

O CASE MANIA VIRTUAL

A empresa iniciou suas atividades ainda em 2005, quando decidiram levar para o mundo do e-commerce uma loja de confiabilidade e credibilidade de eletrônicos. Uma das políticas mais importantes da empresa é a preocupação em dar um bom atendimento ao cliente, ter uma boa nota na plataforma e manter a rentabilidade sem cair a qualidade dos produtos.

Entretanto, com o decorrer dos anos, a Mania Virtual foi acrescentando em seu portfólio com produtos de informática, beleza e saúde. E hoje, eles atingiram mais de cinco mil produtos em seu site e mais de dois milhões de clientes de todas as regiões do Brasil.

Pensando em como expandir os negócios e se desenvolver ainda mais no mundo digital, a empresa passou a planejar a estratégia de expansão com os marketplaces, sem deixar a loja virtual de lado.

Assim como muitos lojistas, a Mania Virtual também se preocupou em traçar uma estratégia onde o marketplace acabava sendo um canal de vendas a mais para a empresa e não mais um concorrente, que poderia roubar suas vendas.

E se por ser uma loja maior, as pessoas acreditam que ela não teve problemas iniciais com a estratégia de expansão, enganam-se, pois mesmo zelando pelo atendimento excelente, a empresa afirma que atender o cliente com bom preço, diante da concorrência acirrada que só cresce dia pós dia é uma das maiores dificuldade até hoje, imagina quando tinham que controlar vários canais ao mesmo tempo!

Segundo a empresa, a decisão de ir para os marketplaces, além da expansão dos negócios, era dar maior visibilidade à marca, um maior apoio na época da crise dos caminhoneiros (que foi quando a empresa decidiu colocar essa proposta em ação) e uma melhor negociações de comissões para produtos específicos, exposições e visibilidade no site.

A Via Varejo surgiu apenas depois da entrada nos marketplaces e esse foi um dos principais desafios. A empresa afirma que por estar mais acostumada com as ferramentas dos concorrentes, como o Mercado Livre, por exemplo, inicialmente, ela teve dificuldades iniciais, mas que foram sanadas com um estudo mais profundo do canal.

O Gerente de Marketplace da Mania Virtual afirma que entrar na Via Varejo não era algo aleatório e sem conhecimento, muito pelo contrário, a Via Varejo sempre apareceu no topo dos cinco melhores marketplaces para lojas virtuais venderem e que isso foi o fator decisivo para a persistência no canal, mesmo frente ás dificuldades iniciais.

E segundo a empresa, essa foi a decisão mais acertada que eles tomaram, depois que entraram para o mundo digital. Hoje a Via Varejo é o canal mais rentável da empresa e mesmo em meio a pandemia, continua com o título de maior canal de vendas da Mania Virtual.

E quando falamos do futuro, a Mania Virtual consegue ver apenas boas coisas. Segundo a empresa, o crescimento é certo, pois a tendência é que cada vez mais o cliente procure facilitar sua vida com procedimentos rápidos e a compra pela internet nada mais é do que pesquisar e ter garantia do menor preço de forma rápida, eficaz e pratica.

A além da categoria de eletroeletrônico e beleza, a Via Varejo tem muitos outros canais de venda. Por isso, com certeza sua empresa poderá estar aqui, sendo um case junto com esses grandes sellers! E para se tornar um vendedor é bem simples! Basta clicar aqui, preencher um formulário e aguardar seu cadastro ser aprovado.

Depois disso, você poderá usar sua plataforma do ANYMARKET para cadastrar seus produtos e vender com uma estratégia bem montada e focada em seu negócio, assim como a Mania Virtual faz! Venha ser um case Via Varejo no ANYMARKET!

Uma coisa é certa: ninguém nessa vida cresce sozinho! E essa regra pode ser aplicada tanto às pessoas Físicas como as Jurídicas. Isso mesmo, as empresas também não crescem sozinhas e isso é um fato! Lutar uma batalha por dia, matar um leão por dia são as frases mais usadas para expressar a luta diária de empresas que se esforçam para crescer e serem reconhecidas em um cenário onde a concorrência está cada vez mais acirrada.  

Mas e seu eu te dissesse que tem uma maneira, não menos árdua, porém mais próxima e menos dolorida de crescer no mercado? E ainda oferecer todas as soluções possíveis para seus clientes, se tornando referência no mercado? 

Isso é possível e já está presente em muitas empresas. O nome dessa fórmula (que parece mágica, mas é puro trabalho) chama-se Canal de Parcerias e eu vou te explicar um pouco mais como ele pode te ajudar. 

