Já vendeu algum produto e não viu a cor do dinheiro daquela venda? Vendeu muito e teve a sensação de que não teve tanto lucro? Cresceu o estoque mas não cresceu o dinheiro no bolso? Vamos falar sobre ter mais dinheiro em caixa nas vendas online.
Se alguma dessas situações já aconteceu na sua empresa, saiba que esse artigo é para você!
Nesta leitura, criada pelo time de especialistas em precificação da Preço Certo, você terá uma orientação no que deve ser feito para ter mais dinheiro em conta vendendo online.
O combustível do negócio é o capital de giro
Para começarmos, você sabe a real importância do capital de giro? E o impacto dele na manutenção e otimização do caixa?
Caso você não saiba, está tudo bem, pois uma grande parte dos empreendedores não sabem.
Basicamente, o capital de giro te diz o quanto de dinheiro será necessário provisionar para manter a comercialização de um produto ou - no cenário mais amplo - a operação de seu empreendimento.
Por mais importante que esse indicador seja, a maioria dos lojistas se importa só com o faturamento e em algumas situações, com o lucro.
Mas se você pagar o fornecedor à vista, ter um estoque muito grande - que possivelmente ficará congelado - e receber o dinheiro das vendas acima de 30 dias em média, concorda que esse lucro ou o valor das vendas só serão vistos depois?
É por conta disso que o caixa é tão vital quanto o lucro.
A depender da maneira como gerimos uma dessas métricas, - aumentando ou diminuindo as entradas e saídas de caixa - podemos reduzir ou agravar a necessidade do capital de giro.
Leia também: Como medir e analisar dados para planejar as vendas em marketplaces
Formas de ter mais dinheiro em caixa nas vendas online

A seguir você verá algumas ações que são recomendadas para empresas que querem ter controle do capital de giro e consequentemente, do caixa.
Vale ressaltar que é necessário estar sempre avaliando e monitorando os seus indicadores financeiros e margens a fim de extrair ao máximo cada resultado.
Saiba quais são as suas margens
Lembre-se: você pode achar que tem um lucro e na realidade não tem.
A principal fonte de caixa é sua venda de produtos e é claro, o lucro vai se tornar caixa também.
E é por isso que o erro todo começa aí. Você precisa saber as suas margens na ponta da língua para ver se tem uma empresa geradora de caixa ou tomadora de caixa.
Comece pela sua precificação, entendendo a margem de contribuição da sua empresa e dos seus produtos!
Negocie prazos com o fornecedor
À medida que as saídas de caixa crescem, ou seja, compramos mais produtos para manter em estoque, a necessidade de caixa do seu negócio se torna maior.
Isso significa que será necessário cada vez mais capital para operar, sendo ruim para a sua operação, uma vez que o seu lucro possa não acompanhar o crescimento.
Por conta disso, orientamos algo muito simples: Negocie prazos de pagamento estendidos com o seu fornecedor e resista aos descontos que são oferecidos no pagamento à vista.
Nessas horas você está deixando de ganhar margem, mas estará ganhando um fôlego maior para o seu caixa.
Trabalhe a gestão de estoque para ter mais dinheiro em caixa nas vendas online
Gerir o estoque é fundamental, ainda mais em um mercado que acredita na cultura de que produto parado é ativo.
Esqueça isso pois no momento que você comprou, o seu caixa já foi comprometido.
Produto em estoque é passivo, toma o seu dinheiro e tende a se desvalorizar com o tempo.
Logo, não compre em grande volume, faça compras pequenas e mais recorrentes. Controle seu estoque para minimizar os riscos de ruptura ou o oposto, ter produtos congelados eternamente.
Conte com os recebíveis mais rapidamente
O último mito a ser desmistificado é o de antecipar recebíveis e trabalhar com canais de venda que tenham bons prazos de recebimento.
Porque não adianta ter lucro e morrer por falta de caixa.
Vender R$100.000 na Black Friday e contar com pequenas frações de recebíveis ao longo dos próximos 15 meses…
Conclusão sobre o dinheiro em caixa nas vendas online
Recomendamos que sempre tome decisões olhando os principais indicadores financeiros da sua empresa, como o capital de giro e a margem de contribuição.
Para concluir, te convidamos a conhecer o guia prático de geração de caixa que o time da Preço Certo criou para te ajudar a se aprofundar nas estratégias apresentadas neste artigo.
Autor: Lucas Souza - E-mail: lucas.souza@precocerto.com
Chega dezembro e os empreendedores online começam a pensar no calendário do e-commerce para o ano seguinte. Você provavelmente faz o mesmo, mas será que essa estratégia é realmente efetiva?
Preparamos este artigo para falar sobre planejamento, datas comemorativas e oportunidades de vendas para 2022.
O calendário comercial tem um potencial enorme como guia de campanhas promocionais e usá-lo sem assertividade é um desperdício. Queremos que você use essa ferramenta de forma estratégica no seu negócio!
Listamos as principais datas comemorativas do ano, claro, mas não apenas isso. Criamos este conteúdo para te ajudar a refletir sobre as melhores ações para as datas especiais do comércio eletrônico e do seu nicho.
Se você vende em markeplaces, também falamos sobre as ações promocionais dessas plataformas e como esses eventos podem melhorar os seus resultados online.
Está preparado para usar o calendário a favor do seu negócio e escalar as vendas em 2022? Vem com a gente! 😊
- Por que incluir um calendário e-commerce na estratégia de vendas online
- Você pode ter mais de um tipo de calendário: o ideal é combinar ferramentas
- Como usar o calendário e-commerce a favor do seu negócio
- Campanhas em marketplaces: não perca a chance de vender ainda mais
- Como criar um calendário do e-commerce?
- Principais datas do calendário comercial 2022
Por que incluir um calendário e-commerce na estratégia de vendas online

Se você ainda não usa um calendário e-commerce para planejar a sua estratégia de vendas online, saiba que pode estar desperdiçando oportunidades.
As datas sazonais possuem um apelo forte e costumam gerar naturalmente o desejo de consumo. Ter um calendário estruturado e focado nos objetivos do seu negócio é uma maneira de garantir ações muito mais eficientes.
Se no varejo geral as datas sazonais têm um grande peso nos resultados, no comércio eletrônico elas ganham um protagonismo ainda maior.
Conforme dados do relatório mensal Conversion, entre outubro de 2020 e outubro de 2021 as páginas de e-commerce tiveram quase 22 bilhões de acessos no Brasil.
Depois de um crescimento recorde em 2020, no primeiro semestre de 2021 o setor teve um faturamento de R$ 53,4 bilhões.
Este resultado, publicado no relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen, mostrou que o comércio eletrônico brasileiro está em fase de consolidação.
O momento pode ser ideal para alavancar as vendas online. Porém, com um segmento tão aquecido, é preciso focar em planejamento estratégico para se diferenciar entre os concorrentes.
É nesse contexto que o calendário do e-commerce entra com boas oportunidades de ações promocionais e de marketing.
A internet permite explorar esses eventos com objetivos variados que incluem o relacionamento com o cliente até a venda em si.
Para isso, você pode usar estratégias com e-mail marketing, redes sociais, push notification, campanhas de plataformas de venda como os marketplaces, entre outros.
Leia mais: SEO na loja virtual: como otimizar seu e-commerce para melhorar os resultados?
Datas que geram empatia
Os números mostram que o consumidor brasileiro aprendeu a comprar online e confia cada vez mais na modalidade.
Essa adaptação resultou em um cliente que busca muito mais informação e valoriza a experiência de compra com um todo.
Para se destacar cenário é preciso ter criatividade e encontrar formas de conexão com esse consumidor. E se tem algo que não mudou com a expansão das compras online é que as datas comemorativas são ótimas para gerar empatia e promover essa conexão.
