Nos últimos anos, principalmente no Brasil, podemos observar grandes transformações nos modelos de vendas e consumo.
Houve um período em que as lojas de Shopping eram os melhores pontos de vendas do lojista. Tivemos também um momento onde se confundia o sucesso do E-commerce e o fim do ponto físico.
Hoje vivemos na era digital, onde o Omnichannel é a grande sacada para a grandes empresas do varejo.
Em meio a todas essas transformações e inovações, surgiram novas oportunidades para as grandes marcas no mercado, que geralmente são representadas por grandes lojas do varejo.
É o modelo D2C (Direct to Consumer), nada mais é que, as indústrias fornecendo diretamente aos consumidores finais, sem a interferência do varejo.
Exemplos de empresas que hoje trabalham nesse modelo:
- Nike
- Samsung
- Apple
- Oakley
- Etc...
A Nike por exemplo, espera que esse canal de vendas, até 2020, represente um faturamento de: US$ 16 bilhões.
Relevância para seu produto e consumidor
Pesquisa conduzida pela Bringg (Bringg Delivery Technologies) plataforma logística que atende grandes indústrias, relata que 87% das indústrias apontam que o D2C é altamente relevante tanto para o produto quanto para os consumidores.
Além disso, quase metade deles (47%) está utilizando esse canal para aumentar seus lucros.
Mas não é só a margem de lucro a vantagem do modelo D2C, vou mostrar algumas que também podem ser exploradas pela indústria que deseja atender diretamente o consumidor.
- Redução de custos
Em uma venda direta, sem intermediários, há uma redução de custos indiretos e diretos, os quais impactam diretamente no preço de venda dos produtos para o consumidor, além disso, em alguns modelos de comercialização, não ter um intermediador pode resultar em redução da carga tributária quando feita, por exemplo, uma transferência interestadual.
Além do melhor preço final e maior margem de lucro, aqui fica claro o benefício que o consumidor final deve ter com essa redução de carga tributária e custos indiretos com uma operação varejista.
- Fidelidade à marca
No modelo D2C, quando a marca tem seu próprio e-commerce, o consumidor está ligado diretamente a marca, e não a um intermediador, ou seja, ele será fiel a marca do produto e não a marca da loja oferecem o produto.
Outro ponto importante é, quando o fabricante resolve utilizar meios de vendas como os marketplaces, ele poderá trabalhar muito melhor o seu consumidor final, adotando diversas estratégias inteligentes afim de fidelizar esse cliente à sua marca.
- Atendimento personalizado ao consumidor
Hoje, falar de atendimento é exigir eficiência e esperar mais do que o básico. Atendimento ao consumidor pode ser o diferencial a sua marca, assim, os fabricantes podem trabalhar um atendimento totalmente personalizado, tendo muito mais informações tanto do cliente quando do seu produto, e assim oferecer algo diferenciado do modelo de atendimento tradicional, que muitas vezes é engessado, e tem uma terceirização, onde os atendentes não conhecem o produto, mas são treinados para seguir apenas processos.
- Produtos exclusivos
Para as empresas que atuam no modelo D2C, exclusividade pode ser o melhor gatilho para uma estratégia comercial de sucesso.
Existe a possibilidade de trabalhar produtos exclusivos no seu próprio e-commerce, produtos que os varejistas não vão oferecer, levando uma experiência exclusiva para a sua marca.
Outro ponto é a exclusividade ao varejista, onde a própria marca não concorre com as vendas e ainda oferece exclusividade para as grandes vitrines do varejo.
D2C - Uma nova maneira de vender
Poderíamos falar também dos desafios desse modelo. Algo que qualquer negócio tem, porém, esse assunto ficará para um próximo artigo.
O objetivo principal aqui é falarmos abertamente sobre o D2C, que ainda sofre algum tipo de preconceito por parte de lojistas e representantes, mas que acredito ser apenas um movimento temporário, onde as grandes indústrias e os grandes varejistas encontrarão formas disruptivas de trabalharem juntos.
Assim como as lojas online e as lojas físicas, não terão um fim.
O consumo direto da indústria não eliminará ou concorrerá diretamente com o consumo do varejo.
Na ponta de todas essas operações, o grande beneficiado por esses novos modelos de negócios e transformações é o consumidor, que terá sempre diversas opções de compra e com isso, os melhores preços ou condições para suprir suas necessidades e atender seus desejos.
Sobre o autor
Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET.
Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.
Atualmente está no ANYMARKET, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ – Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX – The True Cloud Commerce Platform.
Fornecer produtos de qualidade com ótimos preços, ter um bom relacionamento com os clientes e oferecer uma ótima experiência de compra podem ser um excelente atrativo para o consumidor.
Porém, é importante lembrar que a satisfação dos consumidores não está ligada somente a esses pontos.
Se seu negócio não possui um bom serviço de logística, o investimento em todo o restante poderá ser em vão.