 

Sumário
  1. UM CANAL DE PARCERIAS DE VERDADE 
  2. PENSANDO EM TODO O ECOSSISTEMA 
  3. CRIANDO UM OBJETIVO 
  4. O CANAL DE PARCERIAS NÃO PRECISA SER DE PARCEIROS ÚNICOS 

UM CANAL DE PARCERIAS DE VERDADE 

Tem muitas empresas que trabalham com um setor de parcerias e que é até bem estruturado, mas que acaba deixando o parceiro de lado.  

Você ter um canal de parcerias onde o seu principal foco é qualquer outro, menos ter uma aproximação de seus parceiros e um ganho de todo o ecossistema, é a mesma coisa que você ter um setor de vendas e pensar em qualquer coisa, menos em vender e com isso, satisfazer seu cliente. 

Quando falamos de um canal de parcerias empresarial, esse canal tem que ser pensado em não apenas ter parceiros que te indiquem, mas também, que você indique a eles. É um clássico ganha-ganha, que permite às empresas crescerem juntas, se estruturando e ganhando mercado com seus esforços, em conjunto.  

Você também pode usar um canal de parcerias para oferecer serviços que você não tem em sua empresa, mas que podem ser interessantes ao seu cliente.  

 

PENSANDO EM TODO O ECOSSISTEMA 

Um ótimo exemplo, pode ser o nosso próprio hub de integrações aqui, o ANYMARKET. Hoje, não temos serviços de frete e nem pretendemos ter, pois nosso foco é em marketplaces, porém, nossos clientes querem e precisam desse serviço para enviarem seus produtos ao consumidor final, depois que vende em um dos nossos canais de venda.  

Ao invés de fazer o cliente ter que fazer pesquisas, procurar quem pode ajudá-los lá fora e correr o risco ainda de encontrarem uma empresa que não é confiável, porque não indicar um parceiro, em quem confiamos e que sabemos que poderá atender bem o nosso cliente, com a mesma rapidez e qualidade que fazemos? 

Outro exemplo é um ERP. Uma empresa precisa ter seu controle fiscal, e isso o ANYMARKET não faz e nem pretende fazer, porque mais uma vez, esse não é o nosso foco! Por que então, não termos parcerias com ERPs que consigam fazer esse controle fiscal e de estoque, por exemplo, e oferecer um parceiro que tenha o mesmo atendimento que o nosso? 

Tudo isso pode fazer parte de uma estrutura muito grande para o seu negócio e contar com parceiros que estão ali, com você, de verdade e que dão atenção a você e aos seus parceiros, é uma estratégia de crescimento sustentável que pode ajudar e muito o seu reconhecimento de mercado em menos tempo, com menos custos do que se você contratasse uma empresa de publicidade, por exemplo.  

 

CRIANDO UM OBJETIVO 

Um fator determinante na hora de criar um canal de parcerias para a sua empresa é: qual o objetivo que você quer com esse canal?

Claro que a indicação de leads de ambas as partes é o que ajuda o canal a ser sustentável e até mesmo rentável para todas as empresas envolvidas, afinal de contas, ninguém vive sem clientes, que são os responsáveis pelo faturamento, mas tenha em mente algo a mais que isso. Entenda o que realmente você precisa e quer com esse canal de parcerias e quais os objetivos que ele vai te ajudar a alcançar.  

Por exemplo: quero ficar reconhecido no mercado como o melhor hub de integrações de marketplace da América Latina. Então irei preparar todos os pontos, dentro de casa e depois, oferecer essa condição aos meus parceiros, principalmente, entregando esse meu objetivo, para que após meus parceiros comparem a minha ideia, possa passar para seus clientes e assim, as indicações vão fazendo outras indicações e crescendo toda a rede de reconhecimento 

Outro exemplo é caso você queira oferecer um ecossistema mais amplo e mais seguro para seus clientes. Daí, vale a pena você escolher parceiros que compartilhem da mesma ideia de atendimento que você e até mesmo, fechar um contrato de exclusividade, onde vocês se indicam entre vocês e não abre a concorrência para outras empresas, tendo a certeza da troca de leads e ainda a indicação de serviços que valem a pena.  

 

O CANAL DE PARCERIAS NÃO PRECISA SER DE PARCEIROS ÚNICOS 

Outro fator que toda empresa precisa entender é que, apesar das empresas fecharem parcerias com outras empresas, que podem concorrer entre si, por exemplo: mais de uma empresa de transporte, mais de uma plataforma de e-commerce e assim por diante, é extremamente importante se manter a ética entre essas empresas do ecossistema de parcerias.  