Um calendário comercial sozinho não faz milagres
Neste ponto, imaginamos que já não há dúvidas se vale a pena ter um calendário e-commerce para planejar as suas ações promocionais do ano.
Os benefícios são diversos e chegam com o uso adequado da ferramenta. No entanto, é preciso deixar claro que esse recurso deve ser parte de uma estratégia de vendas estruturada.
Montar um calendário sem direcionamento até pode gerar resultados, mas é o planejamento de outros aspectos do negócio online que vai garantir o aproveitamento máximo das ações promocionais.
Listamos alguns pontos importantes para potencializar as suas ações em datas sazonais:
- Defina o seu público e conheça as suas necessidades
- Conheça a jornada de compra do seu cliente
- Tenha em mãos o planejamento estratégico do negócio com metas e desafios para o ano
- Construa uma base de clientes estruturada com os dados mais importantes para o negócio
- Use ferramentas que otimizem e automatizem a sua operação de vendas online
Você pode ter mais de um tipo de calendário: o ideal é combinar ferramentas
Aqui neste artigo estamos falando especificamente do calendário e-commerce de datas sazonais interessantes para o negócio. Porém, você pode combinar distintos tipos de calendários na sua estratégia.
Além do calendário de datas comerciais, outros modelos bastante usados são o calendário de gestão e o calendário editorial.
O primeiro modelo ajuda no planejamento dos processos da empresa. Ele pode ser uma ferramenta importante para a análise de resultados e o planejamento de ações administrativas.
Já o calendário editorial e de conteúdos é mais utilizado no marketing e serve para definir a linha de comunicação com os clientes.
Na prática, eles são complementares, o seu calendário do e-commerce irá direcionar algumas ações do calendário editorial, por exemplo.
Independente das ferramentas escolhidas, o mais importante é que todas devem estar alinhadas com o seu plano estratégico mensal e anual.
Saiba mais: Como medir e analisar dados para planejar as vendas em marketplaces
Como usar o calendário e-commerce a favor do seu negócio
O calendário e-commerce em si, é bastante simples. Trata-se de uma lista de datas comerciais divididas por cada mês do ano. O que transforma esse instrumento em uma ferramenta poderosa de vendas online, é o uso que você faz dele.
Você precisa ter uma visão analítica e encontrar nessa lista as datas mais favoráveis para o seu negócio.
Pense em estratégias inovadoras, não esqueça que muitas empresas estarão realizando promoções, você precisa se destacar.
Depois de escolher em quais eventos você irá realizar as ações, vale a pena buscar dicas de quem tem experiência no mercado online.
Quer ver dicas exclusivas sobre tendências para 2022? Confira no vídeo abaixo:
Campanhas em marketplaces: não perca a chance de vender ainda mais
Para quem vende em marketplaces, as datas sazonais também são momentos importantes para aumentar a conversão em vendas.
Essas plataformas costumam realizar campanhas nas principais datas do e-commerce com cupons de desconto, frete grátis e outras vantagens.
Os marketplaces ainda criam eventos especiais extras como mês de aniversário da marca, Semana do Cliente e antecipação da Black Friday. Essas ações são excelentes oportunidades para ganhar visibilidade, atrair novos clientes e vender ainda mais.
Inclua os eventos promocionais dos marketplaces no seu planejamento, veja as melhores maneiras de usufruir dos seus benefícios e prepare a sua loja para atender a demanda de forma adequada.
Como criar um calendário do e-commerce?

Antecipação é uma das chaves para o sucesso do seu calendário e-commerce. O planejamento antecipado irá garantir que o plano seja colocado em prática com eficiência.
O ideal é planejar as ações do ano inteiro priorizando as datas que fazem mais sentido para o seu negócio. Monte uma agenda para organizar as ações. Você pode usar ferramentas online ou até mesmo uma planilha para isso.
Depois de selecionar os eventos mais promissores do ano, pense em estratégias de marketing para cada um deles.
Independente da ação ter como objetivo a venda ou o relacionamento com o cliente, a divulgação é parte essencial da campanha. Escolha canais adequados ao tipo de promoção e que estejam alinhados com o seu público.
Você sabe que a logística é uma das partes mais importantes do negócio online e a área precisa receber uma atenção especial nas datas sazonais.
Ao planejar campanhas promocionais para turbinar vendas em datas comemorativas, não esqueça de garantir que possa atender a demanda de pedidos. Especialmente em datas como a Black Friday em que há um grande volume de vendas em pouco tempo.
Principais datas do calendário comercial 2022
Para te ajudar na montagem da estratégia, fizemos uma lista com as principais datas comerciais de 2022. Porém, essas são apenas alguns dos eventos que geram oportunidades no comércio eletrônico.
Todos os meses há diversas comemorações de nicho que podem ser exploradas conforme o seu segmento para potencializar as vendas.
Muitas essas datas também são boas oportunidades de aproximação e interação com a sua base de clientes e público das redes sociais.
Confira abaixo a relação de datas comemorativas mais importantes do ano e alguns exemplos de eventos de nicho:
- 30 de janeiro – Dia da Saudade
- 01 de março - Carnaval
- 08 de março - Dia Internacional da Mulher
- 15 de março - Dia do Consumidor
- 20 de março – Início do Outono
- 13 de abril – Dia do Beijo
- 17 de abril – Páscoa
- 28 de abril – Dia do Frete Grátis
- 08 de maio - Dia das Mães
- 25 de maio – Dia do Orgulho Nerd
- 12 de junho - Dia dos Namorados
- 28 de junho - Dia do Orgulho LGBTQIA+
- 7 de julho – Dia Mundial do Chocolate
- 26 de julho – Dia dos Avós
- 14 de agosto - Dia dos Pais
- 15 de agosto – Dia dos Solteiros
- 6 de setembro – Dia do Sexo
- 15 de setembro - Dia do Cliente
- 12 de outubro - Dia das Crianças
- 29 de outubro – Dia Nacional do Livro
- 25 de novembro - Black Friday
- 28 de novembro - Cyber Monday
- 21 de dezembro – Início do Verão
- 25 de dezembro – Natal
Quer ter um calendário completo, com as datas mais importantes do e-commerce, dicas exclusivas e um modelo de agenda para programar as suas ações? Baixe o seu Calendário e-commerce 2022 ANYMARKET e Nação Digital!
O capital de giro no e-commerce é o indicador mais volátil de qualquer empresa. Sem o seu devido controle, alguns problemas administrativos podem surgir, como a falta de fôlego financeiro.
Se você não entende a importância desse indicador e/ou não faz o seu controle, continue lendo este artigo para evitar que a sua empresa corra riscos de ficar sem dinheiro em caixa.
Você sabia que vender em diversos marketplaces pode ser uma ótima maneira de alavancar o seu negócio online? Clique aqui e saiba mais sobre ampliar as vendas com segurança e estabilidade!
Por quê controlar o capital de giro no e-commerce?

Se você acha que vender pouco é um problema, imagine vender muito e ainda assim não ter dinheiro para pagar as contas.
Esse é um dos cenários que acontecem quando você não faz o controle do capital de giro.
Esse indicador está presente na sua rotina e em todo o negócio, pois ele mede o capital necessário para manter os processos em dia. Como por exemplo, a compra de insumos, estocagem e venda de produtos.
A forma como nós gerimos o negócio como um todo está atrelada diretamente à necessidade de controlar esse indicador.
Melhorar a performance
Há modelos de carros que conseguem andar uma determinada distância consumindo menos combustível que outros. Da mesma forma, há empresas que conseguem performar melhor que outras, consumindo menos recursos financeiros.
Erros comuns
Comprar à vista e formar grandes estoques de produtos parados são dois erros comuns na rotina do empresário. Esses erros aumentam a necessidade de capital de giro e é por isso que você deve tomar muito cuidado com as suas finanças.