Se você enfrenta problemas na entrega dos seus produtos, você está lidando com dois fatores.
A expectativa do seu consumidor e sua operação em si.
Após adquirir um produto online, a principal expectativa do consumidor passa a ser o recebimento desse produto. Por isso, é importante ter uma operação de logística bem estruturada e que atenda aos diferentes cenários dos consumidores.
Aumentando as opções, você acaba corrigindo problemas relacionados às entregas, pois cada consumidor tem sua preferência.
Investir em opções de custo e modalidades de entrega faz com que o prazo fique de acordo com a expectativa de quem escolheu.
Um bom exemplo é o caso de consumidores que não se importam em pagar um valor mais alto para receber o seu produto dentro de um prazo menor. Nesse caso, o serviço de entrega rápida acaba gerando uma ótima experiência.
Para os clientes que não têm pressa em receber o produto, vale a pena oferecer um frete mais em conta, mesmo que o prazo seja maior.
Lembrando que mesmo tendo uma operação de logística estruturada, seu negócio precisa também contar com bons parceiros, que garantam que o processo de entrega irá atingir bons índices no nível de serviço e poucas ocorrências de atrasos, avarias e/ou extravios.
Outro ponto é encontrar um parceiro que forneça o rastreamento dos pedidos, dando visibilidade ao tracking do pedido.
Considerando uma geração imediatista, onde as informações estão disponíveis na palma das mãos, os consumidores cada vez mais buscam informações e ficam ansiosos por elas.
Por isso, oferecer essa opção de rastreio poderá gerar uma experiência agradável para fidelização do cliente e até gerar novas conversões.
Saiba mais: mercado envios rastreio
Utilize ferramentas que valorizam a experiência do consumidor
Hoje no mercado há opções de ferramentas que oferecem esse serviço e te ajudam a melhorar a experiência do consumidor ansioso para receber os seus produtos. Esse acompanhamento é automatizado e o consumidor recebe notificações a cada mudança de status do pedido.
Essa tecnologia pode ajudar também na redução de devoluções e novas tentativas de entregas, o que reduz os custos de frete e atendimento ao consumidor.
Comentários positivos sobre as entregas dos produtos vendidos pelo seu negócio também dão destaque a ele.
Uma boa reputação do seu serviço de entregas influencia em novas compras e para os consumidores que vivenciam uma boa experiência, o medo de realizar uma compra futura não será um problema. Já o contrário pode fazer com que consumidores deixem de adquirir algum produto que já estavam interessados e além disso, prejudicar a reputação da sua empresa como um todo.
Dicas de como fidelizar seus clientes
É importante conquistar seu consumidor
A conquista do consumidor pode ser algo difícil à princípio, mas um bom investimento na qualidade dos seus serviços de entregas pode ser um ótimo aliado.
Além disso, se seu negócio possui uma boa operação logística, um aumento na demanda de pedidos não impactará nos prazos prometidos.
Vale lembrar que os problemas com as entregas podem ocorrer. Nesses casos, o mais importante é a transparência e um bom atendimento na resolução dos problemas.
Essas atitudes também aumentarão o índice de fidelização dos clientes, melhorarão o relacionamento do seu negócio com eles e impulsionarão as conversões.
Conclusão
Estruturar uma operação de logística e investir em ferramentas que te ajudem a melhora-la, influenciarão diretamente a satisfação dos seus clientes. Quanto mais otimizado seu serviço de entregas for, maiores serão as possibilidades dos seus clientes terem uma boa experiência de compra e voltarem a fazer negócios com a sua empresa.
Sobre a autora
Amanda Lobo estuda Ciências Econômicas na Universidade Estadual de Maringá e faz parte do time de Parcerias do ANYMARKET, atuando como Executiva de Parcerias.
Um dos grandes segredos no trabalho de vendas em marketplaces é o tempo que se leva para realizar as ações e integração de processos desde o seu ERP até a publicação dos anúncios.
Pensando nisso, a ideia de trabalhar com integrações tem se tornado cada vez mais comum.
Neste sentido, é muito importante adotar algumas práticas que podem ajudar o seu processo de publicação de produtos nos marketplaces até a conclusão e entrega de um pedido para o comprador final, como as apresentadas a seguir:
Faça o mapeamento dos dados com base no como os seus produtos serão enviados para os Marketplaces.
O ANYMARKET hoje está preparado para se integrar com mais de 20 Marketplaces ativos. Os cadastros de produtos, no entanto, podem ser diferentes em cada um desses canais de vendas.
Além disso, cada vendedor possui a sua estrutura que faz sentido para o seu site, consultas no Google, melhor exibição no site e etc.
Identifique como encaixar a sua estrutura de produtos dentro da plataforma.
Seja o mais preciso no cadastro dos produtos, especificando dados como modelo e gênero, que trazem relevância e são obrigatórios para vários Marketplaces.