É inadmissível que você troque informações confidenciais de empresas concorrentes e até mesmo as que não concorrem diretamente entre si. Tudo que você souber de uma empresa deve ser guardado apenas para si e no primeiro questionamento de outras empresas, você deve mostrar que não se sente confortável ao passar informações de outras empresas.  

Por ser um canal comercial, mas ainda assim, mais amigável que o vendas em si, o canal de parcerias costuma ter uma camaradagem que pode ser confundida com uma grande amizade por isso, a troca de informações entre parceiros é comum. Grandes amizades, inclusive, podem surgir dos envolvidos no canal de parcerias, entretanto, você deve ponderar se você gostaria que determinada informação de sua empresa fosse revelada para o concorrente, antes de contar uma informação para outra empresa.  

O ideal é montar um contrato com cláusulas de confidencialidade entre as empresas e garantir que as informações importantes sejam mantidas em sigilo, com probabilidade de multa. Mesmo se escolhendo os parceiros certos, às vezes algo pode escapar e você deve se proteger e proteger as empresas que estão acreditando em sua parceria.  

Um canal de parcerias é uma grande vantagem competitiva para as empresas que os utilizam com todos os recursos necessários e pode fazer a sua empresa grande no mercado em bem menos tempo do que se você tentasse fazer tudo sozinho. Vamos ser parceiros? 

Os números do novo Coronavírus, também conhecido como Covid-19 estão claros: além de não conseguirmos achatar a curva de contaminação, os números continuam crescendo. Se há algumas semanas comemoramos a abertura do comércio físico, hoje, voltamos com o fantasma dos serviços não essenciais (aqueles serviços que não são necessários e nem básicos à existência humana) serem fechados sem período para reabertura.  

Atualmente, no Brasil, em torno de 88% das cidades brasileiras já têm algum caso de Covid-19 registrado e as capitais dos estados já têm números altamente significantes.  

Acredita-se que assim como aconteceu inicialmente, as empresas tendem a fechar suas portas e aderir a um novo isolamento social, isso se algumas cidades não tiverem que adotar a medida de lockdown (que é quando as cidades fecham 100% os seus serviços, mantendo apenas hospitais, farmácias e supermercados abertos e com regra rígida de circulação de pessoas por vias públicas) nos próximos dias, como forma de evitar um aumento ainda mais trágico dos casos.  

Prestes a viver esse fantasma de fechar as portas novamente, muitos segmentos já se prepararam para atuar não mais apenas por telefone ou aplicativos de mensagens instantâneas como o WhatsApp, mas também, de modo online 

As preocupações são várias: onde vender, como vender, para quem vender, como anunciar, como tirar foto, como mostrar o uso, como continuar com aquele face a face que faz tão bem na hora da venda, as entregas. Mas as empresas, se quiserem ver suas vendas continuarem, uma coisa é certa, o meio digital é o melhor.  

 

Sumário
  1. APOSTE NAS LOJAS VIRTUAIS E NOS MARKETPLACES 
  2. ESTRATÉGIA LOGÍSTICA 
  3. A ESCOLHA DA FORMA DE ENTREGA 
  4. O SISTEMA DE TRANSPORTE NA PANDEMIA 

APOSTE NAS LOJAS VIRTUAIS E NOS MARKETPLACES 

Para quem está em dúvida em como deverá vender se as portas do físico se fecharem (ou se elas continuarem fechadas, como tem acontecido em algumas cidades pelo Brasil) as vendas online é a melhor opção.  

Seja por loja virtual, tendo um ambiente próprio e totalmente customizável ou por marketplaces, onde as primeiras vendas costumam ser mais fáceis e os investimentos costumam ser menores inicialmente, vender de maneira digital, sem o contato com o público, nesse momento, pode ser uma medida, não apenas para evitar que as atividades das empresas parem, mas principalmente, a fim de conquistar um público que antes, seria impossível apenas com a loja física.  

Agora, porém, você deve estar se perguntando: mas como posso escolher entre um e outro, se até uns dias desses, eu nem sabia o que eram? 

O ponto é muito simples: na loja virtual, você precisará desenvolver seu próprio espaço, pode levar mais tempo, mas com seu próprio espaço, as regras são suas! Você pode colocar o preço, condição de pagamento, de venda e de entrega como quiser. É a mesma coisa que a sua loja física, só que no mundo digital! 

Já para quem quiser mais agilidade e menos investimento inicial, os marketplaces são a saída! Com um público mais cativo e muitas vezes fiel, os marketplaces permitem aos lojistas exibirem seus produtos de maneira mais fácil e rápida, basta cadastrar nesses canais, ter seu cadastro autorizado e cadastrar os produtos dentro da plataforma.  

