O que são CD’s e docas?
Centros de distribuição, ou simplesmente CD’s, são locais físicos onde varejistas e distribuidores armazenam todo seu estoque e fazem o recebimento de mercadorias e expedição das vendas.
Agora você pode ouvir esse artigo! Aproveite o player abaixo para conferir a leitura do conteúdo:
O processo de recebimento e expedição, em sua maioria é feito pelas docas, que são interligadas ao CD’s e possibilitam que a transportadora realize tanto a carga quanto a descarga de produtos no local demarcado.
Em grandes empresas de varejo ou atacado, podemos encontrar vários centros de distribuição, com múltiplas docas (carga e descarga) e diversas transportadoras trabalhando de forma simultânea.
Segue abaixo uma ilustração deste processo

O que acontece dentro de um centro de distribuição?
Dentro de um centro de distribuição são realizadas diversas etapas do processo logístico, dentre elas
Recebimento
As transportadoras deixam os produtos nas docas que na sequência são direcionados para a equipe de contagem e separação.
Feito a primeira auditoria, entra o setor fiscal lançando as mercadorias dentro de sua plataforma de gestão de armazém e/ou ERP.
Movimentação
Agora vamos organizar o estoque dentro do centro de distribuição, é aqui que entram os pallets, empilhadeiras e equipamentos de EPI.
O objetivo é facilitar a localização e gerenciamento dos itens em estoque (novos, reversa e atuais).
Picking
Aqui entra a equipe de separação do pedido.
Ou seja, quando a equipe comercial envia a demanda para área logística, é a equipe de picking que precisa ter as melhorias práticas e métodos do mercado para tornar sua operação ágil (garantindo os prazos de entrega com cliente e expedição com os parceiros, quando envolve um terceiro como marketplace por exemplo – no qual exige que a expedição seja feita em até 24 horas).
Expedição
Por último temos a expedição, onde embalamos os produtos, faturamos e enviamos para a doca de expedição, onde será entregue para o cliente final.
A partir daqui, é extremamente importante que os lojistas tenham transportadores com tecnologia para realizar o tracking do pedido e possam manter o cliente final por dentro do status real do seu pedido.
Já existem softwares como Frenet e Intelipost que facilitam este trabalho de tracking junto com as transportadoras e inclusive se integram com plataformas de e-commerce e plataformas de vendas em marketplace como ANYMARKET.
Por que utilizar mais de um CD?
Hoje é comum ver empresas utilizando mais de um centro de distribuição, isto ocorre por questões como: isenção fiscal no estado ou cidade, parceiros logísticos ou até mesmo fabricantes estratégicos na região.
Com isso, a empresa consegue melhores condições no valor do frete, reduz o prazo de entrega e até mesmo com uma boa gestão de estoque que reduz drasticamente a necessidade de alto fluxo de caixa por custo de estoque parado.
Possibilitando vasão mais rápida dos produtos em estoque.
Quando começam a atuar com mais de um centro de distribuição, as empresas geralmente possuem uma dor que é o gerenciamento destes múltiplos estoques, e com isso, precisam de plataformas avançadas para garantir a integração dos seus canais de vendas com seu armazém.
O ANYMARKET é uma das plataformas de venda em marketplace que possibilita você integrar estes múltiplos estoques diretamente na ferramenta ou através de uma API de estoque.
Qual o perfil de empresa que atua nesta modalidade?
Atualmente, devido ao alto custo de operação, são as grandes empresas varejistas e de atacado que trabalham com modelo de múltiplos CD’s.
Porém, um fenômeno que vem ocorrendo nos últimos anos é a terceirização do seu estoque para uma empresa especialista em fulfillment aonde irá receber o seu produto e realizar todo processo listado acima, possibilitando que PMEs também atuem com mais de um CD simultâneo.
Esta empresa pode ser tanto um marketplace oferecendo este recurso como um serviço, Mercado Livre Full e B2F da B2W por exemplo.
Ou até mesmo terceirizando com uma empresa especializada como a Marco Camp no Espirito Santo, por exemplo.
Quais as principais regiões?
Algumas regiões no Brasil oferecem incentivos fiscais para este tipo de operação ou possuem investimentos agressivos no segmento, algumas em destaque são:
Estado do Espirito Santo, cidade de Extrema em Minas Gerais e Cajamar no estado de São Paulo. Estes, abrigam centros de distribuição de empresas como: Amazon, Mercado Livre, B2W, Marabraz, Via Varejo e outros grandes varejistas.
Estratégias para operar no marketplace com múltiplos CD’s
Hoje nos marketplaces, o ambiente competitivo e hostil em relação a preços, exige que o seller tenha uma excelência na gestão de pricing, por isso, qualquer redução que influencie o CMV (Custo da Mercadoria Vendida) é bem-vinda.
Atuar com mais de um centro de distribuição e terceirizar o mesmo para outras empresas, vem sendo uma estratégia para as grandes varejistas na busca por redução do custo do preço de frete, podendo ser uma grande alavanca para equipe comercial realizar campanhas e promoções mais agressivas.
Confira também: Shein marketplace
Conclusão
Inovar, automatizar processos e ter parceiros estratégicos sem dúvida são os principais pilares para ter uma operação logística que te ajude escalar os negócios.
Não deixe que a falta de processo gere um gargalo na sua empresa, busque especialistas para lhe apoiar, plataformas robustas com tecnologia avançada e terceirize aquilo que não é sua especialidade.