Enriqueça seus produtos enviando características e atributos disponíveis na sua plataforma.
Por último, veja principalmente como os marketplaces esperam receber os seus produtos.
Produtos com variações precisam estar estruturados como tal, títulos, descrições e outros campos que precisem conter informações especificas devem estar também cadastradas corretamente.
Os ajustes dos produtos antes de envia-los economiza tempo durante a sua implantação e também agiliza a catalogação no marketplace.
Identifique quais processos precisam ser executados de forma síncrona e assíncrona em sua integração
Na utilização da sua integração, a distinção de processos que precisam ser realizados o mais rápido possível e processos não tão urgentes, podem gerar uma grande economia não só para o seu processo operacional como também nos custos de infraestrutura.
Processos críticos como a importação de vendas e as atualizações de estoque e preço devem sempre ter uma atenção especial neste processo.
Se possível, trabalhe sempre em real time (ou o mais próximo disso possível).
Você poderá reduzir os riscos de problemas como venda sem estoque ou com preço errado nos canais de venda que você atua.
Já atualizações de dados cadastrais de produtos por exemplo, ou mesmo atualizações de status de pedidos, também podem ser realizados com periodicidades diferentes.
Automatize processos chave da sua integração e tenha sempre uma garantia de que tudo está sempre sincronizado.
A automação de processos da integração servirá de grande ajuda para a equipe que operacionaliza o seu negócio.
O faturamento automático de um pedido após a sua importação ganha tempo na separação de pedidos para o envio, e também faz com que o comprador final receba as atualizações também mais rápido.
Importações de vendas, atualizações de estoque e preço, rastreio de pedidos, podem ser contemplados em rotinas periódicas de sincronização.
A ideia aqui é garantir que mesmo aqueles processos que foram perdidos por erros na comunicação entre as plataformas ou por alguma instabilidade, sejam realizados novamente para garantir a igualdade entre os sistemas.
Evite desperdícios.
Assim como os Marketplaces, o ANYMARKET também trabalha com regras de limites de chamadas por segundo.
O envio de chamadas repetidas, consultas desnecessárias e atualizações de dados que não tiveram nenhuma mudança, consomem os limites de chamadas que você possui, além de consumir recursos de maneira desnecessária dos seus servidores.
Verifique o que é necessário enviar para a integração, otimize as chamadas para o ANYMARKET para que a sua sincronização com o Hub e consequentemente com os marketplaces sejam feitas o mais rápido possível
Tem interesse em desenvolver sua integração conosco, ou então quer aplicar alguma das dicas acima, mas ainda está com dúvida?
Entre em contato com um de nossos especialistas para conversar sobre a melhor maneira de aplica-las.
Sobre o autor
Pedro Marcel Braga tem 26 anos, é analista de testes e de parcerias, responsável pelo apoio ao desenvolvimento de integrações, pós graduado em engenharia de qualidade de software.
Trabalha no ANYMARKET há 4 anos
Quem vende em marketplaces sabe que ter anúncios com alta qualidade é muito importante para a reputação da conta e desempenho de vendas.
Pensando nisso, queremos te mostrar como o ANYMARKET pode contribuir para seus anúncios obterem uma alta performance no Mercado Livre.
O ANYMARKET é o hub que possui uma das integrações mais completas com o Mercado Livre, contando com funcionalidades exclusivas para sua operação.
Nesse meio, para ajudar na gestão de anúncios, veja 5 funcionalidades que podem ajudar nesse processo e como utilizar cada uma.
1ª Multilojas e loja oficial
Em uma única conta do ANYMARKET, o seller que possui mais de uma loja ou até mesmo loja oficial, poderá configurar várias contas do Mercado Livre, selecionando a conta desejada ao criar novos anúncios (individualmente ou em lote).
A conta passa a ser identificada nos produtos e pedidos.
2ª Anúncios em lote
Para publicar anúncios, pode ser feita a personalização por marca, categoria e até mesmo por estoque.
Além disso, um mesmo produto pode ter vários anúncios, como clássicos, premium e com ou sem frete grátis.
Após criar a carga de anúncios, o acompanhamento fica disponível para monitorar quais anúncios foram publicados e quais produtos ainda precisam de ajuste para publicação.
São apresentados os erros com os produtos agrupados, facilitando a correção pelo seller.
3ª Enriquecimento de anúncios e ranqueamento
Através da funcionalidade de atualização de atributos em massa é possível fazer o enriquecimento dos anúncios para um melhor ranqueamento dentro do Mercado Livre.
Cada categoria de produtos pede atributos específicos que ficam disponíveis em uma única tela para parametrização.
Depois de escolher quais atributos colocar no anúncio, é só preencher no produto, ou por planilha, com as categorias que desejar.