Segundo Luis Pivesso, agora é a hora de se vender online, pois muitos estudos e matérias dos grandes players do E-commerce já garantem um crescimento do comercio eletrônico. Importante lembrar que é uma crise passageira, mas principalmente o Marketing vai aprender muito com isso, muitas empresas estão readequando seus orçamentos de campanhas publicitárias e aplicando esse valor no e-commerce.  

Outro motivo da readequação das verbas foram os cancelamentos de feiras e eventos presenciais, nesse momento que alguns projetos, como desenvolvimento de app para venda voltam a serem discutidos para impulsionar os e-commerces. 

A opção por uma ou outra vai muito de acordo com a estratégia da empresa, mas uma coisa é fato: a partir do momento que se decide vender online, deve-se ter a consciência também que esse produto deve ser entregue e a maneira como você irá realizar a entrega, fará toda a diferença.  

 

ESTRATÉGIA LOGÍSTICA 

Hoje, a estratégia logística da empresa é uma das mais importantes para a administração como um todo, principalmente, se essa empresa é digital. A partir do momento que o cliente não tem contato com o vendedor e nem a loja física em si, ele não tem aquele contato físico, que para muitos compradores ainda é mais importante e traz muito mais confiança na hora de “bater o martelo”. 

Além disso, as fraudes que acontecem no meio digital também não são as melhores conselheiras de quem está começando a comprar online. E por isso, você terá que ter paciência e levar ao pé da letra tudo que promete ao cliente, quando o assunto é a entrega do produto.  

Na verdade, manter o que promete ao cliente, com relação a qualidade e prazo não vale apenas para quando o cliente é novo, mas principalmente, para o que já são seus clientes ou que já têm costume de comprar digitalmente.  

Tenha em mente que a logística não é apenas o envio do produto, mas desde o envio do fornecedor para o seu estoque, todo o processo de armazenagem e embalagem, envio ao cliente e retorno, caso ele queira trocar o produto ou não gostar dele.  

Todo esse processo deve ser feito com cuidado, os estoques devem estar de acordo com as especificações dos fornecedores e testes devem ser feitos, esporadicamente quando o assunto é umidade e calor.  

Entretanto, a logística fica ainda mais importante quando falamos do transporte do produto até o cliente. Hoje, praticamente 100% das entregas de produtos aos seus destinatários são feitas pela estrada, por meio de transportadoras ou o serviço de postagem brasileiro, os Correios.  

Entretanto, em meio a pandemia é importante notar que muitas delas adotaram medidas de proteção para evitar a disseminação do vírus pelas caixas e pelos próprios produtos distribuídos.  

E se a preocupação com as transportadoras são os fechamentos, por causa da pandemia, Felipe Ferrão da Go fretes é categórico:

"As pessoas não precisam se preocupar. As transportadoras uma forte consciência do seu papel para que o abastecimento de mercadorias de todo Brasil continue circulando normalmente. Tanto a parte administrativa e principalmente os caminhoneiros sabem desta responsabilidade e não devem parar em nenhum momento e nem diminuírem suas viagens".  

A ESCOLHA DA FORMA DE ENTREGA 

Hoje, algumas empresas possuem seu próprio sistema de entrega, como por exemplo a B2W, que possui uma empresa de logística que entrega seus produtos e de seus sellers (que atuam no marketplace deles) e até mesmo, têm contrato fora do ecossistema B2W. 

Entretanto, para que não é tão grande assim, há também outras maneiras de ter um sistema de entrega que funcione e que não cause prejuízos aos negócios. E essa é a palavra a ser observada: prejuízo.  

Isso mesmo! Se você não tiver uma estratégia de frete consistente e forte, você poderá ter prejuízo na hora de enviar o produto, por isso, tenha atenção na hora de cadastrar o peso e tamanho do produto, pois daí já começa sua estratégia de entrega.  

A partir desses dados é que você deverá decidir qual o caminho deverá tomar. Para produtos tóxicos ou perigosos como óleo de motor, veneno, entre outros, as transportadoras são sempre a melhor decisão, pois os correios não transportam líquidos e nem produtos perigosos, independente do peso e do tamanho. Já para produtos pequenos e leves, o ideal é a entrega pelos Correios, que acaba saindo mais barato, principalmente, se você tem um bom contrato com eles.  

Já, quem quiser utilizar os serviços de uma transportadora para o seu negócio, eles são os melhores para produtos grandes, frágeis, pesados ou que precisam de mais segurança no transporte como celulares, televisores, videogames, entre outros. 