Veja no vídeo abaixo um pouco e como é um dos centros de distribuição da empresa Amazon - https://youtu.be/VUsTAUbOK38
Sobre o autor
Rodolfo Helmbrecht é Coordenador de Canais e Parcerias do ANYMARKET, solução de integração entre e-commerce e marketplaces e gestor de Sales Development do Grupo DB1 Global Software.
En el ritmo de la internacionalización de las empresas, principalmente hablando del retail online, en este artículo usted podrá aprender los primeros pasos para llevar su empresa afuera del país y expandir sus operaciones de ventas en el E-commerce mundial.
Inicialmente, ante todo, es fundamental un estudio de mercado y planificación para el mejor resultado de esa operación.
Es decir, los puntos abordados van a ayudarle a identificar el modelo más adecuado de acuerdo al plan estratégico global de la empresa, pero, antes que nada, es fundamental un entendimiento del mercado en que actúas y en el que pretende actuar.
Las principales formas
• Exportación directa
En este modelo, la empresa actúa directamente en el "país objetivo", exportando directamente su producto o servicio, manteniendo su estructura de producción o distribución, en su país de origen.
Lo que se facilita en ese modelo es la cuestión de la estructura reducida, o sea, usted no va a necesitar invertir a corto plazo fuera del país, su costo de implantación es relativamente menor en comparación a los demás modelos.
• A través de la red de subsidiarias de empresa multinacional
Por ejemplo, vamos a suponer que su empresa ya está atendiendo a una empresa multinacional en el país de origen, y usted tiene interés en atender a otras unidades de esa empresa en el exterior, así que usted ya tendrá una 'base' de clientes para prospectar en el exterior.
En este modelo, la ventaja es el hecho de que usted ya tiene la empresa como cliente y la internacionalización se viabiliza por una adaptación de su producto a las unidades de cada país en el exterior.
• Adquisición de empresas en el país de destino
En este escenario, la empresa nacional, hace una adquisición estratégica de una empresa en el país que desea actuar, pudiendo ser la compra total de una empresa o incluso un joint venture (asociación, sociedad).
El punto principal en este modelo es el know-how (conocimiento, experiencia) adquirido con la compra y la ruptura de la barrera cultural inicial.
Considere siempre que existen diferencias culturales entre empresas y más aún cuando hablamos de países de todo el mundo, por eso es importante siempre atención con la gestión de procesos, empresa y personas.
• Implantación de unidad propia en el país destinatario
Aquí, la empresa decide abrir sus operaciones en otros países, a través de: Oficina Comercial; Centro de Distribución y/o; Unidad productiva.
Lo que se facilita en este caso es que la empresa tiene total control de las operaciones en el país objetivo, lo que puede generar negocios de forma más rápida. Sin embargo, la inversión inicial para este modelo se vuelve exponencialmente mayor.
• Red de aliados (partners) en el país de destino
En este modelo, la empresa identifica estratégicamente, una red de aliados en el país objetivo, para expandir su operación.
Por ejemplo: para una operación de ventas on-line, en los canales de Marketplace, se puede utilizar un aliado como Mercado Libre para expandir sus operaciones en los países de América Latina.
La gestión de alianzas es el punto principal para una buena relación y éxito del negocio, principalmente en ese modelo.
• Seguir al cliente (Follow the Client)
No menos importante, y otra forma de llevar su empresa fuera del país, es seguir al cliente. Una buena estrategia para quien está consolidado en su país de origen y tiene intensión en la expansión internacional.
Aquí es cuando su cliente ya está en fase de internacionalización y usted, por ejemplo, como su proveedor, también observa una oportunidad de acompañarlo en ese proceso. La ventaja en este caso es que usted ya tiene la relación con el cliente en su país de origen, lo que puede facilitar su adaptación al proceso de internacionalización.
Conclusión
Sabemos que actualmente existe una tendencia a las ventas Cross-Border, es decir, el proceso de internacionalización de las ventas fronterizas.
Mejor que eso, es descubrir cómo su empresa puede operar afuera del país e iniciar una expansión mundial de forma sostenible e inteligente.
No necesariamente deben restringirse a un solo modelo presentado, es posible un estudio y definición de una estrategia comercial para una definición de cuál o cuáles modelos pueden ser adoptados.
Un ejemplo de internacionalización es el Hub de integración con los mayores Marketplaces en Brasil, ANYMARKET del Grupo DB1.
La empresa está pasando hoy por un proceso de internacionalización, adoptando los modelos de: Exportación directa, apertura de unidad propia, red de aliados (partners) y follow the client (siguiendo el cliente).
Con un plan de actuación inicialmente en América Latina y Europa, en países donde el crecimiento de E-commerce es muy prometedor.
Saiu na última semana (25/04) a pesquisa sobre crescimento, tendências e oportunidades no E-commerce brasileiro.
Segundo dados da Compre&Confie, empresa de segurança digital criada pela ClearSale. Mesmo com queda na economia, o comércio eletrônico teve crescimento de 23% no 1º trimestre. Entre os países da América Latina, Brasil fica em primeiro lugar.