4ª SAC perguntas e respostas
Responder dúvidas de seus clientes com agilidade é essencial para se ter um bom ranqueamento dos seus anúncios no Mercado Livre.
Por isso, o gerenciamento de perguntas e respostas dos anúncios pode ser feito no ANYMARKET com o cadastro de repostas pré-definidas para facilitar as operações do seu SAC no dia a dia.
5ª Logística
O ANYMARKET está pronto para atender a necessidade de lojistas que trabalham tanto com transportadora quanto via contrato com correios pelo Mercado Livre (ME1 e ME2).
Além disso, também é disponibilizada a funcionalidade de Pick Up in Store para lojistas que querem trabalhar com a retirada de pedidos em uma de suas lojas físicas.
Utilizando essas ferramentas, seus anúncios terão um ótimo ranqueamento e ajudará muito no seu aumento de vendas.
Se você já usa o ANYMARKET para a integração com o Mercado Livre, entenda como usá-las através do nosso time.
Sobre a autora
Mayara Oliveira atua no time de Customer Success do ANYMARKET, responsável pelo sucesso da base de clientes.
Acadêmica de Economia da UEM – Universidade Estadual de Maringá, tem experiência com atendimento ao cliente e marketplace.
É apaixonada pelo mundo da transformação digital
Todas as vezes que leio algo novo sobre atendimento, há um consenso que é preciso ser omni pois não há mais diferença para o cliente entre ser atendido na loja física, nas redes sociais ou no e-commerce.
A experiência deve ser a mesma em todos os canais e estruturar o atendimento para lidar com dúvidas, devoluções, trocas, reclamações é sem dúvida um grande desafio que poucas empresas estão conseguindo transpor.
Além disso, muitas pessoas me perguntam se é possível automatizar e manter a essência da empresa com o atendimento humano e ainda possuem um grande receio: o cliente vai gostar desta mudança??
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Afinal, os bots são ruins para a experiência no atendimento?
Em pesquisa realizada com faixa etária de 13 a 85 anos e em mais de 15 países, a IDC em parceria com Avaya, trouxe alguns insights no relatório de transformação digital que nos ajudam a desmistificar que o cliente só ficará satisfeito se for atendido por um humano.
Segundo o relatório, os consumidores têm a mente aberta sobre o envolvimento da automação em sua experiência de atendimento ao cliente, mas apenas enquanto essa tecnologia for um facilitador e não um obstáculo à conexão com um especialista ativo, quando necessário.
Como acertar a experiência no atendimento:
Segundo a pesquisa, mais de 75% dos clientes entrevistados informaram que a qualidade e o tempo de atendimento são dois dos principais fatores analisados na decisão de consumo.
A excelente experiência do cliente deve:
- Alinhar respostas rápidas para solucionar os problemas
- Disponibilizar acesso rápido e fácil a especialistas no assunto com o conhecimento necessário para ajudá-los quando o assunto exige maior complexidade.
Guarde isso: As pessoas tendem a avaliar a rápida resolução dos seus problemas como mais importante do que o atendimento humano.
A faixa etária dos clientes também é um fator a ser analisado. Se sua empresa atende em sua maioria pessoas abaixo dos 45 anos, a pesquisa revela que esta faixa prefere marcas que usam a tecnologia para melhorar o atendimento prestado. Já quem possui mais de 45 anos quer ter a opção de escolha, só usam a tecnologia que entendem fazer sentido.
É importante automatizar o trabalho do profissional de atendimento, como:
- Respostas prontas;
- Visualização do histórico dos atendimentos anteriores;
- Redirecionamento automático do ticket para outras áreas de acordo com o assunto;
- Entre outros.
E para o cliente as vantagens são ainda melhores pois possibilita atendimentos mais rápidos, solução do problema em poucos cliques com os bots (já treinados) ou FAQ com busca inteligente.
A recomendação do IDC é a de se concentrar na produtividade dos funcionários e na experiência do cliente. Ao otimizar o uso de tecnologias de comunicação, as empresas podem melhorar a produtividade e a eficiência dos funcionários.
O próximo passo seria expandir suas alternativas de comunicação digital para os clientes também. Conseguir que os funcionários treinem e usem essas ferramentas internamente é uma ótima maneira de estabelecer as bases para proporcionar uma melhor experiência ao cliente.
Conclusão
É imprescindível certificar-se de projetar a experiência do cliente aprimorada por tecnologia com esses critérios em mente e não se esquecer do básico ao transformar a experiência do cliente, até porque poucas empresas estão atingindo o nível de experiência que os clientes necessitam. Caso ainda atenda seus clientes através do velho e bom telefone, inicie aos poucos esta transformação e aproveite a tecnologia para ajudar a fornecer drivers de satisfação fundamentais, como resolução rápida de problemas e conexão com pessoal de serviço capacitado e com conhecimento.