Ainda segundo ele, agora é a hora das empresas investirem em transporte, pois após esta crise, devemos ter um grande aumento no volume de entregas devido a uma demanda reprimida que deve surgir após a normalização da economia. 

O SISTEMA DE TRANSPORTE NA PANDEMIA 

O ANYMARKET desenvolveu uma pesquisa com empresas de transporte para entender ainda melhor como anda o cenário, tendo em vista que o problema com o COVID-19 ainda não tem previsão de término, apesar das vacinas já estarem em pleno desenvolvimento.  

Apesar de não ter parado, o setor de transportes tomou medidas para proteger quem trabalha com o negócio e quem está sempre em contato com os produtos que são enviados.  

Segundo Mário Rodrigues, CEO da Frete Rápido, o setor não deve parar, pois é um dos serviços essenciais no país. Segundo ele: “A logística é fundamental para o funcionamento de toda cadeia de suprimentos. Seja ela relacionada ao comércio online ou não. O fato é que há medidas protetivas adotadas pelas empresas de transporte, mas ainda que exista o impacto do coronavírus com relação às compras, algumas demandas são postergadas, outras, aumentam exponencialmente, como é o caso dos produtos de saúde.” 

Ele afirma ainda que os cuidados têm sido redobrados nesse período de pandemia com o afastamento de pessoas do grupo de risco e o desenvolvimento de algumas atividades em home office, as empresas têm frisado o cuidado com a higienização, além da distância segura entre as pessoas. No caso das transportadoras, há a entrega sem o contato físico, onde a assinatura ou a comprovação de entregas é feita via aplicativo. 

Luis Pivesso da Diretor da DataFrete ainda afirma que para quem quiser utilizar os sistemas dos Correios, não há motivos de preocupação, já que o sistema é o mais utilizado em todo o país e dificilmente sofrerá alguma alteração. O especialista ainda afirma que uma mudança brusca no processo é quase impossível, pela tradição da empresa e das atividades.  

Ele acredita que um ponto de atenção são as transportadoras menores, que com o aumento dos prazos de entrega sendo cada vez mais comum entre as grandes transportadoras, pode ser o momento de elas ganharem espaço com o varejo digital.  

Segundo Mário, as empresas precisam se adequar e se preparar para atender as demandas que o mercado tem fornecido. Seja para o transporte em si ou em tecnologia, os investimentos serão necessários para que haja redução de custos, como a comprovação de entregas, que reduz as fraudes, tanto para o lojista, quanto para a empresa de transporte. 

Atualmente, é essencial realizar a fidelidade de clientes para manter as vendas sempre na alta.  Nesse sentido, é primordial traçar as estratégias mais eficientes para melhor atender clientes, afinal, fidelizar clientes no e-commerce é um desafio diário para qualquer empresa.

Muitos empresários não sabem, mas fidelizar clientes pode ser de 5 a 7 vezes mais barato do que conquistar novos, segundo Philip Kotler, um dos grandes nomes do marketing no mundo.

Apesar de ser menos trabalhoso fidelizar ou manter um cliente fidelizado, também é necessário dispor de algumas estratégias, com ações que buscam estreitar o relacionamento e deixar o consumidor sempre com a ideia de que comprar na sua loja significa fazer um bom negócio.

Pensando nisso, separei este post para mostrar com uma loja virtual pode ter ajudar  a fidelizar seus clientes. Confira!

Sumário
  1. Várias formas de pagamento
  2. Oferecer brindes
  3. Tenha um one page checkout
  4. Possua uma plataforma fácil e intuitiva
  5. Crie um programa de fidelidade

Várias formas de pagamento

Em uma loja virtual é possível oferecer várias formas de pagamentos para que os clientes escolham como desejam pagar!

O fato de o seu e-commerce contar com várias formas de pagamento fará com que o consumidor enxergue esse ponto como um benefício e diferencial.

Além disso, ofertar o pagamento com “apenas 1 clique” fará com que o consumidor ganhe mais agilidade no momento da finalização de suas compras.

Oferecer brindes

Surpresas positivas sempre serão bem-vindas, por isso, busque maneiras de superar as expectativas dos consumidores e o melhor jeito é oferecendo brindes.

Compreender o comportamento dos consumidores é a base para o desenvolvimento dessas estratégias. Por isso, sempre pesquise e converse com essas pessoas para entender quais são as suas necessidades e busque solucioná-las.

A ação de fidelizar clientes no e-commerce é realizada por meio do bom relacionamento com os clientes em qualquer etapa do processo de contato com sua marca.

Com a loja virtual, você pode colocar o produto de brinde automaticamente no carrinho do cliente com o valor grátis. Isso servirá de impulso para realizar a compra e, além disso, irá melhorar a satisfação do mesmo.

