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As principais regras para atuar nos marketplaces

19 de setembro de 2016
4 minutos de leitura

Atuar nos marketplaces é uma promessa de sucesso para e-commerces de todos os tamanhos e tipos. Porém, além das boas práticas da atuação nas plataformas, é preciso conhecer os termos e regras dos marketplaces para decidir em quais se inserir e ter clareza de quais serão suas responsabilidades e direitos.

Cada grupo define suas próprias condições para a aceitação de lojistas, com particularidades que podem variar conforme as diretrizes de cada marketplace. Entretanto, alguns pontos são fundamentais de serem observados antes de fechar o contrato com a plataforma. Confira!

Cadastro e aprovação

O mais comum é que o processo de entrada em um marketplace comece com um cadastro. O lojista interessado em vender no marketplace deve primeiramente preencher o formulário de cadastro no site da plataforma pretendida.

Nesse cadastro, as principais informações pedidas serão nome do responsável, formas de contato, nome fantasia e CNPJ da empresa. Alguns marketplaces solicitam ainda informações relacionadas à presença online e reputação da marca, que pode ser baseada, por exemplo, nos registros do Reclame Aqui.

Após o cadastro, cabe ao marketplace aprovar ou não a integração do lojista à plataforma para então dar seguimento ao contrato.

Departamentos do marketplace

Os marketplaces são como grandes lojas de departamento virtuais. Para vender nesses locais, é preciso que seu produto se encaixe em algum dos departamentos ou categorias já existentes nos marketplaces.

Entre as categorias mais comuns estão Eletrodomésticos, Telefonia, Informática, Eletrônicos, Saúde e Beleza, Vestuário, Decoração e Automotivo. Atentar-se aos departamentos que são pontos fortes de cada marketplace também é uma ótima forma de decidir qual mais vale a pena para o seu negócio ou quais têm mais relação com os seus produtos.

Emissão de nota fiscal

Emitir nota fiscal é um ponto obrigatório. O mais comum é que a emissão de nota fiscal dos pedidos fique sob a responsabilidade do lojista e não do marketplace. Não deixe de checar essa informação e, se a sua loja ainda não emite notas fiscais, prepare-se para começar.

Entrega

Toda a logística de entrega do produto é de responsabilidade do lojista. Como os marketplaces têm a potencialidade de ampliar o alcance e o volume de vendas, é preciso estar preparado com um plano de logística capaz de atender todos os pedidos.

Além disso, algumas empresas podem ter requisitos específicos quanto às regiões de entrega, exigindo, por exemplo, que o lojista envie seus produtos para todo o Brasil. Se a sua intenção é vender apenas em uma determinada região, esse é um ponto que merece atenção especial na hora de aderir a um marketplace.

Taxa de comissão

A taxa de comissão é a quota cobrada pelo marketplace sobre o volume de vendas gerado, podendo variar entre 10 e 30% por pedido concluído. Esse valor vai variar de acordo com cada marketplace e com o perfil do produto vendido, entre outras variáveis. Ter clareza de como funciona a comissão de um marketplace antes de fechar o contrato é indispensável para não ter surpresas no futuro.

Prazo de pagamento

Saber de todos os detalhes acerca do pagamento é fundamental para saber o que esperar e para o correto planejamento financeiro do seu negócio.

Quando um pedido é feito no marketplace, o processamento do pagamento fica por conta da plataforma. O prazo de pagamento diz respeito ao período até que o lojista receba pela venda, e pode variar de 2 a 45 dias após a postagem ou a conclusão da entrega do produto, conforme cada marketplace. Alguns marketplaces repassam ao lojista o total à vista do pedido, mesmo que o cliente opte pelo pagamento parcelado.

Gestão de vendas

Toda a gestão de vendas é de responsabilidade do lojista. É importante saber que você terá que cuidar das atividades de cadastramento de produtos, controle de estoque, envio dos pedidos, atendimento ao cliente, precificação.

Os lojistas que atuam em mais de um marketplace devem estar atentos para esse gerenciamento em cada local. Investir em um Hub de integração, como o Hub ANYMARKET, é uma excelente alternativa para deixar essa gestão mais prática e otimizar o tempo.

Vale reforçar que cada marketplace tem suas regras e termos próprios. Portanto, conhecer as especificidades de cada empresa é fundamental.

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