É nessas horas que a pessoa vende e não vê a cor do dinheiro, pois esse capital passa cada vez menos tempo dentro da conta, certo? E é exatamente por isso que você precisa controlar esse indicador.
Leia também: Controle de estoque de e-commerce: 6 dicas para manter seu negócio organizado
Como ter controle do capital de giro no e-commerce em 3 passos principais
Com tudo isso em mente, vamos entender como fazer o controle do capital de giro no e-commerce. A seguir, listamos os 3 subprocessos que você deve ter atenção para controlar o capital de giro da sua empresa. A implementação desse controle irá melhorar as suas vendas online e saúde financeira do seu negócio.
Negociação com fornecedores
O primeiro subprocesso que você deve ter atenção é o pagamento a fornecedores.
É comum ouvir de um lojista que as suas compras são pagas à vista. Os motivos são variados, pode ser por conta de um desconto oferecido pelo fornecedor ou, simplesmente, porque há caixa.
Se pensarmos dessa maneira, estaremos retirando o dinheiro do caixa, antes mesmo de recebê-lo. Você concorda que a medida em que realizamos essas operações, cada vez mais capital vai sair e não vai retornar na mesma proporção?
Considerando que realizamos vendas a prazo, aos poucos vamos começar a sentir que o dinheiro mais sairá da conta do que fica - visto que há mais produtos para repor.
Para evitar esses problemas, negocie prazos com seus fornecedores e evite pagá-los à vista, mesmo que seja oferecido um desconto.
Fomente uma boa relação com eles, para que os prazos oferecidos sejam cada vez maiores. Dessa forma, podemos evitar a exposição do caixa, que é um risco enorme para o lojista.
Estocagem de produtos
Agora que nós entendemos a importância de se negociar prazos com fornecedores, precisamos olhar com atenção o giro de estoque.
Essa métrica mede o desempenho do estoque, fazendo referência a quantidade comprada e o número de vezes que essa operação é realizada.
Logo, se estocamos em excesso os nossos produtos, comprando-os em uma frequência menor - teremos um giro de estoque baixo.
A melhor forma para controlar o capital de giro e reduzi-lo é aumentando o giro do estoque. Ou seja, comprando apenas o necessário, em uma frequência cada vez maior.
Dessa forma, sabemos que não haverá estoque congelado e, assim, podemos contar com o dinheiro para outras necessidades.
Com essas 3 métricas, será possível ter clareza de como elas, em conjunto, podem auxiliar na gestão do capital de giro.
Saiba mais: 4 erros de precificação de produtos que você jamais deve cometer
Gestão dos recebíveis
A gestão dos recebíveis é o terceiro subprocesso que você deve ter atenção.
Nessa parte devemos buscar mecanismos e estratégias que permitam que o dinheiro das vendas entre na conta o mais rápido possível.
Dessa forma, políticas como descontos para pagamentos no boleto, por exemplo, são ótimas!
A ideia é poder contar com o valor das vendas o quanto antes, para que possamos utilizá-la.
Lembre-se, antes de qualquer tomada de decisão que altere o seu preço de venda, é importante ter controle da sua margem de contribuição e entender o impacto dessas alterações na sua formação de preços.
Para isso, antes de aplicar qualquer desconto, você pode utilizar essa calculadora de promoções, simulando os seus resultados nas vendas.
Dica bônus: calcule o capital de giro dos seus produtos
Para finalizar esse artigo, te convidamos a conhecer esta calculadora de capital de giro, onde será possível medir o seu indicador e controlá-lo em cada produto. Boas vendas!
Autor: Lucas Souza - lucas.souza@precocerto.com
Americanas Marketplace é a nova marca comercial da B2W Digital, uma das principais empresas de e-commerce da América Latina.
A mudança de identidade e posicionamento da B2W é o resultado de uma fusão das operações com as Lojas Americanas, outro nome de peso do segmento.
Se você vende em marketplaces e está inserido no universo do comércio eletrônico já deve saber que a B2W virou oficialmente Americanas S.A. Afinal, este tipo de movimentação não passa despercebida pelo mercado.
Porém, ainda existem diversas dúvidas sobre o que muda de fato com a nova plataforma, principalmente para quem já anunciava na B2W.
Será que os marketplaces Submarino, Shoptime e Americanas.com deixarão de existir? As regras e condições para anunciar seguem as mesmas? Neste artigo vamos esclarecer essas e outras dúvidas sobre o tema.
Queremos que você saiba tudo sobre o marketplace Americanas para aproveitar a visibilidade da marca e as melhores oportunidades da plataforma. Confira!
- O que é a B2W: a empresa de grandes marketplaces brasileiros
- B2W Marketplace agora é Americanas Marketplace
- O que muda para os vendedores da B2W
- Vale a pena vender na B2W, agora Americanas Marketplace?
- Perguntas frequentes
- O que é B2W?
- Como funciona a B2W/Americanas Marketplace
- O que é Americanas Marketplace?
- Como vender na B2W?
- Como vender na Americanas Markeplace?
- Quanto custa vender na Americanas Markeplace (B2W)
- Qualquer pessoa pode vender na Americanas Marketplace?
- Como entrar em contato com a B2W/Americanas Marketplace sendo vendedor?
O que é a B2W: a empresa de grandes marketplaces brasileiros
Em 2006, três grandes marcas do e-commerce brasileiro - Lojas Americanas, Submarino e Shoptime -, uniram-se para criar a B2W Digital.
Naquele momento, o capital de R$6,5 milhões garantiu à companhia a posição de maior empresa do setor de comércio eletrônico na América Latina. A marca também nasceu ocupando a terceira posição entre as maiores do mundo no setor.
Ao longo da sua trajetória, a B2W passou pela incorporação de outras empresas menores e sempre participou ativamente no fortalecimento do e-commerce no país.
Em 2019, o grupo era composto pela Americanas.com, Shoptime, Submarino, Submarino Finance e Sou Barato, quando lançou uma nova marca, a Americanas Empresas.
A página, focada em B2B, oferece um serviço de comércio eletrônico exclusivo para o setor corporativo. A página é mais uma oportunidade para sellers que querem vender seus produtos diretamente a empresas por marketplace.
Leia também: SEO na loja virtual: como otimizar seu e-commerce para melhorar os resultados?
A mudança da marca B2W para Americanas S.A.
A expansão das operações da B2W no mercado B2B usando o nome Americanas já indicava o investimento da empresa nesta marca.
Em abril de 2021, finalmente, foi anunciada a fusão das operações das Lojas Americanas S.A. e da B2W Digital.
Esse movimento deu origem à empresa Americanas S.A. que passa a substituir oficialmente a marca B2W.
Antes da fusão, as Lojas Americanas já possuíam o maior controle da B2W, 62,5% do capital. Além disso, com o crescimento do e-commerce nos últimos anos a marca conseguiu ganhar ainda mais força e espaço no mercado online.
A Americanas.com aparece como o segundo marketplace mais acessado do país em um estudo realizado pela empresa Conversion.
A plataforma apresenta uma participação de mercado de 14%, ficando atrás apenas do Mercado Livre.
Os dados são do mês de outubro de 2021 e foram publicados no Relatório Setores E-commerce no Brasil.
B2W Marketplace agora é Americanas Marketplace

Com a fusão das operações, a nova empresa Americanas S.A. passou a ser composta por uma rede de 1700 lojas físicas. Essas unidades estão presentes em 750 cidades brasileiras.
No comércio eletrônico, a marca B2W Marketplace foi substituída por Americanas Marketplace e conta com quase 90 mil vendedores ativos.
Esses parceiros anunciam nas plataformas Submarino, Shoptime, Americanas.com e Americanas Empresas e são responsáveis por 60% das vendas dessas páginas.