Tenha um one page checkout

O one page checkout é um modelo de pagamento e de finalização de compra, que auxilia, principalmente, na taxa de conversão, mas também pode aumentar suas vendas e fidelizar clientes.

 

Nesse formato, o checkout é feito em uma página única e isso ajuda a evitar o abandono de carrinhos e, consequentemente, melhora a experiência de compra. Ou seja, em vez de cinco páginas, o cliente finaliza sua compra em uma única etapa!

 

Hoje em dia, as pessoas estão mais apressadas e, por conta disso, buscam facilidades e agilidade, sobretudo, quando se trata de dados obtidos via internet. E é isso que o one page checkout busca: rapidez, praticidade e sucesso! Por isso, o one page checkout é tão importante para a fidelização!

 

Se você quer saber mais sobre o one page checkout, leia esse artigo sobre o assunto!

Possua uma plataforma fácil e intuitiva

Possuir uma loja virtual de fácil acesso e que seja intuitiva a seus usuários, é de fundamental importância para que os usuários não abandonem a sua loja virtual, bem como otimizar ao máximo o processo de checkout, o qual falamos anteriormente. Ao acessar uma página com clareza de informações e a qual as ferramentas funcionam normalmente, certamente se tem uma segurança e rapidez de navegabilidade muito maior.

 

Para isso é preciso ter uma plataforma de e-commerce de qualidade. A iSET é uma Plataforma de E-commerce completa para criar uma loja virtual que realmente tenha resultados. Na iSET você encontra todos os recursos necessários para criar uma loja do zero ou vender pela internet de forma mais lucrativa!

Crie um programa de fidelidade

Os famosos programas de fidelidade podem ser uma ótima alternativa para fidelizar seus clientes com a sua loja virtual e dar um tratamento diferenciado aos consumidores que já compram com frequência na sua loja.

Geralmente, um programa de fidelidade premia clientes por meio de um processo de pontuação, ou seja, quanto maior o número de produtos ou valor de compras realizados pelo consumidor, mais pontos ele ganhará. Depois de acumular determinada pontuação, ele poderá trocar por prêmios, itens da loja, descontos, etc.

O mais interessante desse programa, são as inúmeras possibilidades de vantagens que podem ser oferecidas aos clientes. Outro item que deve ser definido é quanto vale cada ponto: quanto menos valer um ponto, mais o cliente terá que comprar para obter vantagens consideráveis, e vice-versa.

Qualquer que seja a estratégia adotada em seu programa de pontos, o cliente terá mais um motivo para se manter fiel à sua empresa. Todo consumidor busca facilidades, vantagens e até mesmo comodidade, características que o programa engloba e entrega com excelência. E, como já se sabe, um cliente fiel, além de gerar lucro, faz uma boa propaganda, veste a camisa e até defende a empresa quando necessário.

Gostou do post? Deixe seu comentário e veja mais conteúdos deste tipo em nosso blog!

 

Este artigo foi desenvolvido pela iSET: uma Plataforma de e-commerce completa para criar uma loja virtual que realmente tenha resultados, onde você encontra todos os recursos necessários para criar uma loja do zero ou vender pela internet de forma mais lucrativa.

 

Investir nas redes sociais para e-commerce é uma excelente maneira de divulgar a loja e atrair mais clientes. Uma grande vantagem disso é que o gasto é baixo ou sequer impacta o seu orçamento - caso ainda não possa investir em impulsionamento.

Porém, para aumentar as chances de ter bons resultados, é necessário ter um bom planejamento de redes sociais e um pouquinho de paciência. Neste artigo, falamos um pouco mais sobre isso. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

Sumário
  1. A importância das redes sociais sobre as vendas online
  2. 5 dicas para ter sucesso na sua estratégia
  3. Sobre o Bume

A importância das redes sociais sobre as vendas online

As redes sociais são bem democráticas: têm um público bem diverso e pode ser explorada tanto por pequenas empresas (que ainda estão iniciando as atividades) quanto pelas grandes marcas.

Elas também servem como vitrine para expor os seus produtos, mas não apenas isso. São um excelente canal para divulgar conteúdo de qualidade e até mesmo para atendimento do seu público e seus clientes.

É uma oportunidade de mostrar qualidade, tanto dos produtos quanto das relações, e com isso, cativar ainda mais os clientes em potencial. Com planejamento e cuidado, é possível guiá-los pelo seu funil de vendas e fazer com que eles fechem a compra.