Se ainda existe dúvida sobre investimento no setor de E-commerce no Brasil, é mera especulação. O cenário mostra um mercado positivo e com muito espaço para crescimento.
Webshoppers - uma pesquisa da Nielsen/EBIT - dados positivos de 2018
Seguem os 10 principais destaques do último ano:
1 - Após dois anos, e-commerce volta a crescer dois dígitos em 2018: 12%
2 – Brasil alavanca o crescimento da América Latina, a qual cresce 17,9% em comparação com 2017.
3 - E-commerce ganha importância e passa a fazer parte do dia a dia do consumidor. São 58 milhões de consumidores que fizeram pelo menos uma compra online em 2018, sendo que 10 milhões desses fizeram sua primeira compra online no mesmo ano.
4- Conectividade e logística/impostos-tributos ainda são as maiores barreiras do mercado. A internet brasileira é 3 vezes mais lenta que a média global.
5- Número de pedidos é o responsável pelo crescimento do e-commerce em 2018. Categorias de baixo ticket médio são as que mais contribuíram para o crescimento. Perfumaria e Cosméticos registram alta de 51% em volume de pedidos.
6- A evolução do m-commerce é uma das alavancas do crescimento, seguido pela democratização do setor. M-commerce cresceu 41% em pedidos em 2018.
7- As compras à vista são uma grande saída para classes econômicas com menor poder financeiro. Elas representam 54,2% de todas as compras de 2018.
8- Frete grátis voltou a ser destaque na estratégia de atuação e também de aquisição de novos clientes. Os 10 maiores varejistas brasileiros voltaram a utilizar a estratégia.
9- Nordeste cresce 27% em faturamento ao comparar 2018 com 2017. Com 7 bilhões de faturamento, a região chega a 13,2% do país.
10- O brasileiro comprou menos no exterior em 2018. Com a alta de 14,4% na média de cotação do dólar, os gastos em sites internacionais diminuíram 22%.
Antes de falar de dados atualizados, vamos falar de tendência para os próximos anos (curto prazo):

Produtos das categorias de Entretenimento, Turismo/Serviço e Bens Duráveis já são representativos tanto em termos de volume de vendas quanto em relação a empresas que atuam com excelência.
Chegou o momento das categorias de produtos de giro rápido (FMCG, abreviação em inglês) apresentarem crescimento no e-commerce brasileiro.
Os principais destaques do segmento de giro rápido são Perfumaria e Cosméticos, Fraldas, Remédios, Pet Care, Bebidas e Alimentos Não-Perecíveis.
Na rota global, o Brasil já está bem avançado, trabalhando fortemente em bens não duráveis no E-commerce.
As tendências e oportunidades de crescimento do e-commerce são mundiais. Segundo o portal eMarketer, liderados por Ásia e Pacífico (+30,3%), o e-commerce apresentou 24% de crescimento no mundo todo em 2018, atingindo uma marca de 2,9 bilhões de dólares em vendas.
Na América Latina o crescimento foi de 17,9% com relação ao mesmo período de 2017.
Se concentrarmos os dados na América Latina, podemos entender um pouco melhor o cenário, comparando as vendas no online e no offline:

Dessa forma concluímos que, a oportunidade para crescimento do Online supera os números do offline, além do crescimento, temos atualmente uma mudança de cenário, onde o físico passa a ser um complemente do online e não o contrário.
Um tema muito importante é, o investimento no Mobile, bem rapidamente, segue os dados de crescimento das vendas utilizando dispositivos móveis:

As vendas via dispositivos móveis, representam 42,8% de todos os pedidos do e-commerce do Brasil em janeiro de 2019. Enquanto o e-commerce total cresceu 12% em 2018, o m-commerce cresceu 41% no mesmo período.
Raio-X do E-commerce de forma geral
Mesmo em um ano turbulento, com eventos como a Copa do Mundo, eleições, alta do dólar e os impactos da Greve dos Caminhoneiros, o comércio eletrônico brasileiro manteve a curva de crescimento em 2018, registrando faturamento de R$53,2 bilhões, alta nominal de 12%, comparado a 2017.

Falaremos um pouco mais de categorias, ou seja, o que está vendendo mais no E-commerce.
Em 2018, Perfumaria, Cosméticos e Saúde passam a liderar o ranking de maior número de pedidos com 16,4% de participação (4,4 pontos percentuais a mais em comparação com 2017).

Moda e Acessórios têm 13,6% de participação em número de pedidos. Completam as cinco primeiras categorias de produtos com mais pedidos em 2018 Casa e Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas e Apostilas, com 7,5%.
Conclusão
Com essas informações você pode traçar sua estratégia para os próximos anos.
O cenário de E-commerce no Brasil é muito promissor e positivo. Acredite e trabalhe duro para aproveitar essas tendências e oportunidades.
Sobre o autor
Leandro Ratz é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET
Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e Marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de Marketplace para grandes marcas. Atualmente está no ANYMARKET, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização
em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform
Companies of all sizes are looking for more and more international markets to expand their operations and join this trend of globalization that can bring great benefits to their companies.
As stated in the "Ernst & Young Entrepreneurship Survey", 95% of respondents think of expanding their business internationally. Of these, 67% want to do it in the short term.
This is how ANYMARKET decided to start the LATAM expansion project for 2019. Being a benchmark as the most complete integration hub in the Brazilian market, it was obvious that the next step would be to reach other markets outside the country.
The current situation in Latin America

Although other countries in Latin America do not have a level of development that is comparable to Brazil in terms of marketplaces and e-commerce, it is undeniable that it is a market that is beginning to have significant growth. According to an article by the company BlackSip in conjunction with Statista, it is expected that by 2019 the total purchases of electronic commerce in this region will reach USD $ 79.7 billion.
In ANYMARKET we are focused on 4 of the fastest growing countries in terms of e-commerce. As you can see in the previous image, these countries are Argentina, Mexico, Chile, and Colombia.
Currently, according to a Geodis report obtained in BlackSip, an average of nine transactions per user per year is made in Latin America, for a total value of approximately USD $ 300.
This figure continues to grow thanks to the constant growth of users who buy online and the promotion of purchase security (a reason that prevents many people from buying online, according to a study carried out by the staff of ANYMARKET LATAM).
It is also important to highlight that among the products that were most purchased in Latin America during 2017 were the following:
- Fashion / Clothing USD $ 17 billion
- Electronic USD $ 14 billion
- Toys USD $ 10 billion