Até aqui passamos por todo o contexto da transformação da B2W Marketplace em Americanas Marketplace. Agora vamos entender como funciona a plataforma e o que muda para quem já vende ou quer vender na B2W.
O que muda para os vendedores da B2W
A grande mudança da marca B2W Digital para Americanas Marketplace aconteceu no dia 27 de setembro de 2021.
Foi nesse dia que o site e a comunicação da empresa passaram a ter a identidade Americanas Marketplace, fortemente marcada pela cor vermelha.
Apesar do impacto visual gerado pela mudança da marca, os vendedores da plataforma B2W não sentiram nenhuma consequência operacional.
Na prática, as funcionalidades e ferramentas dos marketplaces do grupo B2W não foram impactados e seguem funcionando de maneira habitual.
Ou seja, com um cadastro simples na Americanas Marketplace você pode anunciar seus produtos em todas as plataformas da empresa. Exatamente como acontecia no marketplace B2W.
Regras de anúncio e política de comissão da Americanas Marketplace
Para quem anuncia em marketplaces as políticas de anúncio e a comissão das plataformas são pontos fundamentais da operação.
Nesses aspectos também não há mudanças. As regras para cadastro e anúncio de produtos seguem as mesmas, assim como a comissão para vender nas plataformas.
Veja, abaixo, mais aspectos que não mudaram:
Investimento
Se você anuncia ou quer começar a anunciar na Americanas Markeplace não precisa investir nenhum valor diferente ao que já era cobrado como B2W.
Comissão
Vendendo em qualquer e-commerce do grupo você paga uma comissão que varia entre 12% e 19% de acordo com a categoria do produto. A taxa é aplicada sobre o valor do item vendido.
Não esqueça que esses valores devem ser considerados no planejamento financeiro e na hora de precificar os seus produtos na plataforma.
Quer saber qual é a melhor maneira de fazer isso? Confira esse artigo sobre a precificação correta para marketplaces!
Ferramentas
Da mesma maneira, as ferramentas que eram da plataforma B2W seguem disponíveis com a nova marca.
Esse é o caso, por exemplo, da entrega descomplicada e do pagamento integral do valor da venda mesmo quando o cliente realiza a compra de forma parcelada.
Então, se você conhece o serviço da B2W, não precisa se preocupar com as mudanças de mercado.
A aposta da empresa na marca Americanas foi feita pensando em fortalecer todo o sistema de vendas e gerar mais visibilidade também para os sellers.
Vale a pena vender na B2W, agora Americanas Marketplace?

Uma das grandes vantagens da B2W Digital era a possibilidade de anunciar em diferentes marketplaces com apenas um cadastro. Esse benefício segue igual na Americanas Marketplace.
Ao ser vendedor na plataforma você tem a possibilidade de anunciar no Submarino, Shoptime, Americanas.com e, ainda, no site exclusivo de vendas corporativas Americanas Empresas.
Segundo informações do grupo, essas páginas juntas possuem uma média de 49 milhões de consumidores frequentes. Os marketplaces somam mais de 1 bilhão de visitas.
A B2W Digital é uma das maiores empresas do comércio eletrônico na América Latina e a Americanas Marketplace carrega esse legado.
A mudança da marca foi feita de forma estratégica para fortalece ainda mais o grupo e aumentar a sua visibilidade.
Tudo isso tem consequência direta para os lojistas que anunciam nos marketplaces. A tendência é que as empresas vinculadas à plataforma se beneficiem com a expansão da marca.
Ao anunciar em markeplaces fortes você aproveita a visibilidade dessas marcas e aumenta as suas chances de crescer no e-commerce.
Quer escalar as suas vendas na Americanas Markeplaces e em outras plataformas de maneira segura e eficiente?
Então você precisa centralizar a sua operação em um hub de integração estável e seguro. Você precisa de um hub robusto e preparado para acompanhar o crescimento do seu negócio.
Perguntas frequentes
O que é B2W?
A B2W é uma empresa brasileira do segmento de e-commerce, fundada em 2006 pelas marcas Lojas Americanas, Submarino e Shoptime. A companhia chegou ao mercado como a maior da América Latina e a terceira maior do mundo no setor.
Depois de quase 15 anos atuando com a marca B2W, em abril de 2021 a empresa anunciou a fusão com as Lojas Americanas.
O movimento foi aprovado em Assembleias Gerais Extraordinárias das duas companhias em junho do mesmo ano e deu origem a uma nova empresa, a Americanas S.A.
Em setembro de 2021 a B2W passou pela grande virada de marca e adotou oficialmente o nome comercial Americanas Marketplace.
Como funciona a B2W/Americanas Marketplace
A implementação da nova identidade visual da B2W, como Americanas Marketplace, não mudou a forma de trabalhar da empresa que segue com os marketplaces originais em funcionamento.
Ao se cadastrar na plataforma de comércio eletrônico, o lojista pode anunciar nas páginas de vendas do grupo: Submarino, Shoptime, Americanas.com e Americanas Empresas; e aproveitar todas as suas vantagens e ferramentas para potencializar vendas.
O que é Americanas Marketplace?
Americanas Marketplace é o novo nome da B2W Digital. A empresa, referência em e-commerce no Brasil, mudou oficialmente a marca em setembro de 2021. A mudança de identidade aconteceu após a fusão das marcas B2W Digital e Lojas Americanas em junho do mesmo ano.
Como vender na B2W?
Para vender na B2W, agora Americanas Marketplace, basta fazer um cadastro simples no site da empresa. Ao realizar esse cadastro o vendedor poderá anunciar nos marketplaces do grupo que são: Americanas.com, Americanas Empresas, Submarino e Shoptime.
Como vender na Americanas Markeplace?
O processo para vender na Americanas Markeplace é o mesmo da B2W. A mudança da marca não impactou na operação de vendas dos sellers nas plataformas da empresa.
Quanto custa vender na Americanas Markeplace (B2W)
Assim como na B2W, não é necessário fazer nenhum investimento para vender nos marketplaces da Americanas. Ao anunciar na plataforma você paga apenas uma comissão de 16% sobre o valor do item vendido e uma taxa fixa de R$5,00.
Qualquer pessoa pode vender na Americanas Marketplace?
Para vender na Americanas Marketplace é necessário emitir Nota Fiscal. Para realizar o cadastro na plataforma você deve ter um negócio que se enquadre em uma das seguintes categorias:
- MEI
- Distribuidor
- Indústria
- Lojas virtual
- Lojas físicas
- ME
Como entrar em contato com a B2W/Americanas Marketplace sendo vendedor?
O vendedor cadastrado na platasforma B2W – Americanas Marketplace conta com um suporte especializado no Portal do Parceiro. Para usar esse serviço é necessário abrir um chamado através do menu Ajuda> Meus Chamados.
Em um mercado competitivo como o e-commerce, estar entre os primeiros resultados de busca não é só uma questão de popularidade. Cada vez mais, especialistas destacam a importância do SEO na loja virtual, indicando a otimização para o Google e outros mecanismos como um fator-chave para o sucesso.
Mas afinal, o que é SEO? Por que ele é tão necessário no cenário atual? Quais as melhores práticas para sites de e-commerce e como você está se saindo em relação a elas?
No artigo a seguir, reunimos algumas dicas para trabalhar o SEO na loja virtual, incluindo exemplos de ações importantes para otimizar o seu site. Confira!
O que é SEO?
Se você já pesquisou no Google, Bing, Yahoo ou qualquer outra ferramenta, provavelmente sabe que a ordem dos resultados não é aleatória.
Cada mecanismo de busca tem critérios próprios para classificar os conteúdos — e estes costumam ir além de encontrar ou não uma palavra-chave no texto.
Neste sentido, surge o conceito de “Search Engine Optimization”. Traduzido como “Otimização para Mecanismos de Busca”, o SEO consiste em aplicar um conjunto de técnicas e boas práticas para que o seu site seja valorizado pelos buscadores.
