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Com a aproximação da Black Friday, a preparação dos e-commerces para o evento se intensifica. A sexta-feira de promoções acontece, neste ano, no dia 25 de novembro e promete movimentar lojas e consumidores, em um gigantesco potencial de vendas.

Nos marketplaces, o tráfego de consumidores em busca de produtos em oferta é altíssimo durante a Black Friday e os sellers têm grandes chances de impulsionar suas vendas e chegar a novos clientes.

Para aproveitar a data, é preciso planejar-se com antecedência e ter clareza de quais estratégias pretende empregar. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que podem ajudar no planejamento para o evento. Confira!

Sumário

O principal atrativo é o preço baixo

Black Friday é sobre preços baixos: é isso que os consumidores esperam e buscam nesta data. Para participar do evento, você precisa pensar em como conseguir um preço competitivo para chamar a atenção de quem pretende aproveitar a sexta-feira para fazer compras.

Vale lembrar que é importante chegar a um valor adequado e bem pensado, de acordo com suas estratégias de precificação, para não ter problemas e não acabar no prejuízo. Além disso, cuidado com as falsas promoções! Faça ofertas com descontos reais - o consumidor vai saber se a sua promoção não for verdadeira e isso não será positivo para a sua imagem.

Entrar ou não na buy box?

Ter seu anúncio na buy box do marketplace pode alavancar suas vendas em grande escala, especialmente durante a Black Friday. Para conseguir o destaque, é preciso ficar de olho nos requisitos específicos de cada marketplace e, no geral, oferecer o preço mais baixo entre seus concorrentes.

Porém, tentar ou não o destaque do seu anúncio na buy box não é a única estratégia possível; é uma escolha. Pensando nos seus objetivos de venda, estoque e sistema de logística, talvez faça mais sentido para seu e-commerce não aparecer na buy box em um primeiro momento. Faça essa escolha de forma consciente, pondo na balança o preço final, os custos e suas condições operacionais para decidir o que vai funcionar melhor para sua loja.

Selecione produtos para trabalhar

Black Friday não significa necessariamente baixar o preço de todos os seus produtos. Selecione os produtos que entrarão na promoção e que terão a venda trabalhada no evento. Você pode escolher seus itens mais vendidos ou produtos que têm baixo giro para impulsionar a venda - tudo vai depender dos seus objetivos. De qualquer forma, certifique-se de que o mix selecionado tenha boa disponibilidade em estoque para não acabar vendendo o que não tem.

Considere ampliar a equipe durante o evento

A consequência mais provável da combinação preço baixo + Black Friday + venda online é a alta nas vendas. Mas, vender muito não é tudo o que importa: é preciso conseguir entregar tudo o que foi pedido, cumprindo os prazos prometidos.

Para dar conta do aumento da demanda, uma boa estratégia pode ser ampliar a equipe de trabalho na Black Friday - tanto para o atendimento aos clientes durante o período de promoções quanto para as ações operacionais que se seguem.

Prepare-se com antecedência

Seja qual for a estratégia escolhida, é preciso que ela esteja definida com clareza e com antecedência. O ideal é estabelecer suas estratégias pelo menos uma semana antes do dia de promoções, quando as vendas já começam a aumentar.

Além disso, alguns marketplaces congelam a alteração de preços com a proximidade do evento. Portanto, é fundamental verificar as regras da plataforma e estar preparado para não ser pego desprevenido.

Quer saber como preparar melhor o seu e-commerce para a Black Friday dentro dos marketplaces? Baixe já o nosso e-book gratuito!

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Acesse o texto publicado originalmente no E-commerce Brasil.

 

Recentemente, um amigo, Maurício, procurou-me para conversar sobre sua dificuldade em competir com o preço dos concorrentes gerando dificuldade em ter resultado positivo com seu e-commerce. Perguntei para ele:

– Como você define o preço de venda, Maurício?

Ele respondeu:

– Por padrão, eu multiplico o custo do produto por 1,6 vezes o valor que paguei no produto e ajusto o preço conforme a concorrência, para que fique um pouco abaixo.

Continuei a investigar e perguntei:

– Mauricio, está funcionando essa métrica? Está tendo lucro?

– Sim, consigo realizar um bom faturamento, meu preço não é o mais caro e nem o mais barato do mercado.

Insisti e continuei a questionar:

– Como chegou a essa métrica de multiplicar 1,6 vezes o valor que paga no produto?

Ele respondeu prontamente:

– Outro empresário, amigo meu, usa essa métrica. Apliquei e vi que dava certo. Conseguia vender com margem.

Percebi que ele começava a se irritar, mas como amigo, não poderia deixar de ir em frente e perguntei:

O que o “Excel fala” quando você joga os custos do produto, custos operacionais e custos com venda? O Mark-up de 1,6 é suficiente?