Sobre a autora
Elaine Ciolari é formada em Administração na Universidade Estadual de Maringá, com pós em gestão executiva e é profissional de atendimento, com mais de 14 anos de experiência em gestão em empresas de telefonia e há 3 anos é gestora de atendimento do ANYMARKET, HUB de integrações com Marketplaces.
O comércio entre fronteiras, ou mais conhecido como Cross Border é um dos maiores desafios do E-commerce.
Existem dois cenários nessa modalidade:
- Compra em sites internacionais
- Venda para consumidor internacional
Para entendermos um pouco mais sobre essa tendência, abordando primeiramente as compras feitas em sites internacionais, voltamos para 2017, quando mais de 22 Milhões de brasileiros fizeram compras em sites fora do Brasil.
Sendo pouco mais da metade (54%) no AliExpress (China), onde se registrou um aumento de 9% em comparação ao ano anterior.
Outro gigante do E-commerce que atravessou fronteiras é a Amazon. Hoje 30% da receita da empresa no comércio digital é fora dos EUA.
Atualmente a Amazon opera diretamente no Brasil e já possui o modelo marketplace em grande crescimento.
O que é uma operação cross border?
Uma operação cross border refere-se à prática de realizar transações comerciais entre diferentes países, permitindo que empresas vendam seus produtos ou serviços além das fronteiras nacionais. Este tipo de operação envolve uma série de complexidades, incluindo regulamentações aduaneiras, tarifas, gestão de logística internacional, e conformidade com as leis e normas de cada país envolvido. As operações cross border oferecem oportunidades significativas de expansão de mercado e aumento de receita, ao permitir que as empresas alcancem uma base de clientes global. No entanto, para serem bem-sucedidas, essas operações exigem um planejamento estratégico robusto, parcerias logísticas eficientes, e um entendimento profundo dos mercados estrangeiros e das expectativas dos consumidores.
Como funciona a logística no cross border?
A logística no cross border envolve a coordenação complexa de processos para garantir que produtos sejam transportados de um país para outro de maneira eficiente e dentro das regulamentações internacionais. Isso inclui a gestão de embalagens adequadas para transporte internacional, cumprimento das formalidades aduaneiras, pagamento de tarifas e impostos de importação, e a escolha de métodos de transporte apropriados, seja aéreo, marítimo ou terrestre. Além disso, é fundamental estabelecer parcerias com operadores logísticos que tenham experiência em envios internacionais, para assegurar a rastreabilidade e a segurança dos produtos durante todo o trajeto. O processo também requer uma integração tecnológica para monitorar o status dos envios e resolver possíveis problemas rapidamente. A eficiência na logística cross border é essencial para minimizar atrasos, reduzir custos e garantir uma entrega rápida e segura ao cliente final, o que pode impactar positivamente a satisfação do cliente e a reputação da empresa no mercado global.
O mercado Cross Border no Brasil
É um mercado crescente. E não deve ser diferente para os próximos anos. Mas apesar disso existem diversos desafios para que essas lojas internacionais ofereçam seus produtos aos brasileiros, e sabemos que um dos maiores deles é a logística no País, a qual ainda é bastante deficiente, com um custo alto principalmente para regiões mais afastadas das grandes capitais e centros do País.
Além da logística temos carga tributária, regulamentação fiscal, meios de pagamento e ainda uma desconfiança grande por conta de atrasos. Ao falar sobre vendas internacionais isso tende a ficar mais complicado. Primeiro por conta dos nossos preços de venda final e depois pela conversão de pagamentos, novamente operação logística pra que isso aconteça e também uma desconfiança internacional com o consumo de produtos de origem brasileira.
O que busca o consumidor?
Os consumidores buscam sites de fora para consumirem produtos exclusivos, produtos com melhores preços ou produtos para revenda, as vezes mais específicos, produzidos apenas na região do vendedor.
Como as empresas estão acompanhando o crescimento do Cross Border
Existem movimentos recentes de grandes empresas que estão de olho nesse mercado Cross Border e estão se adaptando a esse modelo de negócio.
Por exemplo: A B2W recentemente lançou o Americanas Mundo, onde anunciantes internacionais podem oferecer seus produtos na plataforma de marketplace para consumidores brasileiros.
Também recentemente o Correios parece ter facilitado a vida de quem quer consumir produtos internacionais e trazer para o Brasil. Não que faça sentido consumir os produtos de fora com tantos impostos assim que essa mercadoria chega aqui, mas é um movimento que a empresa faz para mostrar que está se antecipando e já oferece soluções no modelo Cross Border.
Outras empresas brasileiras também estão se movimentando com iniciativas de expansão.
Por exemplo: A Vtex, plataforma de E-commerce já presente em 25 Países, recentemente fechou parcerias com empresas internacionais de pagamentos online, as quais devem facilitar essa internacionalização e transações financeiras das lojas.