Como resultado, você atrairá mais visitantes e maior confiabilidade para o domínio.
SEO na loja virtual: Por que é importante?
Na última década, os smartphones, redes sociais e marketplaces transformaram a forma como pesquisamos e compramos pela internet. De modo semelhante, os mecanismos de busca também evoluíram, e a cada dia tentam entregar resultados mais confiáveis e precisos.
Naturalmente, isto representa um desafio enorme para o lojista. Com tantas empresas na disputa, é preciso dominar as regras do jogo para se destacar. Do contrário, é provável que a sua página não seja vista e nem lembrada.
A boa notícia é que você não precisa ter um grande orçamento para trabalhar o SEO na loja virtual. De acordo com especialistas, a tendência é que o Google e outros buscadores foquem cada vez mais na experiência de busca do usuário.
Assim, conhecer o seu público-alvo, respeitar normas básicas e moldar o seu conteúdo à intenção de busca são o melhor caminho para alcançar bons resultados de SEO.
Dicas para trabalhar SEO na loja virtual
1. Comece pela estrutura

A primeira dica para trabalhar SEO na loja virtual tem a ver com a organização das páginas no seu site. Sites bem planejados facilitam a navegação do usuário, oferecendo seções bem definidas e caminhos curtos até o ponto de interesse.
Por exemplo: se você vende diversos tipos de produto, em múltiplos departamentos, trazer todas essas informações na página inicial pode confundir o visitante. Por outro lado, criar uma hierarquia muito complexa, onde o usuário precise acessar vários links até chegar à página do produto também não é o ideal.
O segredo está em encontrar o equilíbrio entre usabilidade e desempenho. Uma navegação intuitiva, com menos níveis intermediários, aumenta as chances de o seu conteúdo ser registrado pelos bots das ferramentas de busca (também chamados de crawlers ou spiders).
Lembre-se disso ao definir sua árvore de categorias, subcategorias e menus de navegação.
Especialistas em SEO também sugerem o uso de sitemaps para ajudar na rastreabilidade. Estes arquivos de texto (geralmente no formato XML) funcionam literalmente como um mapa do site, pois apresentam a sua estrutura aos buscadores.
2. Planeje suas palavras-chave

Boas palavras-chave são um ingrediente indispensável para o SEO na loja virtual. Quando bem escolhidas, elas orientam o conteúdo da página (títulos, descrições, meta descrições…), conversam diretamente com o público desejado, e ainda ajudam no ranqueamento do site em buscas alinhadas aos objetivos da empresa.
De acordo com o tamanho e nível de detalhe, as palavras-chave podem ser:
- Mais curtas e genéricas, para tentar obter um alto volume de acessos em termos de maior concorrência;
- Mais longas e/ou específicas, para focar num público bem segmentado, com menor volume de buscas e maior propensão à compra.
Para selecionar termos com boas chances de sucesso, você pode usar ferramentas de planejamento de palavras-chave. As opções mais populares são o Google Keyword Planner e o Ubersuggest.
3. Invista nos detalhes para melhorar o Seo na loja virtual

A página do produto pode variar de acordo com o tipo de mercadoria, plataforma e ERP para e-commerce. Ainda assim, você precisa garantir que todos os detalhes relevantes estejam disponíveis.
Isso oferecerá ainda mais contexto aos mecanismos de busca, que precisam “entender” o seu conteúdo.
Tenha em mente que os títulos e subtítulos não são elementos decorativos. Na verdade, eles são seções nobres da página, e por isso devem informar claramente do que ela trata (de preferência, incluindo suas melhores palavras-chave).
O mesmo pode ser dito das descrições e ficha técnica do produto. Além de alinhar as expectativas do cliente, elas ajudam a associar o site aos termos utilizados.
Por isso, para se sair bem nesse quesito, pergunte-se:
- Qual o perfil do comprador que pesquisa por esse produto?
- Quais os termos e palavras mais comuns nesse tipo de busca?
- A sua página atual responde às prováveis dúvidas desse cliente?
- Há algum atributo ou recurso que poderia deixar a página mais completa?
Mas atenção: repetir as palavras-chave no texto apenas para aumentar a sua ocorrência não é a melhor estratégia!
Os buscadores estão cada vez mais sensíveis à qualidade do conteúdo, o que significa que você também deve priorizá-la.
4. Valorize suas imagens e URLs

Por incrível que pareça, um dos erros mais comuns de SEO na loja virtual é não dar a devida atenção às imagens.
Tal como o conteúdo escrito, as imagens contêm informações importantes para os mecanismos de busca, uma vez que facilitam o entendimento do site e ajudam no ranqueamento da página.
Quem nunca pesquisou por uma foto no Google e acabou caindo no site de uma loja?
Mas não basta focar na qualidade visual das imagens. Para garantir bons resultados em termos de SEO, deve-se seguir algumas boas práticas.
Arquivos muito grandes e pesados, por exemplo, atrasam o carregamento do site e prejudicam a experiência geral (especialmente no celular).
Da mesma forma, se o nome do arquivo não for descritivo ou o local de armazenamento tornar a URL muito complexa, a estrutura de navegação será comprometida.
Portanto, busque sempre otimizar:
- O tamanho das imagens, priorizando formatos de carregamento rápido;
- O nome do arquivo, considerando a que se refere e as suas palavras-chave;
- O atributo de texto alternativo (alt), descrevendo as imagens para leitores de tela e situações em que o navegador não consiga exibi-las;
- Questões referentes a direitos autorais, evitando infrações.
Considerações finais sobre Seo na loja virtual
Mais do que uma sequência de atividades técnicas, o SEO na loja virtual deve ser uma prática contínua.
Isto significa que, além de realizar os ajustes sugeridos, você deve monitorar seus resultados com frequência.
Defina métricas e acompanhe os indicadores mais relevantes para a sua loja, como a quantidade de acessos orgânicos, conversões, acessos por página e tempo por sessão. Assim, você terá uma boa visão do que está funcionando e do que precisa melhorar.
Use a tecnologia a seu favor! Existem diversas ferramentas de SEO que podem facilitar esse processo, e muitas delas são gratuitas.
Por fim, não se esqueça de otimizar as páginas e recursos que já estão se saindo bem. Afinal, os seus concorrentes também estão melhorando os próprios sites.
Refinar o que já está bom lhe permite manter a relevância enquanto trabalha para resultados ainda melhores.
Sobre o autor
O Eccosys é um ERP na nuvem, focado no e-commerce e suas necessidades. Indicado para lojas virtuais que buscam um alto volume de vendas, suas ferramentas permitem crescer com uma operação robusta e otimizada. Dentre as funcionalidades mais importantes, destacam-se a integração completa com as principais plataformas, hubs de marketplaces e operadores logísticos do mercado. Facilite sua rotina com um processamento ágil de pedidos e a emissão automática de NF-e. Descubra mais no site: www.eccosys.com.br.
Vamos falar sobre monitoramento de redes sociais? Os marketplaces estão em destaque entre as preferências dos usuários do Twitter para a Black Friday 2021.
É o que aponta o estudo “Whishlist Black Friday”, realizado pelo plataforma de gestão de redes sociais e atendimento multicanal Buzzmonitor. Esse insight foi possível a partir do monitoramento e social listening dos tweets dos clientes.
Analisar como o seu público se relaciona com o produto/serviço da empresa ajuda a criar uma estratégia consistente para garantir melhores resultados na Black Friday.
Diante de milhares de postagens e conteúdos pelos quais os usuários são impactados diariamente no ambiente digital, nunca foi tão importante entender o comportamento do cliente.
E é nas redes sociais que está a chave de ouro para ouvir os consumidores, seus concorrentes e o que eles pensam sobre sua empresa e o seu mercado.