Já irritado com a conversa ele respondeu mais seco:

– É difícil apurar os custos corretamente! Dá muito trabalho…e o mercado é muito dinâmico.

– É mais fácil ter prejuízo, Maurício?

Ele não gostou da resposta e a conversa se encerrou por ali. Minha forma direta de conversar mais uma vez me colocou em uma situação delicada com um amigo.

Algumas semanas depois, recebo uma ligação no meu celular e, que surpresa, era Maurício me convidando para um almoço, fechando a conversa com um prazeroso:

– E é por minha conta! Sua pergunta me fez refletir e consegui ver onde eu estava errando! Não tinha claro os componentes do preço dos meus produtos. Agora com os componentes do preço na mão, vai ficar mais fácil tomar decisões de qual mix amplificar, qual mix abandonar e onde tenho que focar – afirmou Maurício.

Durante o almoço, com alguma empolgação fui explorando como ele conseguiu chegar aos componentes do preço e como isso estava lhe ajudando. Aqui transcrevo:

Sumário

Passo 1: Entendi os componentes do preço

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De maneira geral, classifiquei os componentes do preço em quatro grupos:

  1. Custo do Produto: todos os custos necessários para que o produto esteja na sua “prateleira” de armazenamento pronto para ser enviado. Estão nesse grupo por exemplo, valor de compra do produto, frete, diferenciais de alíquotas de ICMS, entre outros.
  2. Custo da Operação: todos os custos indiretos envolvidos com a sua operação, aqueles que você não consegue apropriar diretamente a um produto quando ocorre um evento na sua operação. Estão nesse grupo despesas como água, luz, energia, softwares, gastos com pessoal, alugueis etc.
  3. Custo com Vendas: custos que somente incidirão quando uma venda ocorrer. Temos nesse grupo comissões de vendedores, impostos sobre vendas, verbas de marketing (quando definidas em função do faturamento), comissões de marketplace, subsídios de frete (Ex: Frete Grátis) etc.
  4. Lucratividade: quanto preciso remunerar o investimento que fiz e o risco do negócio. Efetivamente é o que vai gerar prosperidade e saúde para o negócio, bem como divisas para os acionistas.

Passo 2: Busquei em cada um dos componentes TODAS as variáveis que realmente impactam o preço

Para descobrir as variáveis, segui a seguinte estratégia: etiquetei uma caixa para cada um dos componentes do preço (Custos do Produto, Custos da Operação e Custos da Venda) e durante 3 meses acumulei nessas caixas tudo o que eu pagava. Depois, fiz uma relação deles com o total de vendas no período.

Exemplo: custos com juros para compra de mercadoria, deixei na caixa do custo do produto. Custos de energia elétrica e pessoal deixei na caixa de custos da operação e custos com impostos ou comissões que somente ocorrem quando o produto é vendido, deixei na caixa de custos da venda. Depois, descobri quanto que isso representava em relação ao total que vendi no período.

Passo 3: Formei meu “Mark-up” de venda.

O problema é transformar todas as variáveis levantadas na mesma base de cálculo matemática, para que possamos aplicar a uma fórmula que sempre funciona em nosso negócio, haja vista que as vezes temos um valor e as vezes temos um percentual do valor final da venda.

Vamos supor o seguinte cenário:

Comprei um produto por R$ 100,00. O custo final (com frete, seguros, Impostos e outras despesas) para que ele esteja no meu estoque pronto para venda é de R$ 110,00.

Com base na análise das caixas marcadas com cada tipo de despesa, descobri que meu custo da operação é 15% do faturamento.

Também descobri que tenho como custo sobre vendas, (impostos, comissões, fretes bonificados etc.) uma carga de 30% sobre o valor da venda.

E desejo um lucro líquido de 6% sobre o faturamento.

A fórmula e o processo é o seguinte:

  1. Soma-se os valores de mesma base (% sobre o faturamento)
    15% + 25% + 6% = 46%
  2. Transforma o percentual em numeral, para termos o percentual transformado
    46% = 0,46
  3. Aplica-se no custo “por dentro”, para que os percentuais aplicados ao valor de venda representem o valor correto. Para simplificar passo aqui a fórmula:

Agora basta multiplicar o mark-up pelo valor do CUSTO DO PRODUTO.

  1. Valor de Venda = Custo do Produto x Mark-up
  2. Valor de Venda = R$ 110,00 x 1,8519
  3. Valor de Venda = R$ 203,70

Passo 4: Analisei cada SKU ou grupos de produtos decidindo qual seria o preço mínimo e máximo que posso praticar em função da concorrência

Assim ficou mais fácil direcionar minha equipe e não perder dinheiro correndo atrás da concorrência.