Highlight to the most used marketplaces of each of these countries mentioned above.
Update of our Project
Starting this year in ANYMARKET, we want to reach new frontiers!
We have qualified and qualified personnel to respond to the different needs of international markets.
Our goal with this project is to offer our services to the different companies that sell in marketplaces and require assistance in the management of their operations.
As first steps we need to identify the main markets which we can reach and analyze the viability of each one of these to begin the development in each country.
Once identified, we begin the search for marketplaces and strategic partners to generate strong alliances that demonstrate to our clients that we have the best options for them.
An example of this is our alliance with Mercado Libre Argentina, with which we have already begun our approval process to free up integration and thus start offering ANYMARKET in this country.
At this time our staff is conducting business visits to various entities and large companies in the selected countries to achieve the launch of this important project for ANYMARKET, which will create countless amounts of benefits for all parties.
About the author
Bryan Martinez is responsible for the LATAM expansion project.
Also responsible for finding new leads, market research, and bringing innovation techniques to ANYMARKET.
Graduated in International Business Administration at Universidad Pontificia Bolivariana UPB in Bucaramanga - Colombia
Algo comum entre todos os empreendedores, desde pequenos vendedores do Mercado Livre até grandes indústrias que atuam no varejo, é que, todos eles querem crescer.
Um dos maiores espaços que essas empresas pequenas, médias ou grandes ainda precisam explorar, é o Mobile.
Uso dos Smartphones
Estou escrevendo esse artigo, sentado na sala de embarque do terminal rodoviário do Tietê em São Paulo, as 11:34 AM, e observando as pessoas sentadas ao meu lado, fiz uma conta bem simples, são 12 pessoas que consigo visualizar nesse momento, sendo 8 delas com um smartphone nas mãos, ligados a cabos de energia ou fones de ouvido.
Mesmo sem saber o que elas estão realmente fazendo, posso concluir que aproximadamente 67% das pessoas nessa sala, estão conectadas ao Mobile, bem provavelmente utilizando a rede Wi-fi da sala de espera.
Onde quero chegar?
Enquanto em pleno feriado de sexta-feira santa, 8 pessoas estão utilizando o celular para ver vídeos, ouvir músicas, navegar nas redes sociais, visualizar promoções e ofertas de produtos ou até mesmo serviços na web, não tem 1 televisão ligada na sala de espera. Até tem, mas é uma tela pequena, umas 20’ polegadas que transmite um vídeo institucional da empresa e algumas propagandas. Ninguém deve estar observando, pelo menos nesse momento.
Cheguei onde eu queria! E aproveito para perguntar:
Como a sua empresa está se adaptando e oferecendo produtos a esse público conectado ao Mobile?
Além dos investimentos em mídia no Facebook ADS, Google Adwords, e todos os preços baixos no final de semana, frete grátis, cupons de descontos, youtubers que divulgam sua marca ou seu produto...
Qual é o investimento que você está fazendo para usabilidade Mobile da sua loja virtual?

Entendeu agora?
Será que todo o investimento em marketing digital vai funcionar de fato se você tem um site que demora para carregar a home?
E o seu checkout, está otimizado para concluir uma compra?
Se uma experiência mobile lenta e despreparada afasta os usuários, o contrário também é verdade: o acesso rápido ajuda a atrair mais e reter os consumidores.
Mesmo que você não tenha uma loja virtual, a velocidade de acesso mobile ainda pode afetar seus resultados. A BMW provou isso ao renovar a versão móvel do seu site, buscando oferecer a mesma experiência de velocidade, performance e confiança de seus carros.
O site da BMW foi acelerado com o uso das tecnologias AMP e PWA (Progressive Web Apps), que proporcionam experiências web mais confiáveis, fluidas e seguras possível, respondendo com agilidade às interações dos usuários.
Mesmo em conexões lentas. Qual foi o resultado desse movimento? A proporção de pessoas indo do site BMW.com para a página de vendas cresceu de 8% para 30%.
Porquê me preocupar tanto assim com o consumidor no Mobile?
As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil no último ano (2018).
“O m-commerce (consumo através do mobile) vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”
Ana Szasz, head da Ebit (Nielsen)
Veja você mesmo a evolução desse consumidor conectado a um dispositivo móvel

Em 2018, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do consumo através dos dispositivos móveis.
Você ainda tem dúvidas quanto a necessidade de investimento em usabilidade desses dispositivos?
Conclusão
Para concluir, é hora de você também pensar na experiência mobile e comportamento do cliente e não apenas impacta-lo com seus anúncios pagos nas mídias.
Ou “o tiro pode sair pela culatra”, frase antiga, mas faz todo sentido.
Sua empresa não precisa apenas acompanhar a transformação digital, mas buscar inovação acima de tudo. O público está cada vez mais conectado, com mais acesso a esses dispositivos móveis, redes Wi-fi, dados móveis, etc... E querendo cada vez mais consumir produtos, navegar em sites inteligentes e dinâmicos além compartilhar conteúdos de qualidade com apenas 1 clique.
Sobre o autor
Leandro Ratz, é responsável pelo sucesso dos clientes no ANYMARKET
Leandro tem experiência com varejo, e-commerce e Marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de Marketplace para grandes marcas. Atualmente está no Anymarket, responsável pelas contas estratégicas na plataforma.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização
em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.
O Dia das Mães é uma data especial para o varejo, e não é diferente para o E-commerce. Por isso, pensando em aumentar seu faturamento tanto na esfera física quanto online, é preciso entender melhor o comportamento no Dia das Mães, pensando nos hábitos de compra.
Nesse artigo quero trazer alguns dados do Google, coletados em 2019, que podem ajudar você a ter uma assertividade maior nas suas campanhas de marketing e, além disso, oferecer produtos que são mais procurados por esse público.
Para comprovar esse cenário trago para você dados dos últimos 5 anos, os quais mostram o crescimento das vendas comparado a outras datas sazonais:

Assim, fica claro que a busca do consumidor vem crescendo cada vez mais, e que a data é uma das mais importantes para você aproveitar o interesse e ofertas de produtos com bons preços e condições para vender mais.
Mesmo com essa alta na data os varejistas não conseguiram se associar comportamento no Dia das Mães.
Quer melhorar ainda mais as suas vendas em datas sazonais do e-commerce? Tenha um calendário completo, com dicas exclusivas e estratégias para anunciar em marketplaces!
A importância de entender o perfil do consumidor antes criar conteúdo
É o que indica uma pesquisa feita pelo Google: quando a pergunta é sobre marcas que vêm à cabeça na data, nenhuma marca de varejo conseguiu chegar a 3% das respostas.
Assim, podemos observar a importância de entender o perfil consumidor antes de investir em mídias, marketing, conteúdos, pessoas e promoções.
Antes de serem mães, elas são mulheres, então vamos entender alguns números atualizados sobre o perfil feminino e de mães no Brasil e seu comportamento no Dia das Mães.

Com esses dados, podemos concluir que, com esse acúmulo de funções, as mulheres se colocam como últimas na lista de tarefas próprias.
Assim, potencializando a importância dessa data, onde filhos, maridos e amigos, "percebem" ou "lembram" o quantos elas são importantes no dia a dia e merecem sim, um carinho especial, um presente e um tempo melhor aproveitado.

Isso é reafirmado quando observamos os dados ao lado. As mulheres e mães, na maioria das vezes, dedicam menos tempo a elas próprias.
Mas são as mesmas mulheres que também estão muito mais conectadas, ou seja, elas estão acessando a internet e sim, elas estão buscando produtos, serviços, informação. Como mostra os dados a baixo:

Com esses dados, você começa a entender a tendência de consumo de informação das mães brasileiras, além dos principais temas de interesse desse público.
Crie campanhas relevantes e busque representar corretamente seu consumidor
Com essas informações é possível montar campanhas mais relevantes, fazer investimentos em categorias mais específicas e produzir mais conteúdo, não apenas falando sobre produtos.
Falando em propaganda, muito cuidado, pois por vezes as propagandas, principalmente em TV, não representam as mães, mas sim a figura de dona de casa.
Os dados a seguir mostram um número expressivo desses casos:

Dia das Mães não é mais Dia da Casa!
Em 2018, as vendas do Dia das Mães tiveram o melhor desempenho em cinco anos. E tudo indica que 2019 também vai ser um grande ano para o varejo físico e online.
Falando de E-commerce e Marketplace, o Dia das Mães continua sendo uma data para venda de eletros. Dos 10 produtos mais vendidos pela internet, 7 foram eletrônicos, eletrodomésticos ou eletroportáteis.

No último ano, tivemos um aumento expressivo no desejo de compra das mães por Celulares e Smartphones, um movimento diferente se considerarmos os últimos 5 anos, onde o consumidor não demonstrava muito interesse em tecnologia.
E para fechar, um dos melhores indicadores que podem facilitar as ações para essa data:

Conclusão
Atenção você vendedor, estude o perfil feminino primeiro, e assim tenha uma melhor assertividade em suas ofertas e promoções para o Dia das Mães.
Estamos falando de mulheres mais conectadas, buscando mais informação e melhores experiências de compras.
Concluindo o artigo, gostaria de agradecer ao Google por viabilizar essa pesquisa e os dados.
A responsável por reunir dados e falar mais sobre o Dia das Mães é Antonalla Weyler - Market Insights Lead, Google Brasil.
Sobre o autor:
Leandro Ratz, tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ - Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX - The True Cloud Commerce Platform.
Vender em marketplace é a onda do momento. Para lojistas que estão iniciando no mercado de comércio online, o marketplace pode ser uma das melhores estratégias comerciais para alavancar vendas. Para quem está vendendo há algum tempo, já deve ter percebido quão poderosos são esses canais de vendas.
Hoje, vamos entrar mais a fundo nesse tema para conhecer as reais vantagens.
Qual o verdadeiro benefício de vender no marketplace?
Antes de responder, quero compartilhar um pouco com você minha experiência nessa área. Comecei pequeno como todos começam um dia, iniciei como gerente comercial em uma operação de vendas online no interior de São Paulo.
Depois disso nunca mais parei de trabalhar com marketplace. Eu ainda tinha meus 20 anos quando atingimos um faturamento próximo a R$ 200.000. Em seguida comecei a ter contato com outras categorias até chegar a coordenar uma operação de loja que chegou a faturar pouco mais de R$ 4.000.000 milhões na Black Friday de 2018.
Hoje sou responsável pelas contas estratégicas do Hub de integração para marketplace ANYMARKET. Se não o maior, o melhor no mercado, e não porque estou lá, mas porque entendo a necessidade dos lojistas. Sei bem quais são as maiores dificuldades e já trabalhei com outros Hub’s antes...
Vou compartilhar o que eu aprendi até hoje, com o objetivo de te ajudar a não apenas vender mais, mas trabalhar melhor os canais de marketplace.