Fazer Monitoramento de Redes Sociais e Social Listening permite que as empresas entendam como melhorar a experiência de seus clientes.
Segundo o Relatório Digital, publicado pelo We Are Social em parceria com o Hootsuite, 57% da população mundial usa as mídias sociais.
E este número está crescendo de forma constante. A cada segundo 13 novos usuários começam a usar as redes sociais pela primeira vez.
Por isso, precisamos considerar a relevância das redes sociais na jornada de compra do cliente e entendê-la como um espaço para ampliar o relacionamento entre as marcas e seus consumidores.
Já pensou quantas pessoas a sua marca consegue impactar com as redes sociais? Você sabe qual o impacto está causando? Vamos explicar como colocar em prática o monitoramento de redes sociais e social listening a favor da sua marca.
Leia também: Como melhorar as vendas em marketplace com uma integração rápida e segura
- O que é o monitoramento de redes sociais?
- O que é Social Listening?
- Como colocar em prática monitoramento de redes sociais e social listening?
- Termos para monitorar na Black Friday e melhorar as vendas em marketplaces
- Acompanhe a repercussão da sua campanha e tenha dados de qualidade para moldar sua estratégia
- Evite crises de imagem com o social listening: identifique situações de alerta e vire o jogo
- Transforme dados em estratégia: tome decisões de forma mais assertiva com o social listening
- Compare performances com o concorrente usando o monitoramento de redes sociais
O que é o monitoramento de redes sociais?
O monitoramento de redes sociais consiste em acompanhar todos os comentários, interações e menções sobre a sua marca e o mercado em volta dela nas mídias sociais: Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, etc.
Esse monitoramento é feito por buscas de termos e palavras-chave relevantes para o branding da marca ou temas associados ao universo.
A partir desse resultado é possível interagir com os clientes, realizar atendimento nas redes sociais e colher várias métricas.
Algumas dessas métricas são o sentimento do público em relação à marca, satisfação e insatisfação dos clientes, e até opiniões sobre o que a sua empresa vende.
O monitoramento deve ser um trabalho constante pois é uma oportunidade de melhorar o relacionamento com o cliente e construir proximidade com o público.
A Netflix Brasil é um exemplo de case de sucesso de monitoramento nas redes sociais. A marca sempre responde comentários e publicações no Twitter e Instagram e criou uma abertura e troca com o público em um tom leve e de humor.
Quer saber mais sobre como aproveitar a Black Friday ao máximo? Confira no vídeo abaixo dicas de estratégias para vender em marketplaces durante a campanha:
O que é Social Listening?
O Social Listening é a prática de analisar conversas e tendências relevantes para a sua marca, inseridas dentro de contexto.
Fazendo Social Listening sua empresa consegue entender o que as pessoas pensam, como o público se sente em relação a sua marca e ao universo em que ela está inserida.
Além de entender quais tópicos e tendências de mercado o público se interessa, qual a solução que ele precisa e qual a maneira mais eficaz de se conectar com ele.
Essa análise gera insights para criar melhores estratégias, gerar campanhas e mensagens de conteúdo, criar parcerias importantes, evitar repercussões negativas e aprimorar a experiência do seu cliente.
Diferenças entre Monitoramento e Social Listening
Monitoramento de redes sociais e Social Listening são coisas diferentes, mas que andam juntas em uma boa estratégia de comunicação. Em ambos a voz do público é o centro do trabalho.
O monitoramento te mostra o que está sendo falado e o Social Listening te diz o porquê. Um é a continuação do outro.
Com o monitoramento de redes sociais você identifica e responde perguntas e comentários sobre a sua marca. Com o listening social você consegue extrair insights de conversas sociais para aplicar à sua estratégia geral.
Como colocar em prática monitoramento de redes sociais e social listening?

Vamos passar para parte de como realizar monitoramento de redes sociais e social listening. Primeiro, otimize tempo e facilite fluxos com automação
O número de informações na internet é incalculável. Então imagina ter que ir de rede social em rede social pesquisando possíveis menções a sua marca?
Ou ainda todos os posts sobre temas importantes para o mercado? Isso levaria horas e muito esforço de uma equipe que poderia focar em outras atividades.
Para facilitar esse processo, existem softwares de monitoramento automatizados que reúnem todas as informações em um único lugar.
O primeiro passo é realizar a sincronização dos perfis da marca em todas as redes sociais à plataforma.
Então, a equipe de mídia cadastra os termos e palavras-chave relevantes para a marca e recebe os resultados do monitoramento em tempo real.
A partir daí, é só fazer acompanhamento desses dados, e responder ao público por meio de interações criativas e resolutivas.
Termos para monitorar na Black Friday e melhorar as vendas em marketplaces
Veja alguns termos que você pode monitorar na Black Friday para acompanhar o desenvolvimento da sua campanha:
- Nome da marca
- Nomes de produtos e serviços da empresa
- Menções com tags no Facebook, Instagram e Twitter
- Hashtags
- relacionadas a Black Friday dentro do seu nicho
- relacionadas ao mercado
- de campanhas lançadas pela empresa
- Palavras-chave que sejam do interesse da marca
- Menções do concorrente
Lembre-se de cadastrar o nome da marca e dos serviços também com variações com erros ortográficos que sejam recorrentes. Principalmente se for um nome de grafia difícil. Assim nenhuma menção irá passar despercebida.
Agora que você já sabe a diferença entre os dois, veja alguns insights importantes que você pode ter se incluir monitoramento de redes sociais e social listening na sua estratégia de negócio.
Acompanhe a repercussão da sua campanha e tenha dados de qualidade para moldar sua estratégia
A campanha da Black Friday é, sem dúvidas, a maior data do e-commerce brasileiro. Muito esforço é colocado para oferecer os melhores descontos aos seus clientes. Mas é preciso mensurar quais estratégias têm dado certo e quais não.
Acompanhar a repercussão da campanha nas redes sociais mostra onde a marca acertou, onde errou e onde pode melhorar. Esses insights valem tanto para a próxima Black Friday, como para as demais campanhas ao longo do ano.
Use o monitoramento e o social listening para identificar esses pontos e moldar a estratégia da marca em cada canal de venda.
Evite crises de imagem com o social listening: identifique situações de alerta e vire o jogo
Muitas vezes a crise de imagem começa quando uma reclamação que não chegou até a empresa é publicada nas redes sociais.
Isso acaba tomando uma proporção muito grande e negativa. Essa situação é ainda mais fácil de acontecer durante a Black Friday, quando o número de vendas e demandas é mais alto.
Com o monitoramento de termos, mesmo que a marca não tenha sido mencionada diretamente, é possível identificar posts como esses logo no início e fazer um bom trabalho de social listening.
Antecipe-se a uma possível crise e contorne a situação em pontos positivos para a empresa. Mostre que possui rapidez e eficácia no atendimento e resolução de problemas.
Lembre-se: toda empresa está passível de erro, mas o que vai definir a reputação da marca é como ela lida com o problema.
Se você quer entender mais sobre reputação, confira esse EBook da Buzzmonitor em parceria com o Reclame AQUI sobre o tema.
Transforme dados em estratégia: tome decisões de forma mais assertiva com o social listening
O monitoramento funciona como um feedback direto do consumidor. O social listening funciona como o termômetro que vai dizer qual a situação desse feedback.
As informações colhidas a partir daí servem como parâmetro para a sua equipe. Se a marca analisa os dados colhidos nas redes sociais é possível entender o que o seu consumidor deseja e de que maneira.
Com a informação completa é possível entregar um conteúdo mais estratégico e assertivo. Isso aumenta o engajamento da marca nas redes sociais e melhora o relacionamento com os clientes.