Ao final do almoço, tomando minhas anotações com o último gole de suco, Maurício me surpreende com um sorriso enorme dizendo:

– Caro amigo, muitas vezes precisamos parar de fazer o mais fácil, mesmo que dê mais trabalho, consegui ver isso com aquelas perguntas que você me fez, que confesso foram bastante indigestas, mas salvaram meu negócio. Serei eternamente grato, pois de fato você se preocupou comigo como um amigo de verdade, não simplesmente falando o que eu queria ouvir, mas me fazendo enxergar o que eu precisava ver naquele momento. Obrigado!

Não pude deixar de esconder meu contentamento com as palavras de Mauricio e lhe disse:

– Você é uma pessoa exemplar, poucas pessoas têm a capacidade de olhar de frente para os problemas, fazer o que está a seu alcance ao invés de ficar justificando porque as coisas não estão dando certo, explicando dificuldades. Assim que você entendeu o problema, mesmo que indigesto, parou de justificar, digeriu e o mais importante, agiu. Isso tudo é mérito seu e não meu!

Encerrando, assim, aquele almoço de quinta-feira.

Não precisamos ser excelentes matemáticos, mas temos que saber fazer bem a matemática básica e sermos disciplinados para encontrarmos os valores corretos de cada componente do preço para que, se formos vender para perder dinheiro, que seja por uma estratégia e não simplesmente para correr atrás da concorrência.

O que faz sentido para o concorrente pode não fazer sentido para você.

Um dos principais desafios da atuação em marketplaces é conseguir se destacar em meio a tantos produtos e lojistas concorrentes. Para conseguir seu lugar ao sol, trabalhar a relevância dos anúncios nos marketplaces é indispensável - afinal, é assim que você conseguirá chegar a mais consumidores e, consequentemente, aumentar as chances de venda.

A relevância do anúncio influencia o posicionamento na buy box, caixa que dá destaque à oferta de um determinado seller e que acaba chamando a atenção do consumidor. Para chegar lá, melhores condições de preço e de frete são importantes, mas não são tudo.

Confira algumas dicas para aumentar a relevância dos seus anúncios nos marketplaces!

Sumário

1. Pense nas buscas

A ferramenta de busca é uma das principais formas do consumidor chegar até seu produto dentro de um marketplace. Por isso, é imprescindível otimizar títulos e textos de descrição para que os produtos sejam encontrados facilmente. Trabalhe as palavras-chave corretamente, use títulos claros e objetivos.

2. Utilize imagens de qualidade

Na hora de cadastrar seus produtos no marketplace, a inclusão de fotos de boa qualidade é fundamental. Além de ser importante para que o consumidor conheça o produto, os marketplaces geralmente consideram a qualidade do produto como um fator essencial de relevância. Prefira imagens com alta resolução, fundo branco e sem marcas d’água.

3. Capriche nas descrições e especificações

Em sua maioria, os marketplaces consideram o cadastro de descrições e especificações de produtos detalhadas como um ponto forte para relevância dos anúncios. Atenha-se às principais características do produto, produzindo um texto claro e informativo. Aproveite para pensar nesse conteúdo de acordo com boas práticas de SEO e trabalhe palavras-chave.

4. Cadastre o EAN dos produtos

O EAN (European Article Number), conjunto de dígitos que acompanha o código de barras, é o código que identifica e traz as informações de um produto. Nos marketplaces, o cadastro do EAN ajuda na identificação do produto e na associação deste a ofertas já cadastradas, o que agiliza a validação e aumenta a relevância do anúncio. Além disso, o código contribui para que o consumidor encontre mais facilmente um produto específico na busca e tenha mais segurança para diferenciar itens similares.

O cadastro do EAN é feito, geralmente, no momento de cadastramento do produto no marketplace. Caso você não tenha o código, entre em contato com o fabricante ou fornecedor.

Veja também: anúncios de vendas

Leia também: Como se destacar dos concorrentes

5. Ofereça um bom atendimento

Alguns marketplaces, como o Mercado Livre, consideram a reputação e avaliação do seller pelos clientes como um ponto importante na relevância do anúncio. Por isso, oferecer um bom atendimento, estar atento às perguntas e dúvidas de clientes e entregar os pedidos no prazo prometido são ações que colaboram não apenas para boas experiências de compra, mas também para que seus anúncios se tornem mais relevantes dentro das plataformas.

Vale ressaltar que cada marketplace tem suas especificidades e condições próprias para considerar um anúncio mais ou menos relevante. Saiba mais sobre regras de anúncio do Mercado Livre, B2W, Cnova, Walmart e marketplaces de moda.

Acesse o texto publicado originalmente no E-commerce Brasil.

Quem é do mundo do e-commerce sabe que não se fala em outra coisa que não seja vender nos marketplaces. Eles são canais de altíssima audiência e trazem muita exposição dos seus produtos para um número realmente alto de pessoas em todo o país.

