A partir do crescimento acelerado de empresas como Airbnb, YouTube e Facebook, Sean Ellis, fundador e CEO do GrowthHackers.com, principal portal sobre o assunto no mundo, cunhou o termo growth hacker. No contexto do Marketing Digital, o growth hacking pode ser entendido como o processo que identifica oportunidades de melhorias em todas as áreas da empresa.
Aplicar o conceito de growth hacking no o e-commerce com metodologias de baixo custo para o crescimento exponencial dos negócios: esse foi o propósito da Resultados Digitais, ANYMARKET e Nação Digital, que lançam hoje um e-book com metodologias e dicas, além de casos de sucesso que comprovam a eficácia do GH.
Para Ana Maria Cimadon Garcia, coordenadora de Marketing da DB1, “O growth hacking une métricas, análise e muita criatividade. Isso é o que todo ecommerce necessita para otimizar o seu retorno sobre o investimento”, enfatiza. “O e-book traz uma série de ferramentas e boas práticas para que os marketplaces encontrem oportunidades de crescimento de negócios”.
Confira algumas dicas do e-book sobre Growth Hacking para e-Commerce:
1. Atraindo mais tráfego: é muito mais produtivo iniciar o processo de hacking com um objetivo em mente. Algo palpável que irá receber todo o foco da criatividade da equipe. Por exemplo: aumentar o tráfego em 30% com a mesma verba de mídia
Com a atual greve dos caminhoneiros, sabemos que a probabilidade das encomendas atrasarem para chegar até o consumidor é muito grande. Para evitar reclamações e qualificações negativas para sua loja, é altamente recomendável que se aumente o prazo de entrega e informe antecipadamente aos seus clientes sobre o possível atraso.
Abaixo trouxemos algumas dicas para informar seu cliente caso a compra já tenha sido realizada:
Caso trabalhe com os Marketplaces que disponibilizam telefone ou e-mail do consumidor, use este canal para informá-lo. O pulo do gato aqui é passar um canal exclusivo para manterem contato, evitando assim que ele abra reclamação junto ao SAC do Marketplace, por exemplo.
Se trabalha com o Mercado Livre e é cliente do ANYMARKET possui o serviço de mensageria pós-venda e você pode incluir a mensagem do possível atraso na entrega e também o que ele pode fazer para se comunicar com sua empresa. Em cada mudança de status o cliente recebe um comunicado.
O principal ponto é: não deixe que os atrasos das encomendas seja motivo de penalidades junto aos marketplaces e isso prejudique a reputação de seu negócio. Coloque em prática as estratégias de precaução para evitar possíveis problemas!
Hoje está na moda toda empresa ter um propósito gigante, tipo o da Google: “Organizar as informações do mundo!”. Do contrário, você está por fora. Mais que isso: não vai ter sucesso porque não conseguirá contratar pessoas leais a esse propósito, não conseguirá engajar pessoas nessa missão e nem definir metas “moonshot” (aquelas metas dos sonhos que engajam todo mundo, por mais que não sejam atingidas). Ou seja, a empresa está condenada a ser uma empresa mediana, pequena. Não é exponencial e será difícil alcançar sucesso.
Não tenho nada contra, pelo contrário, tenho muito a favor de quem conseguiu encontrar esse propósito. Não somente para efeito de marketing, mas porque ele é real e profundo. Torna público e engaja pessoas com ele.
O que sou contra é juntar um monte de executivos em uma sala, em um planejamento estratégico, e obrigá-los a sair no final do dia com um propósito definido.
Veja, essa é uma pergunta altamente complexa. É o mesmo que perguntar para você, sim, você pessoa física: qual o propósito da sua vida na terra? Quanto mais novo, mais difícil ter essa resposta. Mas, ok, vamos juntar a família em um fim de semana desses e sair com uma definição disso no final do dia. Por mais que saia algo, não quer dizer que é, de fato, a essência da sua existência. Normalmente descobrimos isso durante a jornada da vida. Em uma conversa de bar, dirigindo ou, de repente, trombamos com a resposta. É aquele momento “eureca!!!” Tudo faz sentido!