A plataforma de integração com Marketplace: ANYMARKET já sinalizou intenção de expansão LATAM em Países como Argentina, Chile e México e deve oferecer oportunidade a lojas internacionais de oferecerem seus produtos nos canais de marketplace no Brasil, além da possibilidade de realizar Cross Border do Brasil para outros Países.
Como fazer cross border?
Para realizar operações de cross border de maneira eficaz, é essencial seguir um conjunto de etapas estratégicas. Primeiramente, realize uma pesquisa detalhada dos mercados-alvo para entender as demandas locais, regulamentações específicas, e preferências dos consumidores. Em seguida, certifique-se de que sua empresa está em conformidade com todas as exigências legais e aduaneiras, incluindo a obtenção de licenças de exportação e a familiarização com tarifas e impostos aplicáveis. Estabeleça parcerias com operadores logísticos internacionais confiáveis, capazes de oferecer serviços de transporte, armazenamento e distribuição eficientes. Utilize plataformas e tecnologias de e-commerce que suportem transações internacionais, fornecendo opções de pagamento localizadas e traduções precisas para os idiomas dos mercados-alvo. Além disso, desenvolva uma estratégia de marketing adaptada às culturas e comportamentos de compra locais, para aumentar a visibilidade e a atração de sua marca. Finalmente, mantenha um canal de atendimento ao cliente robusto, capaz de lidar com fusos horários diferentes e fornecer suporte em múltiplos idiomas, garantindo uma experiência positiva e resolvendo rapidamente quaisquer problemas que possam surgir.
Conclusão
Para concluir, fica muito claro a intenção do mercado E-commerce brasileiro nos próximos anos, onde as fronteiras devem ser cada vez menores e o comércio digital cada vez mais livre e justo.
Sobre o autor
Leandro Ratz tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.
Atualmente está no ANYMARKET, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.
A maioria pode dizer que não compensa investir em ADS nos canais de Marketplace...
Convido você a fazer uma análise mais a fundo sobre esses tipos de investimentos que 'parecem' não fazer sentido.
Ao fim desse artigo, tenho como objetivo fazer você entender qual a real vantagem em aplicar esses investimentos nos grandes varejistas.
O investimento em ADS nos marketplaces é algo relativamente novo, assim como os próprios canais de marketplace, que surgiram no Brasil em 2012.
Pense em uma vitrine de shopping, porém com alcance nacional.
Ou seja, consumidores do Brasil inteiro estarão passando na frente dessas vitrines e você estará despertando o desejo de consumo dessas pessoas.
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Abrir uma loja física ou loja virtual, qual seria o investimento inicial?
R$ 1.000,00, R$ 5.000,00, R$ 25.000,00?
Esse investimento seria apenas para materializar a loja, correto?
Se sim, você teria que investir mais quantos mil, para atrair pessoas para essa loja?
R$ 500,00, R$ 1.000,00, R$ 10.000,00?
Por mês?
Claro que esses são cenários totalmente ilustrativos, podendo ou não, representar o custo de uma nova loja.
Qual seria o custo então para você iniciar suas vendas em um canal de Marketplace?
Para isso você tem apenas que formalizar sua empresa e emitir Nota Fiscal, um investimento próximo de R$ 200,00. Se for um MEI, R$ 50,00 por mês aproximadamente.
Feito isso é hora de buscar os canais potenciais para começar a vender.
As principais vantagens desses canais são:
- Pagar comissão apenas por venda aprovada.
- Aproveitar o tráfego de grandes lojas.
- Usar o nome, os clientes fidelizados, a marca e a reputação das lojas.
- Não se preocupar com a aprovação de pagamentos.
Todo esse contexto para mostrar que, se falarmos de investimento e oportunidade, o modelo marketplace é, sem dúvidas, uma das melhores e maiores oportunidades para você materializar sua loja própria e empreender.
O ADS do Marketplace vem como mais uma forma de você potencializar suas vendas, existem diversas formas de fazer isso nesses canais, e quem já opera em marketplace, sabe muito bem do que estou falando.
Então, inicialmente o ADS é uma poderosa ferramenta nas mãos do lojista para que, de forma inteligente, você possa traçar novas estratégias de venda para a sua loja.
Veja como funciona a plataforma de investimento da B2W, o B2WADS:

Lembra que falei da vitrine de shopping?
Suponhamos que esse 'shopping' tenha um fluxo de 10 mil pessoas todos os dias, e você tenha uma conversão de 10% sobre essas pessoas.
Agora, pense que com apenas R$1.000,00 de investimento mensal em ADS no marketplace, você passe a ter um fluxo de 80 mil pessoas passando pelo seu produto, mantendo os 10% de conversão.
O resultado bruto é um crescimento de 1 mil pessoas consumindo sem ADS para 8 mil pessoas consumindo com o investimento em ADS.
Mesmo sem considerar ticket médio, margem de lucro, nessa suposição, fica evidente o resultado positivo que esses investimentos podem fazer para o seu negócio nos canais de marketplace.