Ainda não atingimos nem 50% da população brasileira comprando ativamente pela internet, mas os números de audiência desses canais, marketplaces como são chamados, são gigantescos, totalizando milhões de visualizações ao mês, isso mesmo, eu disse ao mês.

É fácil perceber que esse modelo veio para ficar e tem dado condições para que pequenas empresas aumentem brutalmente suas vendas em pouco espaço de tempo, uma vez que mesmo que investissem pesado em marketing digital não conseguiriam números nem perto dos níveis atingidos pelos canais mais fracos, por assim dizer.

Porém, é sempre importante lembrar que todo esse volume de vendas irá gerar vários pontos de pressão dentro das empresas que utilizam marketplaces como estratégia de crescimento. Isso porque, com o aumento de vendas, toda a cadeia interna será pressionada ao máximo e é de suma importância ter um plano para lidar com esse cenário.

O plano deve ser simples, direto e, dentre outras coisas, precisa identificar quais são as melhores ferramentas tecnológicas para operar com altos volumes de venda sem aumentar os custos ou mesmo criar gargalos intransponíveis.

Sem sombra de dúvidas, um aliado poderoso para operar com eficiência nos marketplaces, com agilidade e redução de custos além de baixa incidência de erros é o uso de um Marketplace Hub ,ou, como também é conhecido, Integrador de Marketplaces.

Atualmente existem várias opções no mercado e continuam aparecendo mais. Essa ferramenta tem a missão de garantir que seu estoque esteja sempre atualizado, independentemente em que canal você tenha vendido.

Agilidade e estabilidade são itens muito críticos neste sentido, já que de nada adiantará ter seus produtos expostos nas “prateleiras” dos melhores marketplaces do país como Casas Bahia, Lojas Americanas, Mercado Livre, Walmart, se não houver estoque disponível, na quantidade certa, pelo preço certo, com o anúncio certo e por aí vai.

Mas como escolher o melhor integrador do mercado?

Separei alguns pontos que você deve se ater ao fazer essa escolha. São eles:

  1. Estabilidade: o integrador deve ter foco na estabilidade, uma boa reputação neste quesito. Esse ponto geralmente é a linha de corte que separa os aventureiros das empresas mais focadas e sérias;
  2. Neutralidade comercial: recomendamos que procure conhecer mais sobre o fornecedor do integrador e o quanto ele é neutro comercialmente, ou seja, se possui vínculos com outras empresas (marketplaces) que atuam como concorrentes de seu negócio. Para algumas categorias de produtos isso pode ser fatal;
  3. Arquitetura assíncrona: deve atuar de maneira independente entre processos e em tempo real. Mesmo grandes ferramentas de mercado, que falam que atuam em tempo real, ainda trabalham por ciclos e isso faz com que você fique descoberto até o ciclo ocorrer a cada 15 minutos ou até mesmo 1 hora. Nos casos em que os níveis de estoques são “rasos”, isso acarreta sérios problemas;
  4. Estrutura para altos volumes: além de atuar por demanda ou assíncrona, deve ter preparação para lidar com grandes volumes – e aqui quero dizer realmente grande, deve ser capaz de lidar com filas de pedidos, números de SKU´s altos e atualizações de estoques sem travar;
  5. Orientação a serviço: a empresa que fornece o Integrador deve ter uma cultura organizacional e empresarial voltada a serviço e excelência. Busque empresas que possuam algum selo de qualidade internacional que referencie e ateste seus processos e procedimentos internos;
  6. Multi-canal de atendimento: é importante pensar que não ligamos para nosso fornecedor quando as coisas estão bem, na verdade, nem lembramos que eles existem. Somente quando estamos passando por alguma instabilidade ou problema que recorremos a ele, por isso precisamos ter acesso rápido ao fornecedor e este deve oferecer mais de um meio para esse atendimento;
  7. Estrutura empresarial: não estou dizendo que uma empresa pequena com apenas 20 funcionários não seja capaz de realizar um trabalho de qualidade, mas é mais seguro para sua empresa que seu fornecedor tenha departamentos mais robustos, que possuam funções definidas para lhe dar o suporte adequado ao seu crescimento;
  8. Não escolher apenas por preço: esse é um ponto crítico, pois muitas empresas escolhem seus fornecedores pura e simplesmente pelo preço de seus serviços, não levando em consideração a relação custo-benefício que este oferece. Não estou sugerindo contratar o mais caro, por erroneamente pressupor que seja o melhor, nem tampouco radicalizar e contratar o mais barato, mas procure conhecer o número de clientes, quais são os serviços e funcionalidades inclusas e peça referências sobre este fornecedor;
  9. Fidelidade contratual: busque um fornecedor que não apresente cláusulas de fidelidade contratual que obrigue sua permanência. Lembre-se que sua empresa deve gostar do fornecedor e desejar continuar a parceria e não ser obrigada a ficar por causa de uma multa ou coisa do tipo;
  10. Funcionalidades: procure conhecer quais são as funcionalidades que a ferramenta apresenta. Uma boa forma de fazer isso é pedindo uma demonstração, vale lembrar que as funcionalidades devem servir para auxiliar você a impulsionar suas vendas;
  11. Capacidade de Evolução: o mercado de e-commerce é muito competitivo, busque conhecer como seu futuro integrador planeja e trabalha a evolução do serviço ou ferramenta;
  12. Desconfie se houver muitas promessas durante a apresentação: todos já passamos por uma compra onde o vendedor enrolou e prometeu mais do que sabia que entregaria. Por se tratarem de serviços tecnológicos que dependem de milhares de elementos, muitas vezes externos ao fornecedor, problemas podem ocorrer. Mesmo a ferramenta mais estável do mercado poderá ficar “fora do ar”, desconfie se o vendedor estiver garantindo 100% de disponibilidade ou mencionar coisas do tipo: “Nossa ferramenta nunca fica indisponível”, isso simplesmente não existe. O que existe são ferramentas e empresas que têm menor índice de incidência de problemas e métodos mais eficazes para contorna-los quando os mesmos ocorrem, pois em algum momento eles ocorrerão.