Vender em Marketplace é lucrativo sim
E como qualquer outro negócio, é necessário traçar uma estratégia para ter sucesso.
Em sequência, vou colocar em tópicos qual é o melhor caminho, e se você já vende, apenas desconsidere o primeiro tópico:
- Comece – Você já encontrou um produto? Comece anunciando no Mercado Livre, é fácil e rápido, mas não existe milagres. Você precisa pagar comissão para aproveitar o tráfego do Marketplace, comece anunciando com anúncios clássicos ou premium.
- Descubra – Com o tempo você vai descobrir quais são os melhores produtos para vendas online e também observar que não compensa ser um vendedor informal. Você vai precisar formalizar seu negócio para se profissionalizar. Outro ponto interessante será entender seu público consumidor, com isso descobrir como gerar melhores experiências de compra. Descobrirá além de tudo isso, que você está anunciando em grandes vitrines da internet e que, quanto mais canais de Marketplace você anunciar, muito provavelmente irá vender mais.
- Estude – Chegou a hora de você estudar o mercado, o segredo não está só na venda, mas em conhecer o que vende e para quem você vende. Saber quais são os produtos com melhor qualidade e assim não ter surpresas no meio do caminho. Estude também o negócio digital, as leis e o CDC (Código do Consumidor). Estude casos de sucesso e de fracasso, e muito importante: nunca pare de estudar.
Depois desses 3 pontos acima, pensando em como vender em marketplace, entramos em estratégias para aumentar suas vendas e ter lucro:
- Compra – Você só vai continuar vendendo bem se comprar bem, está na hora de pensar mais na compra e deixar o marketplace trabalhar sua venda. Se você compra mais, você paga menos, e se você paga menos, você tem melhor competitividade, consequentemente melhora seus resultados financeiros.
- Anúncios – Seja perfeccionista nos seus anúncios, no mínimo 3 imagens de alta qualidade, uma bela descrição, um cadastro de características no mínimo completo e sim, obrigatoriamente use o código de barras do produto (EAN) para melhor exposição em canais de busca como por exemplo o Google.
- Preço – Preço competitivo é sempre o ideal, mas você também pode usar estratégias de ofertas para curva B e C, descontos para formas de pagamento, cashback, parcelamento sem juros, datas sazonais, promoções relâmpagos, rebate com os marketplaces, campanhas especiais, investimento em ADS, etc...
- Marketplaces – Escolha os melhores canais para vender o seu produto, é necessário organizar sua operação para isso. Invista se necessário, afinal você precisar crescer de forma sustentável. Trabalhe individualmente em cada marketplace, cada canal tem sua vantagem, descubra e explore isso, esses canais investem muito em mídias, aproveite e pegue essa onda também.
Essas são algumas dicas para que você monte sua estratégia.
Não existe uma única forma de fazer vendas em marketplace, mas existem técnicas diferentes para cada tipo negócio.
Conclusão
Tudo isso que comentei sobre vender em marketplace é pensando em ter lucratividade. Então quanto mais e melhor você trabalhar esses pontos principais, melhores serão seus resultados em vendas e mais lucratividade terá o seu negócio.
A resposta para essa pergunta no título do artigo, depende só de você!
Sobre o autor
Leandro Ratz, tem experiência com varejo, e-commerce e marketplace, com atuação direta em grandes lojistas e como consultor de marketplace para grandes marcas.
Formado em Gestão Comercial pela UNIFAJ – Faculdade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, com especialização em Omni Channel para o Varejo pela VTEX – The True Cloud Commerce Platform.
Confira também: Marketplace Shein
A nova Lei geral de privacidade de dados (LGPD) entrará em vigor em 2020. Parece que ainda dá tempo de adaptar muita coisa, mas a realidade é que o tempo é curto para estar realmente preparado.
Várias notícias já avisam sobre penalidades, mas é difícil encontrar todas as informações e soluções centralizadas.
O principal objetivo da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é trazer segurança jurídica para os cidadãos e orientar empresas que trabalham com a coleta e processamento de dados.
Pensando na proteção de dados (não se restringindo apenas aos dados pessoais nos meios digitais), a LGPD terá impacto direto em toda a cadeia do e-commerce.
Para te ajudar a entender as mudanças, nós do ANY unimos forças com a Prestus, primeira e maior empresa de Secretárias Virtuais do Brasil, para lançar um mini guia que analisa a nova Lei de Proteção de Dados e o impacto nos marketplaces.
O mini guia para entender de uma vez a Lei de Proteção de Dados
O material explica como será permitido manipular os dados de clientes frente a nova Lei e apresenta dicas valiosas sobre estratégias de vendas e o que observar para formar parcerias confiáveis nesse novo cenário.
Os tópicos abordados no mini guia:
- O que diz a nova Lei Geral de Proteção de Dados
- Impactos e penalidades para infrações da Lei Geral de Proteção de Dados
- O que muda com a nova Lei
- Quais os benefícios da LGPD para as empresas
- O que se torna irregular e quais medidas tomar
- Checklist de medidas a serem tomadas
- Como adaptar as estratégias de vendas
- O selo ISO/IEC271001 como um diferencial
- Com quem os marketplaces devem unir forças
- Case - Uso da tecnologia na privacidade de dados
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Afinal o que são atributos? Quais os benefícios para meu anúncio? Antes de tudo é importante explicar os diversos nomes que podemos usar para falar sobre o assunto. Alguns marketplaces dão nomes de “características”, outros de atributos, ficha técnica, detalhes técnicos, etc.
É sabido que o anúncio é a vitrine de um produto na internet. O comprador não tem acesso ao produto real para poder visualizar e poder tirar suas próprias conclusões, ou seja, em uma compra online quanto mais informações disponíveis, maior a segurança do comprador em efetuar a compra de um produto que seja exatamente o que ele busca.
Mas afinal, o que são atributos? Qual a diferença da descrição?
As especificações técnicas são informações que agregam muito no anúncio, pois trazem detalhes de extrema importância sobre o produto. Os atributos ficam alocados em uma parte diferente no anuncio do marketplace, geralmente uma tabela com maior destaque na página, o que sinaliza que ali contém informações relevantes sobre o produto.
A descrição geralmente é o campo usado para envolver o consumidor e mostrar os benefícios do seu produto, atrair e reter de uma forma romântica o consumidor. Já no campo de atributos, que são as especificações técnicas do produto, cabem informações do produto como: marca, código de barras, modelo. Além de informações específicas de cada tipo de produto, por exemplo: material, indicação de uso, etc.
Os atributos aceitos dependem da categoria que o produto será vendido no marketplaces, onde existem características pré-determinadas.
Um exemplo real
Produto: Câmera Canon Rebel T6 Dslr
Categoria: Câmeras Digitais/Canon/DSLR