Você estará investindo em tráfego para um canal de marketplace?
Não. Estará investindo em vendas do seu produto.
E é isso que importa no final do mês, quando você contabiliza as vendas e descobre a receita da sua empresa.
Em contra partida, eu preciso dizer que, já utilizei diversos canais de ADS, e sei que precisam evoluir muito em questão de dados e informações sobre os resultados desse investimento.
É necessário ainda otimização da plataforma, mas o resultado sempre foi positivo.
Certo, o que podemos concluir?
O ADS dos Marketplaces é mais uma forma de otimizar suas vendas.
Entenda mais sobre consumo, sobre o seu produto.
Estude melhor seu concorrente, negocie sempre com o seu fornecedor e então a estratégia de investimento em ADS fará total sentido para o seu negócio nos canais de marketplace.
Sobre o autor
Responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET.
Leandro Ratz tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.
Atualmente está no ANYMARKET, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.
Todos sabemos que no Mercado Livre existem algumas regras que precisam ser seguidas para que sellers tenham uma boa reputação dentro do canal, o que traz mais visibilidade ao anúncio e consequentemente melhora seu resultado de vendas.
Estas regras (KPIs) são tão importantes quanto você possuir o melhor preço de vendas (PV).
São elas:
- 1º Avg Delay HS: Tempo de resposta – Pré-venda
- 2º Reputation Delayed Handling Rate: Tempo de expedição – Pós-venda
- 3º Reputation Claim Rate: Reclamos – Reclamações abertas
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Entendendo melhor os indicadores
- 1º Avg Delay HS:
Este indicador mensura quanto tempo os sellers que anunciam no canal demoram para responder dúvidas de seus consumidores a respeito de algum anúncio.
Vale lembrar que o ideal estipulado pelo Mercado Livre é tirar a dúvida de seus clientes em até 2 horas.
- 2º Reputation Delayed Handling Rate:
Já quando falamos de tempo de expedição, o foco do indicador é mensurar qual o percentual dos pedidos do seller demoram mais de 24h para ser expedido.
O Mercado Livre é exigente nesse indicador, e exige o cumprimento do tempo de expedição em dias úteis, para que você garanta uma boa reputação dentro da plataforma.
- 3º Reputation Claim Rate:
Por meio deste terceiro índice o Mercado Livre consegue mensurar qual a porcentagem dos pedidos do seller, que geram algum tipo de reclamação.
Talvez esse seja o ponto mais crítico dos indicadores, quem vende na plataforma sabe o quanto uma reclamação aberta afeta a reputação da loja, dessa forma, é fundamental oferecer uma ótima experiência ao cliente e ser proativo na solução de qualquer problema com a sua compra.
O limite do Mercado Livre em percentual, antes de 5%, passou a ser 3% esse ano.
Como o ANYMARKET - hub de integração com Mercado Livre, pode ajudar sua empresa com esses indicadores?
- 1º Avg Delay HS
Com a nossa ferramenta de mensagens pré-venda para o Mercado Livre você pode deixar um leque de respostas pré-programadas, desta forma é mais rápido responder a perguntas recorrentes.
Com essa funcionalidade, dentro do Hub, você pode ganhar tempo nas respostas e manter uma boa reputação dos seus anúncios.
- 2º Reputation Delayed Handling Rate
Para este indicador, você pode utilizar a ferramenta Analytics do ANYMARKET, com esta funcionalidade você pode analisar o prazo esperado de entrega de seus pedidos e traçar planos de ação evitando que estes cenários se repitam, além de priorizar os pedidos que serão despachados de acordo com a prioridade.
- 3º Reputation Claim Rate
Pensando em minimizar a abertura de novas reclamações, é possível colocar um telefone de SAC na Mensageria de pós-venda.
Com isso você poderá evitar que os seus consumidores abram reclamações por mal-entendidos ou assuntos que podem ser resolvidos de forma simples.
Usando a ferramenta de Mensageria automática, para todo o tracking da compra, existe uma atualização de mensagem.
Quando o produto for entregue, você pode disponibilizar um telefone de contato, assim minimizando a abertura de reclamações no Mercado Livre.
Concluindo
Para quem ainda não vende no Mercado Livre, essa é uma ótima oportunidade para entender as regras desse canal e ter uma melhor experiência de vendas.
E para quem já trabalha no Mercado Livre, é muito importante entender melhor essas regras e traçar planos para minimizar futuros problemas com a reputação da sua conta.
Além disso, estar atento aos prazos limites da plataforma, quanto melhor sua reputação, consequentemente melhor será sua performance de vendas nesse canal de marketplace.
Sobre a autora
Camila Crepaldi estuda Economia na UEM (Universidade Estadual de Maringá) e trabalha no time de Customer Success do
ANYMARKET - plataforma de integração com
marketplace.