Bons negócios e ótimas vendas!

A Black Friday é um dos eventos mais esperados do ano no varejo online. A sexta-feira de promoções intensifica o consumo e promete um elevado número de vendas, fazendo a alegria de consumidores e lojistas.

Que o evento tem um imenso potencial você já sabe. Mas, o que a Black Friday pode fazer pelo seu e-commerce? Que metas e objetivos a data pode te ajudar a conquistar? Aumentar o volume de pedidos não é o único objetivo possível para o lojista participante do evento: as vantagens podem ir além.

Saiba no que a Black Friday pode ajudar o seu e-commerce e prepare-se para o evento!

Sumário

Queimar estoque

A Black Friday é uma ótima oportunidade para queimar estoque. Aproveite o clima de promoções e a alta procura dos consumidores para vender a preços mais baixos os produtos que você não quer mais estocar. Coleções antigas e produtos sazonais são ótimos exemplos de itens que podem ter sua venda impulsionada no evento.

Trabalhar produtos de baixo giro

Os produtos de baixo giro nem sempre são aqueles que você quer “limpar” do estoque - podem ser também itens de preço mais alto, lançamentos que ainda não caíram nas graças do público ou produtos de nicho. Aproveitar o tráfego intenso e as promoções para chamar a atenção do consumidor pode ser uma ótima estratégia para potencializar a venda desses produtos.

Criar novos contatos

Durante a Black Friday, milhares de consumidores navegam por diversos e-commerces e marketplaces em busca das melhores promoções. Com todo esse público ativo, você tem uma ótima chance de criar novos contatos e conquistar novos clientes.

É possível encarar o evento como uma oportunidade de chegar a um novo cliente e fidelizá-lo no futuro, fazendo com que ele volte a comprar com você em outras datas. Se esse for o objetivo, estratégias como vender um produto com baixa margem de lucro, por exemplo, podem fazer todo o sentido para atrair compradores e depois nutrí-los, incentivando novos pedidos.

Fortalecer o relacionamento com antigos clientes

Quem já compra com você não deve ser esquecido durante a Black Friday. Além de aproveitar o evento para conquistar novos clientes, esse pode ser um ótimo momento para fortalecer o relacionamento com os clientes antigos.

Selecione suas melhores ofertas e envie diretamente para sua base de clientes fiéis ou pense em ações exclusivas para esse público. Assim, você mostra ao cliente que ele é valorizado e consegue cativar ainda mais aqueles que fazem compras na sua loja durante todo o ano.

Vender mais

Além de tudo isso, é válido ressaltar: na Black Friday, você pode vender muito mais. Se o seu objetivo é simplesmente alavancar o volume de vendas e aumentar o número de pedidos, você vai encontrar esta oportunidade durante o evento - afinal, a data concentra uma grande quantidade de consumidores focados em realizar compras. Oferecendo promoções reais e boas condições, o evento tem tudo para ser um sucesso para seu e-commerce.

Não deixe o planejamento para a última hora! Saiba como se preparar para a Black Friday atuando nos marketplaces com nosso e-book gratuito.

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O Walmart é um dos principais marketplaces do mundo e uma das empresas com maior faturamento por ano. No Brasil, a rede também já ocupa local de destaque no mercado e saber como vender no Walmart pode fazer a diferença para o lojista virtual.