Atributos e descrição na B2W

Detalhes técnicos na amazon

Ficha técnica no Mercado Livre

Ficha Técnica no Mercado Livre
Até outubro de 2017 os vendedores possuíam como estratégia de vendas o uso do template, onde era possível ter uma descrição personalizada e chamativa para o consumidor, através de formatação em HTML. Como estratégia de negócio o Mercado Livre optou por não permitir mais esse tipo de descrição.
Após esse período o Mercado Livre passou por uma série de adequações e alterações na forma de qualificar seus vendedores e sua reputação, bem como a relevância dos anúncios.
Atualmente a Ficha Técnica do produto no anúncio do Mercado Livre é uma estratégia para aumentar a conversão das vendas, pois nela é possível preencher informações técnicas do produto. Essas informações ficam alocadas antes da descrição do produto no Mercado Livre, o que chama mais atenção do consumidor.
Para cada categoria do Mercado Livre existem características de preenchimento obrigatório, características que são recomendadas e existem aquelas que são aceitas na categoria.
Anúncios que não possuam as informações mínimas podem ser enviados para revisão interna do marketplace ou perder relevância do anúncio enquanto não preencher os campos indicados.
Todas as vantagens do Mercado Livre Ads
Conclusão
Um cadastro completo do produto agrega valor no seu anúncio, podendo ser o ponto crucial para converter uma busca em uma venda efetiva. Seus anúncios hoje estão enriquecidos com essas informações? Não esqueça que pequenos detalhes fazem grandes diferenças.
Sobre a autora
Carolina Masiero é graduanda em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Maringá - UEM. Atua como Analista de Implantação na equipe do ANYMARKET.

