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4 de janeiro de 2019
7 minutos de leitura

Categorias de produtos, automatização de processos e impacto no SEO

Resumir com IA:
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Você sabe a importância das categorias de produtos para quem vende em marketplaces? Ter esse conhecimento é indispensável se você quer melhorar o seu desempenho de vendas nessas plataformas.


Neste conteúdo vamos falar sobre o impacto da categorização correta de produtos em canais de venda como o Mercado Livre e abordar formas de melhorar esse processo operacional que pode ser pesado quando feito manualmente.


Como o assunto é desempenho, também vamos entrar no tema SEO. O sistema de otimização para os mecanismos de busca sofre influência direta da categorização e você pode usar esse ponto a seu favor. Confira!


A importância das categorias de produtos nos marketplaces


Parece óbvio pensar que as categorias de produtos são essenciais para anunciar em marketplaces, certo? No entanto, muitos vendedores ainda enxergam a categorização apenas como um processo operacional (muitas vezes cansativo, inclusive).


Essa percepção é compreensível, afinal estabelecer a categoria de cada produto, em cada canal de vendas, manualmente é realmente um trabalho de grandes proporções.


Ainda assim, você precisa dar atenção ao tema se deseja ter sucesso nas vendas online. Markeplaces como o Mercado Livre, por exemplo, são bastante exigentes quanto à configuração da categoria e subcategoria de produtos e isso é positivo.


A categorização correta dos itens anunciados garante que o consumidor encontre o seu anúncio quando estiver navegando pela plataforma.


Além do usuário poder navegar pelas categorias da página, o próprio mecanismo de busca dos canais de vendas utilizam esse critério para mostrar resultados e sugestões de compra.


É possível fazer a categorização automática nos canais venda?


A automatização é uma das chaves do sucesso das vendas online, principalmente para quem anuncia em diversos marketplaces.


A otimização dos processos operacionais permite ter mais agilidade e eficiência para alcançar os resultados esperados.


Considerando tudo isso, você pode estar se perguntando "então, é possível automatizar a configuração de categorias de produtos nos canais de venda?". Depende, isso varia conforme o markeplace e a sua estrutura de vendas.


Podemos usar o caso do Mercado Livre mais uma vez, já que é uma das principais referências em e-commerce da América Latina.


O marketplace possui um recurso chamado Preditor de Catálogo que ajuda o seller a fazer essa configuração de forma mais simples, sugerindo a categoria mais adequada para cada item.


Para vendedores do Meli que buscam ainda mais automatização, o indicado é usar ferramentas integradas ao canal como um hub centralizador de vendas, que permite administrar toda a operação multicanais em um painel único e inteligente.


Um exemplo de plataforma deste tipo é o ANYMARKET, hub integrador parceiro do Mercado Livre que possui o Selo Platinum e desenvolve funcionalidades exclusivas para quem vende no marketplace.


Preditor de categorias de produtos do hub de integração

tela do preditor de categorias de produtos any Tela do Preditor de Categorias de Produtos no painel do ANY

 


Falamos no ANYMARKET porque a ferramenta, como empresa parceira do Meli, está aderente ao categorizador do marketplace e desenvolveu um recurso próprio para isso.O Preditor de categorias de produtos do hub permite fazer a vinculação dos itens de forma massiva, agilizando todo o processo. E como funciona? A ferramenta de automação baseia-se no título do produto para sugerir ao seller a categoria mais adequada. Segundo o time de Tecnologia e Produto do ANYMARKET, com a funcionalidade do hub é possível reduzir em até um terço o tempo do processo de vínculos de categorias e atributos.


Categorização de produtos e desempenho SEOEmbora seja um velho conhecido de quem tem site, o SEO (Search Engine Optimization), ou Otimização para Mecanismos de Busca, ainda é motivo de muitas dúvidas. Principalmente quando se trata de otimizar para e-commerce. O assunto é amplo, mas o nosso objetivo é destacar que a categorização correta dos seus produtos nos canais de venda também impacta no seu ranqueamento SEO. Para entender melhor, vamos aprofundar um pouco mais o tema e, por fim, deixar algumas dicas para trabalhar a otimização, não somente com as categorias de produtos adequadas.