Os benefícios de fazer um planejamento eficiente de redes sociais para e-commerce

Ter um planejamento de redes sociais para e-commerce é fundamental para ter um bom desempenho. A seguir, mostramos os benefícios que uma boa estratégia pode proporcionar para o seu negócio.

Maiores chances de converter seguidores em clientes

Com conteúdos que qualidade e um bom atendimento, você aumenta consideravelmente a chance de atrair um público ainda maior e amplia as chances de transformá-los em clientes. Dependendo da experiência de compra e do relacionamento estabelecido, é possível fidelizá-los.

Aumento no faturamento

Conseguir mais clientes é sinônimo de aumentar o faturamento da sua loja virtual. Se você conseguir gerenciar bem os seus custos, é bem provável que os seus lucros também aumentem. Então, suas finanças agradecem.

Possibilidade de ter seguidores-fãs

Já notou como algumas marcas têm verdadeiros fãs? Netflix e Lola Cosmetics são bons exemplos de empresas que têm seguidores fiéis, engajados e até mesmo defensores. Cativar o público com os posts, criar e manter um bom relacionamento e interagir sempre que possível é uma forma de "prender" as pessoas e fazer com que elas simpatizem com sua marca.

5 dicas para ter sucesso na sua estratégia

Já sabemos que o uso das redes sociais para e-commerce é benéfico e tem um papel importante. Porém, como ter sucesso nessa estratégia? É o que explicamos nos tópicos a seguir.

1 - Defina em quais redes sociais você estará presente

Quantidade, aqui, não é sinônimo de qualidade. Vale muito mais a pena ter poucos perfis e ter sua loja virtual mais perto do seu público, do que ter várias contas para gerenciar e fazer um trabalho ineficiente (que não vai alcançar quem precisa).

Portanto, veja em quais redes faz sentido estar e, principalmente, em quantas você consegue estar presente para atender as pessoas com qualidade. Dificilmente você perderá clientes por não usar o TikTok, por exemplo, mas as chances de perder vendas por não responder às interações por lá são bem grandes.

2 - Conheça a sua persona

Podemos definir a persona como um retrato do seu cliente ideal. Então, ela tem características bem definidas como:

Tente conhecer bem a sua persona, pois é com ela que você vai falar nas redes sociais. Afinal, você usaria a mesma linguagem que usa com mulheres jovens para falar com homens mais velhos e de negócios?

3 - Planeje a abordagem que vai adotar na rede social

Você precisa direcionar a abordagem que vai adotar nas redes, que pode ser:

Com base nisso, você já sabe qual tipo de conteúdo será predominante e como eles podem ser publicados.

Além disso, também é necessário definir qual será a linguagem utilizada. É por isso que conhecer o perfil do seu cliente ideal é tão importante. Se o seu público-alvo é mais jovem, está tudo certo em usar mais gírias, ter uma conversa mais próxima e até mesmo se aproveitar dos memes.

Por outro lado, se o seu público é formado por homens mais velhos, uma linguagem mais sóbria pode ser mais adequada.

4 - Defina seus objetivos com as redes sociais

Ao criar redes sociais para e-commerce, é importante definir quais são seus objetivos com elas. Pense o que você pretende alcançar com essas plataformas, o que pode ser:

Está tudo bem em ter mais de um objetivo. Eles vão guiar a forma como você vai gerir suas redes e quais conteúdos serão publicados por lá.

5 - Publique conteúdos interessantes

Para atrair e reter a atenção do seu público, é fundamental publicar conteúdos de qualidade. Você pode explorar o seu nicho para oferecer dicas, falar de curiosidades e fazer posts com conteúdos educativos.

Vá além da divulgação dos produtos e mostre que você não está ali querendo apenas o dinheiro dessas pessoas. Assim, fica mais fácil criar e manter um bom relacionamento, o que é fundamental para ter um público fiel e transformá-lo em cliente.

6 - Monitore os resultados

Para alcançar uma estratégia de sucesso, você precisa monitorar seus resultados com frequência. É dessa forma que se consegue saber se as ações estão no caminho certo, e se é necessário rever o seu planejamento.

As redes sociais oferecem relatórios e métricas sobre publicações e stories. Por meio deles, é possível acompanhar o engajamento, o alcance, os compartilhamentos, entre outros dados da conta. Use-os como termômetro e faça uma análise de dados a fim de avaliar a eficácia da sua estratégia.

Usar as redes sociais para e-commerce é uma maneira de tornar a sua loja virtual mais conhecida e alcançar um público mais amplo. Com um bom planejamento, é possível atrair mais pessoas pelos seus produtos e até mesmo convencê-las a comprá-los.