Saiba mais sobre: medir e analisar dados para planejar as vendas em marketplaces
Essa máxima vale para todas as áreas. Se conseguimos identificar, por exemplo, que a maior parte das menções a uma marca está na entrega dos produtos, conseguimos aumentar os esforços para melhorar o serviço prestado.
Compare performances com o concorrente usando o monitoramento de redes sociais
Conheça o seu desempenho e estabeleça melhorias!
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Você precisa conhecer bem o mercado em que está inserido para conseguir se destacar e ter sucesso no seu nicho.
Não esqueça que dentro dos marketplaces a concorrência é grande e você precisa encontrar maneiras de se destacar.
Monitorar a concorrência é importante para acompanhar o que eles estão oferecendo, como o público interage com eles e quais as tendências que estão seguindo.
Pense nisso como uma maneira de extrair insights. Reinvente ideias, utilize marketing de oportunidade. Ainda, acompanhe a repercussão da campanha de Black Friday do concorrente, avalie opiniões e relacionamento da marca com os clientes.
Compare os resultados da sua marca com os de seus principais concorrentes e identifique quais os pontos fortes e fracos da sua performance.
Essa análise vai te mostrar o que você pode oferecer como diferencial para crescer nas redes sociais e atrair mais clientes.
Agora que você já sabe a importância de monitorar as redes sociais e fazer social listening, é hora de começar! Use essas e outras estratégias a seu favor e tenha uma campanha de sucesso na Black Friday.
Quer saber mais sobre como melhorar as vendas online? Conheça o ANYMARKET, um hub de integração que automatiza as suas vendas em marketplaces de forma simples, segura e estável.
Quer saber o que é um sistema ERP e para que serve? Nós vamos explicar. A sigla para Enterprise Resource Planning (ERP) se refere a um sistema de gestão. Esse sistema tem como função principal integrar os processos dentro de uma empresa.
Ter uma gestão integrada do negócio auxilia os gestores nas demandas de informações. Consequentemente ocorre a redução dos custos e a melhoria da qualidade dos processos.
O sistema ERP gera praticidade no dia a dia através de tecnologia. A plataforma atua sincronizando informações e contribuindo para o crescimento e a rentabilidade do negócio.
Neste artigo, vamos entender um pouco mais sobre como funciona um ERP e quais as vantagens de vender utilizando plataformas de apoio ao seu negócio.
Como funciona um sistema ERP e para que serve?
O sistema ERP centraliza as informações de gestão da empresa em uma única plataforma. Desta maneira, o fluxo de dados fica mais fluido e pode ser compartilhado com maior facilidade.
Por se tratar de tecnologia integrada, o ERP elimina duplicidade de informações e dá ao gestor uma visão mais ampla do negócio.
Por exemplo, na prática o ERP identifica a disponibilidade dos produtos no estoque e automaticamente as informações que são atualizadas. Isso evita erros no processo e o mesmo acontece em outros níveis do negócio.
Entende as funcionalidades desse tipo de sistema

Por ser um software de gestão, o ERP auxilia em diversas funcionalidades de uma empresa. Ou seja, ele serve para administrar desde o cadastro dos produtos, até a integração das vendas e a logística.
O sistema de gestão ERP atua em diferentes áreas, com funções específicas. Abaixo mostramos algumas delas:
- Faturamento: os resultados da empresa passam a ficar atrelados ao sistema que, de forma automática, sincroniza entradas e saídas.
- Financeiro: controle e fluxo de caixa automatizados.
- Compras: auxilia na organização de compras de produtos ou matéria prima de fornecedores, evitando despesas relacionadas a falta ou excesso de estoque.
- Estoque: controle e giro de estoque integrados.
- Gestão de Vendas: organização e gerência das vendas, acompanhando de perto a jornada de compra do cliente.
- Integração: faz integração com centenas de plataformas de e-commerce e marketplaces, gerenciando a sua loja virtual com organização e facilidade.
- Cadastros: é possível cadastrar clientes e fornecedores, interligando as informações para emissão de notas fiscais e boletos bancários.
- Fiscal: emissão de notas fiscais e envio de documentos ao cliente com o preenchimento do setup apenas no cadastro inicial.
Com o gerenciamento de informações em um único sistema, é possível integrar e sincronizar dados das diversas áreas, otimizando processos.
Como usar o sistema de gestão ERP para fazer o negócio crescer
A escalabilidade de um negócio é possível quando os processos são assertivos e feitos de maneira automatizada.
O e-commerce é uma área ampla e precisa de ferramentas de tecnologia para auxiliar na expansão das operações. Seja em lojas físicas, online, redes sociais ou marketplaces.
O sistema ERP na nuvem é acessado pela internet, a partir de qualquer lugar, e tem os dados preservados em servidores remotos.
Além da segurança e mobilidade, tem custos menores e garante muitas vantagens aos empreendedores. Afinal, o universo digital exige que o vendedor possa dedicar tempo e energia para pensar em estratégias de vendas.
Quer fazer um teste grátis com um ERP? Clique neste link e utilize o cupom #any04 e experimente o ERP Bling por 4 meses (oferta válida apenas para novas contas Bling e não cumulativa com outras promoções).
Assim você pode conferir na prática o que é um sistema ERP e para que serve. Além de ver as facilidades que ele trará ao seu negócio.
Você sabia que vender em marketplaces utilizando um ERP e um hub de integração é a maneira ideal de escalar o negócio?
Veja também ERP Marketplace | Shein marketplace
Usar plataformas para vender online é o caminho ideal para crescer aproveitando as tendências do comércio eletrônico.
Essas plataformas podem ser de vários tipos e elas se complementam, formando um ecossistema digital.
O ANYMARKET é um hub integrador que otimiza e automatiza as vendas centralizando a operação desse ecossistema.
O hub já possui integração com mais de 50 sistemas e esse número vem crescendo a cada mês. Neste artigo vamos falar sobre as novas integrações com a plataforma Conecta Lá e o marketplace Cassol.
Vamos explicar como você pode potencializar as suas vendas nesses canais operando de forma integrada com o ANY. Confira!
Quem são as novas empresas integradas ao ecossistema ANY
O ecossistema do ANYMARKET é formado por dezenas de outras plataformas que também atuam para potencializar o e-commerce brasileiro.
Atualmente, o hub possui integração com mais de 50 marketplaces, além de plataformas de e-commerce e sistemas ERP.
Constantemente novos parceiros são incluídos nessa lista. Com isso, aumentam as oportunidades de expandir a sua operação.
Quer saber mais sobre o ecossistema do ANY? Veja aqui nesse outro artigo!
Abaixo vamos falar sobre três novos parceiros que passaram a ter integração com o hub a partir de outubro de 2021.
Cassol Home Center – marketplace de nicho
A Cassol é uma empresa do segmento de Casa e Construção com mais de 60 anos de história. Maior home center do Sul do país, a marca começou a investir no comércio eletrônico em 2018.
A migração para o universo digital foi um caminho sem volta. Em 2021 a empresa decidiu ampliar a loja online para quem deseja vender na internet e lançou a plataforma de marketplace.
Os canais de venda por nicho são tendência para quem deseja comercializar produtos de forma mais assertiva. Investir nessas plataformas para vender online pode ser uma boa estratégia de expansão.
Se você atua no segmento agora também pode vender na Cassol de forma centralizada pelo ANYMARKET.
Veja quais são as principais categorias do marketplace:
- Acessórios para cozinha;
- Climatização e ventilação;
- Construção;
- Decoração;
- Eletrodomésticos;
- Eletroeletrônicos;
- Ferramentas;
- Iluminação;
- Materiais elétricos;
- Materiais hidráulicos;
- Móveis;
- Piscina e lazer;
- Pisos e revestimentos;
- Pneus;
- Tintas e acessórios.
Um ponto fundamental para anunciar produtos em marketplaces é conhecer e respeitar as políticas da plataforma. Nós podemos ajudar nesse processo, confira aqui as políticas de vendas Cassol.