Se para definir o propósito de uma pessoa é difícil, imagina para uma startup ou uma empresa estabelecida. Eu, particularmente, acredito que essa é uma questão muito mais profunda e não pode ser aplicada somente para modismo… Tem que fazer sentido. E mesmo não sendo aquela missão gigantesca, empolgante, ela motiva você e quem está com você. Faz você acordar cedo e saber que é para isso que você está indo trabalhar.
Qual o problema de um pequeno supermercado ter claramente como propósito “ajudar às famílias daquele bairro a acessar produtos sem ter que ir para uma região central”? E celebrar cada vez que um cliente der um depoimento que deixou de ir ao centro porque resolveu ali o problema dele? Faz sentido, faz diferença na vida daquelas pessoas. Pronto.
Você lembra daquelas reuniões de planejamento que tinha que sair com uma missão, visão e valores? Essas definições passam por jargões que contêm palavras como “referência”, “qualidade”, “bom atendimento”… Você poderia jogar essa missão ou visão para empresas de qualquer outro segmento que faria sentido e, por fim, não ia dizer coisa alguma de fato sobre o que é a missão e a visão. Não desperta nenhum tipo de sentimento nas pessoas. Pois é, estamos fazendo a mesma coisa com a definição de propósito.
A definição de um propósito é algo muito sério, e de fato pode ajudar seu negócio. Mas está sendo banalizada, assim como outrora fizemos com outros conceitos importantes. Pare e reflita. Se achou algo que faz sentido, ok. Use como provisório, reflita em outra data, mude até achar o propósito que acende como uma luz… “Eureca, agora tudo faz sentido!”. E se você ainda não tem isso, você é normal e seu negócio ainda é e será um sucesso. Boa jornada!
*Este artigo de Ilson Rezende foi postado originalmente no E-Commerce Brasil
Sabia que você já pode ter comprado produtos da Livraria Cultura nos marketplaces?
A Livraria Cultura, confiável livraria brasileira com lojas em shoppings de centenas de endereços, está conquistando também o sucesso no e-commerce com uma sábia decisão: vender em marketplaces!
Para a Livraria Cultura, o ano de 2017 foi um ano produtivo para suas operações de e-commerce, com o início da comercialização de seus itens em marketplaces como Carrefour, Magazine Luiza, Via Varejo e na B2W (em maio) e no Mercado Livre (setembro). (mais…)
Números recentes publicados pela EBIT revelam que juntos, Marketplace e E-commerce faturaram 121,1 bilhões em 2017, com destaque para os Marketplaces com alta de 21,9% em relação à 2016.
Tivemos recentemente o fenômeno de busca e de não compra nestes canais, onde o cliente navegava, porém, efetuava a compra na loja física. Em um estudo da MindMiners sobre o futuro do varejo, 67% dos entrevistados afirmaram já terem usado o smartphone dentro de uma loja física para comparar preços de um produto que queria comprar. Este comportamento ainda não morrerá, mas a tendência de fechamento da compra online influenciada pela maior segurança proporcionada, possibilidade de devolução e preços menores é clara e seus produtos precisam estar onde o cliente está acostumado a navegar. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) calcula que o Brasil atingiu a taxa de um (01) smartphone por habitante em 2017.
É fundamental que empresas que já possuem processos de precificação e entregas ajustados e conseguem administrar bem seu estoque, estejam nas grandes vitrines de Marketplaces. Não é difícil vermos “cases” em que a estratégia de vender nos Marketplaces se torna mais importante para a empresa do que o próprio “E-commerce”, muitas vezes devido ao volume de vendas que esses canais proporcionam. Mas, e o lucro? Trabalhar com esta modalidade requer um controle minucioso de margem e deve ser analisada a composição de impostos, comissões e principalmente custos com logística, já que recentemente tivemos uma alta sem precedentes nos preços de tarifas dos Correios que atende a maior parte dos lojistas de e-commerce.