Presente em 27 países, a abrangência em quantidade e variedade de produtos e lojistas integrados ao Walmart é gigantesca. Com abrangência de entrega em 100% dos CEPs brasileiros, o marketplace é um dos principais pontos de busca de produtos pelos consumidores, como confirmam os números da empresa:

Neste texto você descobre quais são as categorias mais vendidas, como começar a vender e como aumentar a relevância dos anúncios no Walmart. Confira!

Sumário

Categorias mais vendidas

As categorias mais vendidas no Walmart são Cultura e Lazer, Estilo e bem estar, Celulares/Telefones, Eletrodomésticos, Áudio/Vídeo, Eletroportáteis, Informática, Automotivo, Móveis/Decoração.

Requisitos de entrada

Para começar a vender no Walmart, o lojista deve fazer um cadastro online e esperar a aprovação da empresa. O cadastro pede dados como CNPJ, contatos, informações sobre presença online e reputação, dimensão da empresa e nicho.

Como aumentar a relevância dos anúncios

Para ter o anúncio aprovado pela equipe do Walmart, o lojista precisa ter foco no conteúdo. A qualidade de títulos, descrições e especificações de produto serão levadas em consideração e é preciso que esses componentes estejam claros e condizentes com a oferta.

As imagens também merecem atenção especial. As fotos de produto devem ter boa qualidade (arquivos com no mínimo 400x400 px), com fundo branco e sem marca d’água.

O cadastro do EAN dos produtos é essencial para a catalogação de cada item pela equipe do marketplace, que organiza produtos iguais em uma mesma página. Para aparecer na buy box, são selecionados os produtos com menor preço.

Otimização com o ANYMARKET

Com a integração com o Hub ANYMARKET, o cadastramento de produtos em grande quantidade é feito com praticidade e você pode focar em melhorar a qualidade do conteúdo dos anúncios - o que vai, consequentemente, influenciar no desempenho de vendas.

O gerenciamento das ações nos marketplaces fica muito mais prático com o ANYMARKET! Conheça outras funcionalidades da ferramenta.

Confira também as especificidades de outros marketplaces:

Os marketplaces do grupo Cnova são alguns dos mais populares do varejo online. O grupo é formado por quatro sites: Casas Bahia, Extra, Ponto Frio e Cdiscount. Para entender como vender na Cnova, é preciso ter foco em mix de produtos e qualidade de anúncios.

A Cnova é pioneira na atuação de grandes marcas como marketplaces no Brasil: o Extra.com começou a atuar como marketplace já em 2013. Hoje os sites do grupo atraem milhões de visitantes ao mês e concentram alto volume de produtos e vendas, segundo dados da empresa:

Saiba como vender na Cnova, quais as categorias mais vendidas e como aumentar a relevância dos seus anúncios para potencializar suas vendas! Confira.

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Categorias mais vendidas

As categorias mais vendidas nos marketplaces do grupo Cnova são Telefonia, Eletrodomésticos, Móveis, Informática, Eletroportáteis. Produtos de nicho e cauda longa também têm bom desempenho, ainda que comprados em menores quantidades.

Requisitos de entrada

Para começar a vender na Cnova não é necessário ter um e-commerce, mas é preciso que o lojista esteja habilitado a emitir nota fiscal eletrônica e tenha CNPJ. A taxa de comissão do marketplace é de, em média, 16%.

Depois de ter seu cadastro aprovado, o lojista passa por treinamentos para compreender melhor a plataforma, como cadastrar produtos e construir anúncios. É indicado que o seller tenha alguém para manter contato com a equipe do marketplace, o que vai afinar as estratégias e ofertas, otimizando o desempenho de vendas.

Como aumentar a relevância dos anúncios

Para vender bem nos marketplaces da Cnova é essencial que o lojista esteja sempre com o portfólio e estoque completos e atualizados. A precificação também é fundamental; especialmente para a exibição do anúncio na buy box: são selecionadas as melhores ofertas, considerando o preço do produto mais o valor do frete.

A qualidade dos anúncios também é prioridade. Para criar um anúncio de qualidade, é preciso que o seller defina títulos claros e otimizados para SEO, descrições completas e detalhadas, imagens sem marca d’água e boa resolução.

As políticas de frete são definidas pelo lojista e é imprescindível que os prazos de entrega estipulados sejam cumpridos. A nota de qualidade com base nos critérios da Cnova - atendimento ao cliente, atraso nas entregas e tratamento das reclamações, por exemplo - também é levada em conta para a exibição de anúncios na buy box.

Otimização com o ANYMARKET

A integração com o Hub possibilita a praticidade no cadastro de SKUs e na qualidade do conteúdo dos anúncios. A manutenção de estoque e portfólio atualizados, ponto de grande importância na venda na Cnova, também é facilitada na integração com o ANYMARKET, que sincroniza e atualiza os estoques de todos os produtos cadastrados.