Conecta Lá – loja para vender online em diferentes marketplaces
O Conecta Lá é uma plataforma de e-commerce que conecta o seu catálogo de produtos a diversos marketplaces.
A marca se posiciona no ecossistema do comércio eletrônico como um parceiro tecnológico do vendedor.
A solução promove inovação e praticidade para administrar estoque, promoções e outros processos da venda online.
O sistema é ideal para sellers que querem entrar no ambiente digital, mas também serve como um ponto de conexão para quem já vende em marketplaces.
Ao integrar as suas vendas no Conecta Lá com o ANYMARKET você potencializa ainda mais a operação. O hub de integração oferece funcionalidades que apoiam o seu crescimento para escalar os resultados.
Quem pode integrar com esses marketplaces?
A integração com as novas plataformas está disponível tanto para clientes do ANY quanto para novos vendedores que queiram centralizar as operações no hub.
Se você deseja começar a vender no marketplace Cassol ou quer integrar com a plataforma de vendas Conecta Lá, entre em contato.
A nossa equipe de especialistas vai orientar as novas implantações para que tudo aconteça da forma mais rápida e simplificada possível.
No vídeo abaixo você pode conhecer um pouco mais sobre o ANY 😉
Como integrar o ANY a essas e outras plataformas para vender online
A forma de implantação do hub será definida pela equipe do ANY e pode variar conforme o seu tipo de operação.
Essa análise é feita criteriosamente para que aconteça da forma mais ágil e segura possível.
Existem basicamente três formas de integrar plataformas com o ANYMARKET. São elas:
- Por planilhas – gerenciamento manual;
- Integração nativa do hub integrador;
- Desenvolvimento de integração própria via API do ANYMARKET.
Porém, não se preocupe em escolher a forma de integração com as plataformas para vender online, o nosso time de especialistas fará essa análise e encontrará a melhor solução para o seu negócio.
Para quem vende em marketplaces, editar fotos para loja virtual de cada um dos canais pode ser um trabalho cansativo.
Ao mesmo tempo, a imagem é um dos itens mais importantes de qualquer anúncio.
Tanto que grandes marketplaces usam as configurações da foto como um dos critérios para aprovar o carregamento dos produtos na plataforma.
Neste artigo vamos falar sobre como a adaptação da imagem pode ser feita de forma mais simples e rápida. A ferramenta usada para isso é o hub de integração com marketplaces.
Você ainda configura os seus anúncios de forma manual em cada um dos canais de venda?
Conheça os recursos do ANYMARKET para vender de forma automatiza e segura. O hub integrador cuida da operação enquanto você pensa na estratégia do seu negócio.
Clique no banner abaixo e converse com um dos nossos especialistas, estamos prontos para apoiar o seu crescimento! 
Você precisa fazer um cadastro de fotos impecável para se destacar
Na internet há uma infinidade de estímulos que disputam a atenção do usuário o tempo inteiro. Por isso, dentro do marketplace a foto do produto ganha uma relevância indiscutível.
Normalmente a foto é a primeira coisa que aparece e chama a atenção do consumidor. Prova disso são as exigências das plataformas quanto ao carregamento de imagens.
Cada detalhe importa, desde a resolução, o tamanho e até o tipo de fundo da foto.
Além das especificidades técnicas, você também precisa usar esse recurso para conquistar o cliente. Mostrar o produto com a maior clareza possível pode ser determinante na venda.
Saiba mais sobre como melhorar os seus anúncios nesse outro artigo: Como enriquecer o seu catálogo nos marketplaces para vender mais
É indispensável seguir as especificidades de cada marketplace
Um dos desafios do vendedor é editar fotos para loja virtual de cada marketplace da maneira mais ágil possível.
Cada canal de venda possui especificações diferentes e essas exigências precisam ser cumpridas.
Em alguns casos o anúncio, inclusive, não é aceito se a imagem não estiver dentro do padrão. Em outros, mesmo que o registro aconteça, a visibilidade do produto será prejudicada pela imagem inadequada.
Sendo assim, não há outra saída. Você precisa adaptar as fotos de forma específica ao canal de venda e enviar imagens com a maior qualidade possível.
O Mercado Livre é um bom exemplo de marketplace que implica muito valor às fotos. O elemento tem um grande peso no resultado das buscas dentro da plataforma.
O cadastro de imagens fora dos padrões exigidos pelo canal também é um dos principais motivos de moderação de anúncios.
Quer entenda mais sobre os anúncios moderados no Mercado Livre e como alcançar as primeiras posições na plataforma? Temos um webinar inteiro sobre o tema, confira!
Editar fotos para loja virtual de cada marketplace: redimensionamento automático
Para quem vende em diversos marketplaces a adaptação das fotos de todos os produtos pode ser um trabalho cansativo e demorado.
Existem ferramentas de edição gratuitas para computador e para celulares Android e iOS. Porém, editar manualmente cada foto para o padrão de cada um dos canais de vendas não é um processo simples.
Quando pensamos nesse trabalho dentro do dia a dia da operação de vendas é fácil entender que ninguém quer perder tempo dimensionando fotos. Mesmo que seja um ponto tão importante da operação, certo?
Veja aqui neste link qual é o padrão de fotos dos principais marketplaces do Brasil!
Para quem vende de forma centralizada pelo ANYMARKET, essa adaptação não é uma preocupação. O hub integrador possui uma funcionalidade exclusiva de redimensionamento automático das fotos.
Com essa ferramenta, você economiza tempo na operação e ainda evita falhas nos anúncios.
Não parece incrível? Então vamos entender como funciona esse recurso.
Como funciona o redimensionamento automático de fotos?

Configurar anúncios em marketplaces de forma automatizada otimiza a operação
A funcionalidade de redimensionamento automático de fotos do ANYMARKET funciona de forma simples.
Você deve subir a imagem no painel do hub normalmente. O único requisito é que a foto seja quadrada. Depois, todo o trabalho de verificação e adaptação é feito pela ferramenta.
Muitos marketplaces possuem um tamanho mínimo de imagem de 1000 X 1000 pixels. Por isso, o recurso trabalha com esse padrão.
Ao aplicar o redimensionamento, a imagem original é mantida e o hub envia ao canal de venda uma cópia. Essa função garante que novas adaptações possam ser feitas a partir da imagem original quando necessário.
Veja o passo a passo de como acontece o redimensionamento através do hub integrador
- Você configura o anúncio com a imagem do produto e as outras informações;
- O hub verifica se as dimensões da foto original estão dentro do padrão requerido pelo marketplace;
- Se a imagem está dentro do padrão, é feito o envio da foto original;
- Se a imagem não está adequada o hub envia automaticamente uma cópia da foto redimensionada.
Tudo isso é feito de maneira rápida, enquanto você segue cadastrando outros produtos ou realizando outras operações.
Muitas vezes o seller nem percebe que houve um trabalho da plataforma por trás do registro do anúncio, ele simplesmente detecta que tudo deu certo.
Também existem casos em que o marketplace não aceita nem a foto original, nem a foto redimensionada. Quando isso acontece, você recebe um aviso de falha no painel do hub indicando a necessidade de ajustes na imagem.
Se o marketplace em que você está registrando o produto é o Mercado Livre, ainda é possível fazer uma validação da qualidade da foto.
Você pode acessar essa funcionalidade pelo painel do hub. O recurso permite identificar as publicações que estão sofrendo perda de exposição nas buscas devido à baixa qualidade das fotos.
Quer vender de forma automatizada, segura e mais eficiente em marketplaces? O ANYMARKET pode ser a solução ideal para o seu negócio!
Converse com um dos nossos especialistas, estamos prontos para apoiar as suas vendas essa e muitas outras funcionalidades.