Serviço de assinaturas de categorias com compras recorrentes
Este ano veremos ainda uma nova modalidade de consumo crescendo em Marketplace: o serviço de assinaturas de categorias com compras recorrentes. Este mercado é promissor pois gera fidelização do cliente e uma recorrência mensal importante para o fluxo de caixa. Um exemplo relevante no mercado nacional é a de distribuição de vinhos com players que possuem esta estratégia bem definida. Porém haverá espaço para outras categorias como maquiagem, cuidados pessoais, higiene, rações para animais, suplementos alimentares e cursos didáticos que poderão ser comercializados com cobranças automatizadas. Outro crescente para grandes players é o serviço de coleta e fullfilment oferecido por alguns Marketplaces. Uma grande aposta será também a “retirada em loja” onde o consumidor fecha o pedido online e retira na loja mais próxima, diminuindo custos com logística e reclamações por atraso na entrega.
Em qual Marketplace?
O empreendedor deve, no entanto, analisar quais Marketplaces fazem sentido à sua categoria de produtos. Se vende móveis, por exemplo, faz muito sentido estar na Via Varejo que tem lojas como Casas Bahia, Extra e Ponto Frio e o consumidor correlaciona facilmente este sortimento na hora de comprar. Ainda para esta categoria, entendo como relevantes os Marketplaces B2W, Walmart, Carrefour, WebContinental, Buscapé, Mercado Livre. Já se trabalhar com moda, uma das sugestões frequentes é procurar por Marketplaces como Dafiti ou Netshoes se tiver uma linha mais esportiva. Uma outra boa opção é o Mercado Livre que está investindo nesta categoria com bons resultados. Os Marketplaces de nicho também são uma opção para diversas categorias que possuem um ticket maior. Estas avaliações são fundamentais para não perder tempo nem dinheiro.
Como gerenciar tantas variáveis: "Canais, estoque, status e preço"
Para conseguir trabalhar com todos estes canais, controlar seu estoque online e adequar uma política de preço para cada um (já que as comissões são diferentes), uma solução fácil e prática é ter como parceiro um HUB de integração. Existem alguns no mercado que fazem as atualizações de preço, prazo e estoque e alguns mais avançados que possuem funcionalidades estratégicas que permitem escalar suas vendas. Entre as mais inovadoras estão: como fazer campanhas pontuais ou atualizações com um clique, mostrar onde o e-commerce está tendo consultas de frete, porém sem fechamento do negócio (apontando falha de competitividade em logística). Funcionalidades que garantem a integridade das transações, com retentativas de atualizações e ferramentas que estão em constante evolução já que os Marketplaces lançam funcionalidades diferentes a todo tempo e, claro, suas vendas não podem parar!
É tempo de expandir seu negócio e expor seus produtos em mais vitrines: Este ano temos Copa do Mundo (inclusive com previsão de aumento de 20% para categorias esportivas e televisores) e já temos boas perspectivas econômicas com inflação sob controle e crescimento do PIB. A hora é agora!
Você, que é seller, e vende em vários marketplaces: Mercado Livre, B2W, Netshoes, Walmart, Via Varejo, Walmart, dentre outros; já deve ter se deparado com a seguinte dúvida: será que estou recebendo corretamente e em dia os pedidos de vendas efetuados em cada marketplace? Concilio manualmente esses recebíveis ou contrato um software para fazer as conciliações? Concilio uma vez por mês ou todo dia? Como faço para conciliar?
Neste sentido, o objetivo deste artigo é responder as seguintes perguntas relacionadas ao processo de conciliação dos recebimentos dos marketplaces: Por que conciliar? Quando conciliar? Como conciliar?
Por quê fazer a conciliação ou verificação dos repasses?
As principais razões para conciliar os repasses dos marketplaces são:
- Controle de fluxo de caixa;
- Verificar se você, seller, está recebendo corretamente os repassses dos marketplaces em termos de datas e valores;
- Ter paz e segurança quanto aos recebimentos de cada marketplace;
- Estar no controle da sua operação on-line;
- Gestão assertiva das transações de vendas nos marketplaces.