Quer saber como fazer uma boa gestão de redes sociais e torná-la ainda mais eficiente? Então, aproveite para conhecer o Bume e todos os benefícios que ele vai proporcionar para a sua rotina!

Sobre o Bume

O Bume é uma plataforma de gestão, marketing e vendas nas redes sociais. A empresa ajuda desde pequenos a grandes negócios, autônomos e influenciadores a monetizarem seus conteúdos e a impulsionar resultados.

A fim de deixar a plataforma mais organizada e facilitar e melhorar a experiência do cliente final no momento de compra, há algum tempo o Mercado Livre vem trabalhando com a opção de catálogo em sua plataforma de marketplace.  

Para quem ainda não se atentou à funcionalidade da plataforma, a forma de catálogo é quando o próprio Mercado Livre monta um anúncio e os lojistas podem usar desse anúncio para exibir os seus produtos, ou seja, se o produto for exatamente igual àquele anunciado pelo Mercado Livre, o lojista não precisava subir um anúncio do mesmo produto e fazer todas as configurações, bastava incluí-lo nesse catálogo.  

Inclusive, essa funcionalidade existe hoje, dentro do ANYMARKET, para facilitar o processo de inclusão de catálogo. Imediatamente você passa a descobrir se o seu produto está apto ou não para essa inclusão.  

Entretanto, a partir do dia 23/07, todos os produtos que tiverem anúncios produzidos pelo Mercado Livre, e que estão aptos a entrar, terão um prazo de adequação ao catálogo. Após esse período, caso o lojista não se adeque ao modelo apresentado pelo Mercado Livre, o anúncio será pausado e o lojista não poderá mais vender por ele e nem reativar, até se adequar às regras.  

O marketplace ainda não definiu a data de adequação, porém, acredita-se que pode ser de até sete dias úteis após o pedido feito por eles, mas não se preocupe, o próprio Mercado Livre irá anunciar quando seu produto deverá ser adequado e quanto tempo você terá para isso.  

 

Sumário
  1. PARA CLIENTES DO ANYMARKET 
  2. PARA PRODUTOS PERSONALIZADOS E VARIAÇÕES 

PARA CLIENTES DO ANYMARKET 

Hoje, ANYMARKET tem a funcionalidade que permite a inclusão no catálogo do Mercado Livre, a ferramenta pode ser acessada no próprio painel da ferramenta, conforme imagem abaixo e a partir dela, você verá se o seu produto é elegível ao catálogo ou não. 

Tela do ANYMARKET para Catálogo do Mercado Livre 

 

Caso ele seja elegível, você pode incluir no catálogo correspondente, deixando-o dessa maneira: 

Exemplo de inclusão de catálogo na tela do ANYMARKET

 

Caso não, a ferramenta irá lhe apresentar os produtos que não estão e você precisará fazer as adequações necessárias para que consiga entrar. Assim como mostra a imagem abaixo: 

Exemplo de adequações necessárias

PARA PRODUTOS PERSONALIZADOS E VARIAÇÕES 

Se você vende produtos personalizados, você deverá ficar de olho nos avisos que o Marketplace envia, mas não deve se preocupar muito. Inicialmente, o Mercado Livre pretendo começar com os produtos mais vendidos das categorias mais populares de sua plataforma e depois ir aplicando para outros produtos.  

Obviamente para empresas que possui produtos personalizados, como lembranças de casamento, batismo ou brindes, por exemplo, essa mudança não deve atingi-los a longo prazo. O marketplace tem exceções com relação aos catálogos montados e como serão apresentados. O mesmo acontecerá com produtos de marca própria.  

Já para produtos com variação, caso o Mercado Livre não possua a variação desejada do produto (como no caso de cor, tamanho ou tipo de material), o lojista poderá ligar seu anúncio como variação ao catálogo, passando esse anúncio ser um “produto filho” do produto principal, anunciado no catálogo do marketplace.  

Saiba mais: como vender no mercado livre

 

FIQUE DE OLHO! 

A partir do dia 23/07 essa medida não será mais opcional e estando o produto com um catálogo pronto pelo Mercado Livre, o produto deverá obrigatoriamente, estar no catálogo, se tornando um anúncio único daquele produto.  

Para quem ainda tem dúvida de como isso poderá funcionar, um bom modelo de inspiração do catálogo são as buy box, onde um único anúncio mostra todos os lojistas disponíveis com seus valores de compra e frete e aquele com melhor qualificação, preço e avaliação do produto é quem acaba saindo na frente dos concorrentes.  

Não deixe que seus produtos sejam pausados e as suas vendas caiam! Revise seus produtos e se adeque a nova medida. 

 

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