Conheça mais funcionalidades do ANYMARKET e gerencie sua atuação nos marketplaces com mais agilidade!

Confira também as especificidades de outros marketplaces:

Conhecer números de mercado é importante em qualquer área e para qualquer negócio. Não é diferente no universo do comércio eletrônico. Lojistas virtuais devem estar por dentro de dados sobre e-commerce para conseguir se planejar, acompanhar tendências e otimizar seu desempenho.

Além de pesquisas internacionais que ajudam a visualizar um panorama geral, é fundamental conhecer o mercado brasileiro. Para isso, uma excelente fonte é o relatório WebShoppers, iniciativa da E-bit/Buscapé Company. Em sua 33ª edição, o relatório traz dados atualizados referentes ao ano de 2015 - um ano desafiador para a economia nacional.

Compilamos alguns dos principais dados sobre e-commerce presentes neste último relatório, fundamentais para quem atua ou pretende atuar nesse meio. Confira!

Sumário

1. O faturamento cresceu 15,3%

Na contramão da crise econômica e apesar dos desafios na hora de vender, o comércio eletrônico fechou 2015 com um crescimento nominal de 15,3% no faturamento. Em crescimento constante desde 2011, o faturamento do e-commerce atingiu seu recorde até então, contabilizando um total de R$ 41,3 bilhões.

2. São mais de 39 milhões de consumidores ativos

39,1 milhões de consumidores realizaram pelo menos uma compra virtual em 2015, número 3% maior que o registrado em 2014.

O crescimento é um bom sinal para o e-commerce, que vem conquistando mais adeptos anualmente e demonstra maior segurança e interesse do consumidor nas compras virtuais.

3. O número de pedidos cresceu 3%

Foram 106,2 milhões de pedidos registrados em 2015; um total positivo, mas que não surpreende. O volume de pedidos não cresceu muito no último ano: apenas 3%, comparado a 2014.

O crescimento se deve, principalmente, ao impulso nas vendas durante a Black Friday e o Natal no segundo semestre do ano.

4. O tíquete médio foi de R$ 388

Se o número de pedidos cresceu pouco, o valor das compras subiu. O tíquete médio atingiu a marca de R$ 388, o que representa um crescimento de 12% em relação a 2014.

Em conformidade com este dado, a pesquisa revelou também a maior participação das classes A e B nas compras e uma queda de 4,4% na participação da classe C, que foi grande consumidora em anos anteriores.

Além disso, o aumento dos preços, as promoções de frete grátis menos frequentes durante o ano e a ampliação de pedidos em categorias de produtos com maior valor também contribuíram com o crescimento do tíquete médio.

5. As categorias de produtos mais vendidas são Moda e Eletrodomésticos

Categorias de produtos com maior valor agregado cresceram em 2015. A mais vendida em volume de pedidos foi a categoria de Moda e Acessórios. Em faturamento, a mais vendida foi a categoria de Eletrodomésticos.

A seguir, você confere as cinco categorias mais vendidas em cada critério.

Categorias mais vendidas em volume de pedidos

  1. Moda e Acessórios
  2. Eletrodomésticos
  3. Telefonia/Celulares
  4. Cosméticos e Perfumaria/Cuidados pessoais
  5. Assinaturas e revistas/Livros

Categorias mais vendidas em faturamento

  1. Eletrodomésticos
  2. Telefonia/Celulares
  3. Eletrônicos
  4. Informática
  5. Casa e Decoração

6. 54% dos consumidores compraram em sites internacionais

Mesmo com a desvalorização do real no ano de 2015, as compras em sites internacionais tiveram um alto crescimento: 54% dos consumidores compraram em e-commerces fora do Brasil. A estimativa é de que o total de pessoas a realizar compras em sites estrangeiros foi de 14,9 milhões - número 36% maior que o total em 2014.

Na hora de comprar lá fora, a preferência dos consumidores por marketplaces é evidente: as plataformas concentram o maior volume de pedidos. Os sites mais populares foram AliExpress, Amazon, eBay, Deal Extreme e Apple Store.

7. A expectativa é crescer 8% em 2016

Para este ano, a E-bit/Buscapé estima que o comércio eletrônico continue crescendo. A expectativa é de que o faturamento tenha um crescimento nominal de 8%, chegando a um total de R$ 44,6 bilhões.

O valor do tíquete médio também deve aumentar, segundo a previsão. Com um acréscimo de 8%, o tíquete médio chegaria a R$ 419 em 2016. Já o volume de pedidos deve se manter igual ao de 2015, na casa dos 106 milhões.