Os marketplaces são muitas vezes confundidos com e-commerces. Embora o sentido seja o mesmo – vender pela internet – as características e a forma como eles atuam são bem diferentes e, por isso, precisam de estratégias mais direcionadas para cada um deles.
No texto de hoje, falaremos de uma das ferramentas mais importantes de ser dominada por quem vende seus produtos em um marketplace: a descrição dos anúncios. Explicaremos a importância delas e como criar uma que possa alavancar suas vendas. Confira o que separamos mais abaixo!
O que é um marketplace?
Embora muito parecido com um e-commerce, – especialmente para o consumidor final – o marketplace tem suas características próprias. Quando falamos de um e-commerce, nos referimos a uma loja virtual, onde todos os produtos vendidos ali pertencem à ela.
No marketplace, temos vários vendedores em um único site, como é o caso do Mercado Livre, por exemplo. Dessa forma, mesmo pequenos negócios podem alavancar as vendas e ter a chance de fidelizar novos clientes.
Dito isso, fica mais fácil entender o motivo para um anúncio de martketplace ser pensado com mais cuidado para garantir um bom ranqueamento do produto no site.
Claro, se há concorrência e a necessidade de se destacar dos demais, o seu anúncio não só importa para o consumidor final ter uma descrição perfeita do produto, mas também para que ele seja encontrado em meio a tantos outros.
O SEO para marketplace
O SEO (search engine optimization) nada mais é do que a estratégia utilizada para que as suas páginas fiquem nas primeiras posições dos mecanismos de busca, como o Google e o bing.
Pensando nessa lógica, entendemos que os marketplaces nada mais são do que mecanismos de buscas voltado para produtos, ou seja, possuem seus próprios algoritmos e suas regras para definir qual será o produto listado no primeiro resultado dentro do site.
Assim como o Google que tem como principal objetivo dar ao usuário a melhor resposta para sua pergunta, os marketplaces geralmente querem garantir a melhor compra aos seus clientes. E é aí que as lojas precisam pensar nas suas estratégias de SEO nos anúncios.
O anúncio no impacto do SEO para Marketplace
Entendemos até aqui que os marketplaces utilizam uma espécie de algorítimo para definir os primeiros produtos a serem listados de acordo com uma palavra-chave digitada pelo usuário no campo de busca.
Assim como o Google, a ideia é apresentar o melhor resultado ao usuário e garantir uma compra rápida e bem executada. Por isso, os marketplaces usam de alguns critérios para ranquear os produtos:
- Palavra-chave bem posicionada no título, na descrição e também na imagem.
- Boa descrição, que seja clara, objetiva e de fácil entendimento.
- Reputação do vendedor.
- Índice de recompra.
- Reclamações.
- Avaliações.
- Produtos vendidos.
Esses são alguns pontos importantes que o vendedor deve pensar para garantir um bom rankeamento. Mas e os anúncios? Como falamos mais acima, eles precisam constar a palavra-chave em lugares estratégicos e serem claros, objetivos e bem escritos.
Construindo uma boa descrição no seu anúncio
O nosso artigo de hoje tem como principal objetivo exemplificar o quanto o SEO também está presente nos marketplaces. Além de todos os pontos importantes de reputação e bom atendimento, a forma como o anúncio é construído interfere – e muito- no resultado final. Separamos algumas dicas para garantir seu sucesso nesse sentido:
- Faça um anúncio bem escrito, sem erros de português e que passe credibilidade.
- Não deixe nenhuma informação importante sobre o produto de lado e garanta total transparência.
- Trabalhe palavras-chave de forma estratégica. De preferência, contrate profissionais especializados em SEO para te ajudar nesse processo.
- Sempre que puder, faça uma descrição longa.
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Saiba mais: anúncios de vendas
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Ter um e-commerce vem se tornando uma alternativa cada vez melhor para lojistas ou pessoas que querem abrir um negócio online de forma segura, prática e com boas chances de sucesso.
Porém, para que ele seja realmente tudo que você espera, é preciso alguns investimentos de tempo e de estudo, como é o caso do SEO.