A base do SEO

Precisamos primeiro entender que a base do SEO é um conteúdo muito bem feito Sendo assim, você precisa construir estrategicamente as descrições e títulos dos seus anúncios e de outros conteúdos da sua loja virtual.

Isso também se aplica aos marketplaces e a tudo o que você trabalha em forma de texto no canal. Os buscadores se orientam para o consumidor, ou seja, eles tem como foco entregar ao usuário os melhores resultados conforme aquilo que ele deseja. 

Quer saber ainda mais sobre Seo para e-commerce? Leia neste outro artigo aqui!

Considerando esses pontos fundamentais, agora vamos às dicas! 

Tenha pessoas dedicadas ao SEO 

Se você puder tenha pessoas especializadas trabalhando com foco em conteúdo e SEO. É importante que você alguém na sua equipe tenha conhecimento do tema para direcionar a estratégia.  

Defina objetivos: das palavras-chave às categorias dos produtos

A forma como você trabalhará o SEO deverá levar em consideração um objetivo. No caso dos marketplaces, é essencial entender como é o mecanismo do canal e quais são as suas diretrizes e recomendações de marketing.

Com isso definido, trace um plano de ação e mapeie tudo o que precisará ser otimizado: das palavras-chave à categorização dos produtos. 

Palavras-chave podem impactar sua conversão em vendas

Você precisa olhar para as palavras-chave relacionadas ao seu negócio e aos seus produtos e entender se elas funcionam para atingir o seu objetivo. Seja específico e foque exatamente no que está buscando.

No caso dos produtos, pense nas informações que o seu cliente pode estar buscando para direcioná-lo ao seu anúncio. Por isso, entender o comportamento do consumidor é muito importante.

Por exemplo, se você está vendendo um fone de ouvido, ao invés de definir sua palavra-chave como “fone de ouvido”, será mais eficiente definir como “fone de ouvido modelo x da marca y”.

Possivelmente, o volume de buscas seja menor, mas você poderá aumentar a conversão em vendas porque estará chegando até um cliente muito mais qualificado, que busca especificamente o que você está oferecendo.  

Você deve se perguntar:  Quero 1.000 pessoas visitando meu produto e não comprando, ou 300 que visitem e comprem? Para definir a palavra, pesquise a forma como os consumidores buscam por aquele produto. 

Descrições, títulos e fotos de produtos 

Nada de descritivos ou títulos duplicados! Até mesmo produtos que são únicos, com variação de cor ou tamanho, por exemplo, podem ser lidos no SEO como conteúdo duplicado.

Para evitar este problema, configure canonical tags, que indicarão ao buscador qual o conteúdo principal que deve priorizar na indexação e/ou ler.

Por exemplo: se há duas camisetas iguais, com descrições iguais, cores diferentes e em URL’s diferentes, escolha uma para ser sua principal e configure a canonical tag, para que o buscador dê a atenção a ela. 

Se revende produtos de outros fornecedores, evite copiar suas descrições e utilizar em sua loja virtual, para que não seja identificado e penalizado por plágio. 

Nas fotos de produto e imagens em geral, descreva-as no nome do arquivo, correlacionando ao conteúdo daquela página específica. O buscador precisa ser capaz de ler e entender a imagem, bem como toda sua loja virtual. 

Combinadas, todas essas ações vão melhorar o seu desempenho nos buscadores dos canais de venda e, consequentemente, impactar nas suas vendas.E se você quer melhorar ainda mais os seus resultados com uma operação de vendas automatizada e ágil, precisa escolher ferramentas que apoiam a sua operação e oferecem soluções integradas aos marketplaces.

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Jasper Perru

Jasper Perru

Head de Growth Performance do ecossistema ANYTOOLS, atua na construção de alianças estratégicas que impulsionam o crescimento do ecossistema de marketplaces. Com 18 anos de experiência na DB1, possui ampla visão sobre desenvolvimento de negócios e colaboração no e-commerce.

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