Para aproveitar as expectativas positivas do mercado, é preciso estar com a loja preparada. Busque estratégias para conquistar mais clientes e aposte nas vendas em marketplaces!

Acesse o texto publicado originalmente no E-commerce Brasil.

Na logística, utilizamos o termo “picking” ou “order picking” para descrever o processo de separação e preparação de pedidos para expedição de forma ordenada.

Ocorre que a palavra “processo” tem um local de evidência em nossas organizações ultimamente, e particularmente acho muito importante atentarmos para a necessidade de existirem processos. No entanto, creio que seja mais adequado lembrarmos sempre que o fim é mais importante que o meio. O fim, no nosso caso, é o processo de separação.

Olhando para esse cenário, penso que o fim do picking seja “garantir a entrega do produto correto no prazo determinado ao cliente”, e isso deve nortear qualquer decisão ou investimento nesse processo.

Entender esse objetivo de forma clara nos leva a outro aspecto: entender o picking como fator chave de competitividade no e-commerce. Todos sabemos que o preço é um fator crítico para a escolha final do cliente, e você deve se perguntar: “Qual influência do picking nisso? ”.

A resposta é simples, porém reveladora para alguns: sabemos que o custo de operação é um dos componentes de formação de preço de venda, mas a chave está em atentar para a realidade que o custo de operação é o componente mais controlável, pois diz respeito à sua eficiência, ao seu processo, não do preço estabelecido pelo fornecedor, ou pelas regras fiscais impostas pelo governo.

Uma vez entendida essa realidade, devo me perguntar:

“Eu sei quanto custa minha separação hoje”?

“Consigo mapear pontos de melhoria para reduzir esforço e ter mais resultado?“

“Minha equipe de separação entende o impacto do seu trabalho para a organização e o cliente final? ”

Parar para pensar nisso e responder essas questões te colocará à frente de muitos; com menor custo e maior eficiência, você pode focar no resultado, ou seja, onde realmente interessa.

Quero te ajudar expondo cinco dicas que apliquei em minhas experiências, nas quais consegui reduzir equipes de 20 separadores de estoque para quatro, inclusive separando mais pedidos que antes.

Sumário

1) Organização, o começo de tudo

Uma boa separação depende de foco e baixo retrabalho. Em média, o esforço na separação é divido em 10% com documentação e contagem, 10% procurando produtos, 20% coletando e 60% em movimentações no estoque. Então, é extremamente importante garantir que o ambiente seja limpo, que os documentos, relatórios, sinalizadores sejam claros, que exista um fluxo, uma estratégia definida de picking, que existam poucas distrações e, principalmente, que a disposição dos produtos no estoque contribua para a boa performance.

2) A entrada é tão importante quanto a saída

Ao pensar em picking, sempre lembramos da saída dos produtos. Por conta disso, negligenciamos a conferência na entrada, mas pense: “Se eu receber um produto errado, ou se armazenar produtos com caixas parecidas em locais trocados, isso aumenta minhas chances de errar no envio ao cliente?”

Devo então garantir que o produto só entre no estoque real inclusive fisicamente após uma conferência cega, confrontando os códigos de barras, se possível, e já com um relatório de armazenamento de cada produto no local correto.

3) Conhecer a Curva ABC de SKU

É provável que 20% dos seus produtos correspondam a 80% de suas movimentações, então é muito importante saber quais são esses produtos e definir toda estratégia de armazenamento respeitando isso. Regra básica:
“Se gira mais, deve estar mais perto e mais visível”.

4) Um bom sistema de informação é necessário

À medida que a movimentação aumenta, também crescem as variáveis a considerar para garantir sucesso na operação de picking.

Um bom sistema ERP permite trabalhar essas variáveis de forma dinâmica e deve te ajudar na gestão de compra: comprar a quantidade certa no tempo certo, indicar a curva ABC para direcionar as compras, armazenamento e separação, emitir relatórios de priorização de separação e listagem de separação de produtos com ordem de separação do endereço de estoque. Exemplo: A1, B4, F5, gerenciamento do tempo de separação e rastreabilidade de separadores de pedidos.

5) Gestão à vista

Lembre-se: se consigo medir, consigo melhorar! Partindo disso, é muito importante acompanhar em tempo real os indicadores para medir se a estratégia está adequada e inclusive publicar em TVs e smartphones para engajar a equipe e até criar estratégias de remuneração variável pela produtividade.

Outra função valiosa é ser notificado em caso de qualquer inconsistência em qualquer lugar onde você esteja. Isso te dará o real controle da sua operação e aumenta muito a velocidade de reação.

Enfim, fazemos tudo isso para garantir a entrega do produto correto no prazo determinado ao cliente, e se atentarmos para essas dicas podemos fazer isso cada vez melhor, impactando positivamente nossa reputação, redução de custos e aumento de eficiência.

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