No texto de hoje, vamos entender melhor o que é o SEO para e-commerces e sugerir ferramentas que vão facilitar sua vida nesse processo – que sejam gratuitas e descomplicadas. Confira o que separamos mais abaixo!
O que é o SEO para e-commerce?
O SEO, como muitas pessoas já sabem, é a sigla para Search Engine Optimization que significa na sua tradução literal: otimização para os mecanismos de busca.
Ou seja, o SEO nada mais é do que uma série de ferramentas e técnicas capazes de fazer com que um site fique melhor posicionado em buscadores, como o Google.
No caso de um e-commerce, isso é ainda mais importante, afinal, ser visto significa vender mais. Uma analogia simples é a de ter uma loja de produtos incríveis em uma rua escondida.
A ideia do SEO é justamente fazer com que a sua marca chegue a quem importa, que são seus potenciais clientes.
Ferramentas Gratuitas para o SEO do seu E-commerce
Agora que explicamos de forma simples o que é o SEO para e-commerce, vamos sugerir algumas ferramentas gratuitas que podem te ajudar a melhorar a otimização do seu site e trazer melhores resultados. Veja nossa lista com as 5 principais:
- Seoquake: essa ferramenta é, na verdade, uma extensão do Google Chrome, o que a torna simples e intuitiva de ser instalada. Basta ir até a aba extensões, digitar seu nome na busca e fazer a instalação na hora. Ela é bem simples e interessante e tem algumas funcionalidades básicas, como medir a força de uma palavra-chave de forma automática – apenas digitando-a no Google. Além disso, ela é ótima para verificar algumas páginas, saber sua autoridade e indexação nos mecanismos de busca. Ela é mais indicada para posts em blogs e fichas de produtos. Por ser gratuita, vale a pena experimentar!
- SEMrush: já a ferramenta SEMrush necessita de um cadastro, que pode gerar uma conta gratuita para funcionalidades mais básicas. Com o SEMrush, é possível fazer a verificação de palavras-chave, criar um projeto e rastrear até 10 páginas por dia. É possível também fazer o upgrade para uma versão paga, porém, a gratuita ajuda bastante quem está começando ou tem apenas um site para administrar.
- Majestic: Quem trabalha com SEO já sabe a importância dos backlinks para uma estratégia. Saber se esses links são de boa qualidade e também qual a quantidade deles é essencial para traçar os próximos passos. E o Majestic faz exatamente isso: mapeia os links que estão apontando para um site e ajuda a determinar quais deles são de boa procedência ou não.
- SEO Power Suite – O SEO Power Suite é um link assistant, que trabalha em Windows ou Mac. Sua versão gratuita é mais básica do que a paga, que oferece relatórios completos de análise e histórico de trabalho. Porém, é possível fazer análises rápidas em uma quantidade limitada de páginas, o que pode auxiliar quem não tem muitos sites para trabalhar ao mesmo tempo. Quem se interessar pela versão paga, a licença é comprada apenas uma vez, o que garante seu baixo custo.
- http://www.siteliner.com: O Site Liner é uma ferramenta totalmente online, que permite fazer uma espécie de escaneamento do seu site e definir sua estratégia SEO a partir do resultado. Com ela, é possível ver possíveis falhas, links quebrados, duplicidade e outras informações técnicas bem interessantes.
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O ANYMARKET já está preparado para trabalhar com este novo serviço Mercado Livre Coleta. Nesta modalidade o próprio Mercado Livre vai buscar os produtos no centro de distribuição do lojista e realizar a entrega, subsidiando 70% do custo de frete para o lojista e concedendo frete grátis para o comprador para pedidos a partir de R$ 120,00.
Mercado Livre Coleta: vantagem para todos!
Esse serviço é ótimo para lojistas de grandes centros como São Paulo, pois reduz o custo que mais influencia na compra: o frete! Assim, você terá mais um diferencial para sua loja, e o cliente se lembrará disso quando quiser comprar novamente. Aproveite essa funcionalidade!
Confira outras funcionalidades do ANYMARKET