Responsável, pelas contas estratégicas na plataforma como por exemplo:
Reserva, Samsung, Angeloni, Mega Store, Venture Shop.
No maior evento anual do Google, o Google Marketing Live, Sundar Pichai, CEO do Google, trouxe várias novidades que vêm de encontro com a nova missão da empresa que não é mais a de apenas ajudar o usuário a encontrar respostas.
Hoje, os produtos do Google ajudam pessoas do mundo todo a resolver coisas no seu dia a dia. Essas tarefas vão desde achar as palavras certas com o Smart Compose do Gmail, até encontrar o caminho mais rápido para casa direto do Maps.
“Queremos que os nossos produtos trabalhem mais para você - no contexto do seu trabalho, da sua casa e da sua vida. Todos eles compartilham o mesmo objetivo: ser útil para todo mundo”, relatou Sundar.
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As novidades do Google lançadas no Google Marketing Live
Neste evento foram lançados novos recursos de compras que incluem uma página inicial personalizada e um carrinho de compras universal. Esses recursos permitirão aos clientes novas oportunidades de comprar diretamente de várias partes da plataforma do Google.
Para os consumidores e lojistas a notícia não poderia ser melhor, pois agora há opções para fazer compras on-line, em uma loja ou diretamente no Google.
O que são os anúncios do Google Shopping
Os anúncios do Google Shopping permitirão aos consumidores a opção de comprar on-line e pegar na loja, direcionando o tráfego para locais físicos. Esta opção é excelente para aumentar as vendas locais e usa a estratégia que alguns marketplaces já utilizam.
Essa estratégia tem proporcionado bons resultados aos lojistas, pois atendem ao público que quer a praticidade da compra online e ter a oportunidade de retirar o produto no mesmo dia.
Benefícios para os clientes
A credibilidade e garantia do Google oferece ajuda se um item estiver atrasado ou não for exatamente o que foi pedido, ou ainda se houver algum problema ao obter o reembolso. Esta garantia é muito bem vista e faz toda a diferença para o consumidor que não quer mais "correr riscos" em comprar algum produto, não receber no prazo ou ainda receber algo diferente do anunciado.
Benefícios para os lojistas
Para os vendedores, ainda haverá a oportunidade de ter seus produtos expostos no Google Shopping, no Google.com.br e no Assistente do Google se estiverem no Shopping Actions, um recurso que será estendido ao YouTube e a outras partes da oferta do Google.
O que mais o Google Marketing Live apresentou
Outros destaques do Google Marketing Live estão ligados ao Google Shopping. Um deles é o Showcase Shopping, que terá foco em ações publicitárias de estilo de vida (decoração, por exemplo) na busca do Google, Google Imagens e YouTube.
"Em média, vemos que cerca de 80% do tráfego de anúncios do Showcase Shopping para sites de varejistas são de novos visitantes que acabaram de descobrir as marcas", disse o Google em seu blog.
O lançamento do Google Shopping acontece apenas algumas semanas após o último anúncio de compras do Instagram. A outra novidade anunciada para o Google Shopping é que esta sessão ganhou filtros para achar produtos por categoria e tipo (exemplo: carregador portátil, smartphone, Samsung) e terá um botão de compra direto no card do produto.
Com as mudanças apresentadas, o Google Express – solução de compra expressa do Google – foi incorporado ao Google Shopping. O check-out permite que os clientes comprem itens sem sair do aplicativo.
Para o Google e Instagram, a ideia é dar aos usuários a chance de comprar instantaneamente o que vêem online.
Com o lançamento do deep linking via Google Ads (uma experiência que une a busca do Google com a navegação dentro de um app) o usuário é levado direto da busca do Google para uma página do aplicativo do anunciante, sem a necessidade de baixar o app. Esta solução deve ser liberada globalmente nas próximas semanas.
A companhia deu como exemplo o recente caso da Magalu, que aumentou em 40% as vendas via mobile após adicionar o deep linking com Google Ads.

"Essas novas experiências de compra permitem que as pessoas comprem sem atrito exatamente onde buscam pesquisa e inspiração: pesquisa, imagens do Google, YouTube e um novo destino do Google Shopping", escreveu Surojit Chatterjee, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google Shopping.
Conclusão
O anúncio do Google é o mais recente de empresas de tecnologia e varejistas, que estão lutando pela fatia de GMV trazendo compras de consumidores que agora estão se espalhando ainda mais por canais digitais, lojas e outros locais de compras. As empresas estão competindo não apenas em mercadorias, mas também em conveniência.
Sobre a autora
Elaine Ciolari é formada em Administração na Universidade Estadual de Maringá, com pós em gestão executiva e é profissional de atendimento, com mais de 14 anos de experiência em gestão em empresas de telefonia e há 3 anos é gestora de atendimento do ANYMARKET, HUB de integrações com Marketplaces.
